Mesada: ela realmente funciona?

_POST_BLOG_20-10_15Postado Orginalmente em infomoney 

 

Os psicólogos parecem concordar que, quanto antes uma criança tiver contato com o dinheiro, melhor será a sua relação com ele no futuro. Por isso, receber mesada é visto como algo saudável na sua educação financeira, já que assim é forçada a tomar decisões quanto ao uso do seu dinheiro.

Trata0se de uma experiência positiva não apenas para os filhos, mas para toda a família. Do ponto de vista dos pais, além de entenderem melhor os hábitos de consumo e a capacidade de tomada de decisão das crianças, conseguem melhorar a sua própria relação com o dinheiro. Afinal, este é o principal objetivo da educação financeira!

Quando começar?

Em geral, recomenda-se que todas as crianças com mais de sete anos recebam algum tipo de “semanada”ou mesada. Mas esse é um processo que deve ser conduzido de uma forma natural, já que cada criança tem seu ritmo e é preciso respeita-lo, para não causar traumas.
Afinal, ninguém conhece melhor o seu filho do que você, certo?

Não associe o pagamento da mesada às atividades pelas quais seu filho é responsável em casa. Ele deve realizar tais tarefas porque isso faz parte da responsabilidade da família e cabe a ele contribuir. Justamente por isso, não deve se sentir “remunerado”.

Por outro lado, à medida que a criança cresce e se transforma em adolescente, aí sim você pode considerar a remuneração de algumas tarefas específicas pelas quais já contrata alguma pessoa para fazer. Neste caso, o pagamento pela tarefa simplesmente evidencia a relação entre dinheiro e trabalho.

Oriente, sem decidir pelo seu filho.

Lembre-se que estamos falando de educação financeira. Por isso, não basta entregar o dinheiro ao seu filho e ponto final. E´ preciso orientá-lo!

Pra crianças, convém que os pais ajudem nas contas, de forma que consigam ter uma idéia mais clara de quanto podem gastar por dia. Além disso, vale a pena introduzir o hábito de pesquisar preços, o que acaba ajudando na definição do conceito de caro e barato. Neste sentido, os sites de venda online podem facilitar a tarefa.

Já no caso dos pré adolescentes e jovens, ainda que seja sua obrigação orientar seu filho sobre o uso do correto de dinheiro e ajuda-lo na avaliação das oportunidades existentes, você deve deixa-lo tomar a decisão final sobre o que fazer com o valor da mesada.

Incentive o hábito de poupar!

Estimule a criança a poupar parte da sua mesada. Para tanto, comece introduzindo a noção de objetivos de curto e longo prazo. Esta tarefa pode ser mais divertida se vocês trabalharem juntos: pegue duas folhas de papel e peça para o seu filho desenhar em cada uma delas o seu objetivo de curto prazo e o de longo prazo. Use estes desenhos para encapar duas latas de refrigerante. Com isso, tem dois cofres: para o curto e o longo prazo.

Ajude-o a calcular quanto será preciso poupar para alcançar os dois objetivos. se você perceber que o seu filho tem dificuldade em poupar parte da mesada, incentive-o a, ao menos, evitar gastar tudo por alguns dias.

você também pode incentiva-lo colocando outro R$ 1,00 no cofrinho de longo prazo, para cada R$1,00 poupado. alternativamente, você pode colocar este dinheiro em uma caderneta de poupança, contudo, entre os mais jovens, em geral ver o dinheiro crescendo no cofre tem um efeito mais significativo.

Seja firme!

Se a criança gastar todo o dinheiro antes do final da semana (ou mês) e pedir para que você dê mais, seja firme e diga não! Lembre-se que você está ensinando o seu filho a planejar seus próprios gastos. Se você abrir uma exceção, acaba passando a mensagem errada para a criança: de que ela pode gastar, pois sempre haverá mais!

Não importa qual seja o seu padrão de renda, esta não é uma mensagem positiva a se passar. Aprender a controlar gastos é bastante saudável! Quanto antes seu filho entender este conceito, menores serão suas dificuldades para lidar com o dinheiro quando for adulto.

A maioria dos especialistas em psicologia financeira já atribui boa parte das características financeiras de uma pessoa à sua educação familiar. Controlar os gastos e planejar a vida financeira é assunto para se aprender com os pais, em casa. Em geral, os filhos de casais com uma situação financeira saudável são mais responsáveis com suas economias e buscam a orientação de especialistas na hora de aplicá-las

8 erros que você comete com o seu cartão de crédito

_POST_BLOG_16-10_15Postado Originalmente em finançasfemininas

Ele pode ser prático, cheio de vantagens e facilitar muito a sua vida. No entanto, é a conta de deixar o bom senso de lado por alguns instantes e ele já logo mostra o poder que tem para avacalhar suas finanças e criar uma enorme dívida. Na verdade, o uso do cartão de crédito acontece com tanta facilidade por um fator psicológico.

Gastar dinheiro de plástico é menos doloroso do que usar o convencional, de papel mesmo. O ser humano é naturalmente avesso à perdas, como já foi comprovado em diversos estudos relacionados à psicologia econômica. Quando você percebe o dinheiro saindo da carteira, a experiência é mais dolorosa. O bom senso naquele momento pode atuar de forma mais incisiva, te levando a negociar um desconto ou mesmo desistir da compra. Com o dinheiro de plástico, este efeito visual desaparece e você nem sente que está gastando.

Sendo assim, listamos alguns erros que são cometidos com cartão de crédito. O aprendizado é sentido no bolso, do modo mais difícil.

Pagar fatura com atraso

Pagar a fatura do cartão depois do vencimento significa arcar com dois custos a mais: 2% de multa sobre o valor total e 1% de juros de mora. Fique atenta ao calendário e não deixe a data passar.

Aumentar o limite

Muita gente cai na besteira de considerar o crédito uma extensão da própria renda. As compras parceladas as vezes se tornam tão diluídas que o gasto em excesso fica cada vez mais difícil de perceber. Sendo assim, o impulso para pedir o aumento do limite é mais um passo rumo ao precipício das suas finanças. Não ceda à tentação de gastar cada vez mais nocrédito e procure encurtar seu limite o máximo que puder.

Pagar somente o valor mínimo

Esta é uma ciladas mais perigosas. Os juros do rotativo do cartão de crédito são os mais caros praticados no mercado, de acordo com o Banco Central. A incidência chega a 395% ao ano. Quando você deixa de pagar o valor integral da fatura e opta pelo mínimo, o mês seguinte vem com juros altíssimos em cima do valor que deixou de ser pago.

Deixar de checar a fatura

Ser negligente com o valor da sua fatura pode te fazer desperdiçar dinheiro sem necessidade. Não raro vemos por ai notícias de fraudes. Se não for um desses casos, você pode dar o azar de ser cobrada indevidamente em alguma compra do mês. Confira todos os valores e guarde os seus comprovantes para checar os gastos.

Sacar dinheiro

Outro erro comum é o uso do cartão de crédito para realização de saques. Na prática, isso é considerado um empréstimo, já que você está contando com um dinheiro que não tem. Ou seja, para cada valor sacado, vai pagar uma tarifa e os mesmos juros mensais do rotativo. Os valores cobrados variam de acordo com cada banco, mas já vale adiantar: custa caro!

Ignorar os benefícios

Confira quais são as vantagens e benefícios oferecidos a você em seu cartão de crédito. Pode ser desconto em cinema, teatro, restaurantes, shows ou mesmo milhas para viagens. Se você tem direito, nada mais justo que fazer uso.

Não comparar diferentes bancos e bandeiras

Na hora de pegar um cartão de crédito, não aceite sem contestação aquele que o banco manda para a sua casa. Faça pesquisas, avalie qual é o melhor para o seu perfil e a instituição que oferece condições mais vantajosas. Alguns bancos, por exemplo, dão isenção da anuidade. Neste link da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito você pode comparar tarifas de diferentes instituições.

Pagar pelo cartão de crédito internacional sem necessidade

Se você não viaja para o exterior com frequência e nem faz compras online em sites estrangeiros, qual o sentido de usar um cartão de crédito internacional? As tarifas e a anuidade são mais caras. Se ele a funcionalidade não for realmente útil para você, troque por um nacional.

 

Veja atitudes que ajudam a economizar ainda mais no horário de verão

_POST_BLOG_15-10_15Postado Originalmente em infomoney – Por Gladys Ferraz Magalhães

 

Desde a zero hora na noite de sábado 17 outubro 2015 para domingo 18 outubro 2015, os moradores da região Sul, Sudeste e do Centro-Oeste adiantaram o relógio em 1hora. O Horário de verão vai até a noite de sábado 21 fevereiro 2015 para domingo 22 fevereiro 2015 e, mais do que um ambiente agradável para o happy hour, ele ainda pode proporcionar redução de conta de luz.

A primeira atitude econômica é aproveitar o maior tempo de luminosidade abrindo janelas, cortinas e persianas, adiando o horário de acender as lâmpadas de casa. No caso do consumidor que quiser ler um  livro ou precisar estudar, a dica é usar a iluminação dirigida (spots) que, de acordo com a Elétrobrás,
torna o ambiente mais agradável e gera economia.

O chuveiro elétrico é um dos vilões do consumo de energia. Segundo dados da Eletrobrás, o aparelho responde por cerca de 24% da conta de luz de uma residência. Com as temperaturas mais altas, coloque a chave na posição verão e evite usa-lo entre as 18h e 21h, a medida pode significar uma economia na casa dos 30% em relação ao uso do chuveiro no modo inverno.

Outro grande consumidor de energia é o aparelho de ar condicionado, responsável por 20% do consumo. Entretanto, como no verão seu uso aumenta consideravelmente, este percentual pode aumentar, chegando a representar um terço do valor da conta de energia elétrica.

Mudanças de atitude

Veja outras dicas para evitar o desperdício:

1. Geladeira e freezer não devem ficar perto de fogão nem de outras fontes de calor, pois isso faz com que eles consumam mais energia para compensar ganho de temperatura. Além disso, mantenha-os
afastados pelo meno 15 centímetros das paredes para evitar o superaquecimento.

2. Roupas e tênis não devem ser colocados atrás da geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia.

3. Se você desligar o chuveiro enquanto ensaboa o corpo e o cabelo, isso reduzirá o consumo de energia (no caso do chuveiro elétrico) ou de gás (quando o sistema for a gás) e também de água.

4. Ao utilizar o ferro, passe de uma só vez o maior número de peças possível e deixe o aparelho na temperatura indicada pelo fabricante para cada tipo de tecido.

5. Quando for jantar ou fazer um lanche, retire todos os ingredientes de uma vez da geladeira. O “abre-e-fecha”faz com que o aparelho trabalhe mais para manter a temperatura e aumente o consumo de energia.

6. Troque a lâmpada incandescentes pelas fluorescentes, as quais gastam 60% menos energia.

7. Utilizar monitor e tv tipo LCD também ajuda bastante na economia.

8. O standby é carrasco da conta de luz, pois ele utiliza 15% e 40% de energia. Por isso a dica é desligar diretamente os aparelhos da tomada quando não estiverem em uso.

9. Por fim, antes de comprar um equipamento, escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético.

O Horário de Verão é um recurso adotado por diversos países no Hemisfério Norte (De Austrália, Nova Zelândia, Chile, Paraguai, Uruguai e grande parte da Europa.

 

 

 

 

Saiba como aproveitar seu 13º e não passar sufoco no final do ano

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Postado Originalmente em infomoney – Por Juliana Américo Lourenço da Silva

 

São Paulo
O final de ano e início do novo ano são sempre cheios de gastos, presentes de natal, viagem de férias, IPVA, IPTU, renovação de matrículas e compra do material escolar. Por isso, o consumidor deve avaliar bem o orçamento para decidir o que irá fazer com o décimo terceiro.

De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, o ideal é que o benefício chegue como bônus para realização de satisfações pessoais e início de uma poupança. Porém, desde que o 13º foi criado, nos anos 60, “muita gente o aguarda ansiosamente para cobrir o desequilíbrio financeiro. Há quem recorra aos bancos que oferecem antecipação desse recurso como uma forma para quitar dívidas ou ameniza-las”.

Pagar as dívidas com o benefício é na verdade combater apenas o efeito do problema financeiro, sendo que a família precisa passar por uma educação financeira. Domingos recomenda que o endividamento seja resolvido com o próprio salário, ou seja, reduzindo os gastos.

Definindo os gastos

Para saber exatamente quanto se pode gastar sem ficar endividado, a dica é definir os gastos. “Mesmo quando é necessário entrar em um financiamento para a realização de determinados sonhos que não são acessíveis de outra forma, é importante avaliar se as parcelas, de fato, caberão no orçamento, levando em conta todas as outras despesas e demais sonhos de curto, médio e longo prazos”, explica o educador.

Antes de ir as compras, faça um diagnostico da sua situação financeira, relacionando todas as despesas fixas e variáveis para descobrir o comprometimento dos seus ganhos com as dívidas. Dessa forma fica mais fácil cortar os gastos supérfluos.

Esteja dentro dos seus padrões

Domingos lembra que é importante que o consumidor faça escolhas que estejam dentro do seu padrão de vida. “Pesquise os melhores preços e presentes e itens da ceia e das festas, experimente estipular um valor máximo para gastar com cada item e peça desconto”.

Poupança

Aqueles que não estão endividados podem aproveitar o décimo terceiro para iniciar uma reserva e manter a prática de poupar. Para quem já tem perfil investidor, o décimo terceiro é oportunidade para incrementar o investimento, sendo que 50% pode ser destinado para alguma aplicação que a pessoa já possua e outros 50% pode servir para planejar um salto em direção à sua independência financeira, investindo, por exemplo, em previdência privada.

 

 

Quanto vou gastar para ter um bichinho de estimação?

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Postado Originalmente em financasfemininas

 

Passar pela porta de uma loja de animais ou visitar uma feirinha de adoção é de deixar qualquer pessoa apaixonada por animais tentada a levar um bichinho de estimação para casa. Quem tem filhos pequenos provavelmente lida com os pedidos incessantes para ter um cachorro, um gatinho, um hamster, etc.

Eles são realmente fofos e dão outra vida ao lar. Mas na hora de levar um animalzinho para casa, é preciso ter consciência de que não se trata de um bem material ou artigo de luxo. Não dá para comprar um cachorro e “enjoar” dele quando fizer xixi fora do lugar certo ou te chamar para brincar quando você estiver querendo descansar. Animais têm personalidade, precisam de cuidados e não podem ser tratados como adorno para a casa.

Para garantir o bem-estar dos animais, é preciso ter em mente que os gastos virão, ou seja, o correto é ter um planejamento das despesas de antemão. Se você tem intenção de comprar ou adotar um animalzinho, esta calculadora elaborada pelo economista Samy Dana pode te ajudar a estimar os gastos que virão pela frente.

Cães e gatos

A aquisição do animal conta com um investimento inicial e uma média de gastos que serão feitos mensalmente. Se você optar por adotar o bichinho de estimação em vez de comprá-lo, normalmente é preciso pagar uma taxa de retirada na instituição ou loja que promove a adoção. Além disso, o bichinho precisa de itens básicos para começar a morar com você, como uma caminha, casinha e caixa de areia, no caso dos gatos. Além disso, vai precisar de vasilhames para comida e água, coleira, brinquedinhos – para não usarem os móveis e quinas da sua casa como diversão – vermífugo, vacinação e veterinário.

Mensalmente, é preciso considerar uma quantia fixa para a ração. O valor médio gasto com alimentação vai variar de acordo com a idade e o porte do animal. Além disso, tem também ovalor de banho e tosa. Vale a pena reservar uma quantia extra todo mês para a compra de remédios para controle de pulgas, outros medicamentos e eventuais visitas ao veterinário. Através da calculadora mencionada acima, é possível estimar em quanto ficam os gastosmensais e o investimento inicial.

Pássaros, hamsters e peixes

O investimento inicial, neste caso, vai depender da sua disponibilidade e objetivo. No caso dos peixes, por exemplo, o tamanho do aquário e sua decoração farão toda diferença nopreço final. Tendo em vista o porte dos animais, os gastos com alimentação são menores em relação a cães e gatos.

Vale destacar, no entanto, que eles dependem de manutenção e de compra de outros itens constantemente. A água do aquário precisa ser tratada e trocada frequentemente, os hamsters precisam de troca da serragem de suas gaiolas, enfim, cada animal vai demandar um tipo de manutenção para seu ambiente.

Viagens

Outro aspecto importante é a presença do animal em sua rotina. Se você tiver intenção de viajar e quiser levar o animal, é preciso avaliar os custos do translado. Se não tiver condições de levá-lo na viagem e não tiver uma pessoa de confiança para tomar conta, é preciso arcar também com a estadia em um hotelzinho.

Animais são excelentes companheiros, mas é preciso ter responsabilidade e comprometimento ao incluí-los em sua vida. Mais do que cafunés e fotos nas redes sociais, eles precisam do seu amor, carinho, tempo e planejamento financeiro.

Quer economizar? Veja 11 maneiras de eliminar gastos extras a partir de hoje!

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Postado Originalmente em infomoney – Por Luiza Belloni Versonesi

São Paulo – Em tempos difíceis qualquer mudança no dia-a-dia pode lhe ajudar a sair do sufoco. O Business Insider Enumerou
algumas maneiras de eliminar gastos a partir de hoje mesmo.
Confira abaixo como fazer isso:

 

1. Verifique a nota Fiscal

Assim como você controla os gastos e renda na sua conta bancária, porque não conferir na nota fiscal os preços e produtos em cada compra? Muitos Supermercados e demais lojas podem computar produtos a mais ou preços diferentes dos anunciados e você acaba pagando sem saber

2. Faça você mesmo serviços domésticos

A menos que você tenha alguma restrição de saúde, quando as contas apertam, uma boa alternativa é eliminar serviços que podem ser realizados por você mesmo, como de empregada doméstica, motoristas, jardineiro, entre outros.

3. Deixe o seguro de celular

Quantas vezes você já acionou o seguro do celular? Muitas pessoas aderem a um seguro mais barato que tem baixa cobertura. Resultado: você paga pelo serviço e só vai usá-lo uma ou duas vezes ao ano ou nem isso.

4. Elimine serviços e produtos que você não usa

Quem nunca comprou um produto ou assina um serviço que nunca utilizou? Há provavelmente diversas coisas que você pode parar de pagar por agora, como renovações de assinaturas de revista, ou vender produtos praticamente sem uso, como aquela roupa que nunca saiu do armário, a máquina fotográfica que foi substituída pela câmera de celular, entre outros itens.

5. De olho em Tarifas Bancárias

Verificar o quanto você gasta ao mês, semestre ou ao no em tarifas bancárias é um bom indicador se o banco está corroendo suas finanças. Se discordar dos valores pagos, busque outros bancos que ofereçam tarifas mais atrativas.

6. Reduza os valos das contas de casa

Quando você sair de algum cômodo de sua casa, não se esqueça de desligar a luz e a televisão (ou qualquer outro eletrodoméstico ligado). Outra dica simples de economia doméstica é reduzir o tempo do banho, lavar roupas menos vezes por semana e fechar a torneira quando estiver escovando os dentes ou ensaboando a louça. Afinal, não há nenhuma razão para pagar por serviços que você não está usando.

7. Troque serviços pagos por gratuitos

A internet trouxe diversas facilidades e, é claro, novos jeitos de economizar. Softwares pagos, como Microsoft Office, podem ser substituídos pelo Google Docs, por exemplo, que oferece os mesmos programas (Word e Excel) gratuitamente na internet. Antes de assinar algo, pesquise na internet se alguma empresa oferece serviços similares, só que gratuitos.

8.Compre um filtro

Comprar água em galão é um dos maiores desperdícios de dinheiro.Se está em dúvida, coloque na ponta do lápis o quanto você gosta com este item e o quanto gastaria comprando um filtro.

9. Garantias Estendidas

Especialistas ouvidos pelo Business Insider afirmam que contratar garantia estendida simplesmente não vale a pena. Isso porque, segundo eles, pesquisas mostram que os produtos mais vendidos com esse tipo de seguro raramente apresentam defeitos durante a cobertura.

10. Aposente seu telefone fixo ou fax

Faça as coisas e veja se você realmente precisa de um telefone fixo em casa se você pode substitui-lo pelo celular. Afinal, quantas ligações você faz e recebe no celular e no telefone por dia?

11. Leia seu jornal pelo tablet ou celular

Se voce tem um smartphone ou tablet, porque não trocar a assinatura de jornal para o digital? Além de a assinatura digital costumar ser mais barata que a versão impressa, ler em um tablet é mais prático e sustentável.

Tudo que você precisa considerar antes de fazer uma compra

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Postado Originalmente em folha.uol – Por Samy Dana, dia 28/08/2015 às 02h00

 

Quantas vezes você se questiona mentalmente antes de fazer uma compra? Quais são os critérios que utiliza para avaliar se realmente precisa levar aquele produto para casa? A publicidade está sempre em busca de vender um ideal e um estilo de vida —por mais surreal e fora da realidade que ele pareça—, e isso não é novidade para ninguém.

O interessante é que, desde o século XIX, a necessidade de consumo começou a ser moldada pela indústria. Ela constantemente se reinventa para que continuemos consumindo mais e tenhamos cada vez menos senso crítico antes de realizar uma compra.

A primeira parte do documentário britânico “The Men Who Made us Spend” traz um resumo histórico de como a agenda do consumo se transformou ao longo do tempo. Se a revolução industrial foi responsável por produzir demanda, a década de 1920 trouxe sua parcela para o aumento do consumo com a expansão do crédito.

No início da indústria automobilística, Henry Ford eternizou seu nome por estabelecer um modelo de produção em massa que impactaria não só o mercado de carros, mas a indústria de um modo geral. Acontece que, em um determinado momento, o modelo de carro criado por ele se popularizou de tal modo que as pessoas compravam e não tinham mais um “próximo objetivo”.

Neste momento, entra em cena Alfred Sloan, que atuou como presidente da General Motors por mais de 20 anos. Sua ideia ainda é replicada hoje. Um carro é lançado e, no ano seguinte, o mercado lança um “upgrade” do modelo.

Cores vivas como esmaltes de unha, cuidado com os detalhes, tudo para os olhos dos consumidores brilharem cada vez mais. A ideia se encaixou como uma luva nos Estados Unidos da década de 1950, quando o país vivia o ápice do “American Dream”.

Mais tarde, na década de 1980, veríamos uma nova transformação que levaria as pessoas a adotarem um modelo de consumo mais individualista, focado na necessidade de se sentirem únicas, a conhecida valorização da exclusividade.

Mike Riddle criou o AutoCad, programa que possibilitou uma revolução no modo de produzir embalagens. No lugar dos velhos padrões, agora os produtos poderiam ser produzidos em inúmeros tipos de formatos, reforçando a ideia de exclusividade e diferencial.

O próximo passo veio na década de 1990, com a cultura dos produtos descartáveis. Tudo é feito para durar pouco e para ser rapidamente substituído. O consumo desenfreado gerou um problema ambiental que ainda não conseguimos reverter. Nos últimos 30 anos, cerca de um terço dos recursos naturais do planeta foram consumidos.

O retrospecto negativo se soma a um outro fator que agora estamos vendo com clareza: o uso do crédito de modo desregrado. Avalie todo esse resumo de como o consumo se moldou ao longo do tempo para crescer continuamente e reveja seus gastos não só pelo momento de crise econômica. Vivemos um momento de transformação e o senso crítico precisa ter um papel mais atuante antes que você passe o cartão na máquina.

Quer se livrar das dívidas? A Acesso te da dicas de como se organizar

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Postado Originalmente em BlogAcesso – Ilustração e Texto por Gretha Bevilacqua

 

 

A maioria das pessoas já passou por um aperto financeiro e precisou atrasar alguma conta pelo menos uma vez na vida. Esse tipo de imprevisto é comum, mas exige cuidado, pois os juros estão presentes em quase todas as contas que pagamos e eles podem fazer os valores aumentarem de forma drástica se a dívida não for controlada, dificultando ainda mais o acerto de contas.

Conheça seu orçamento antes de fazer uma negociação de dívidas

O primeiro passo a ser dado antes de negociar uma dívida é saber quanto você pode gastar por mês com cada área da sua vida, para conseguir projetar o quanto da sua renda você poderá dedicar ao pagamento das pendências. Uma boa forma de definir essas metas é seguir a regra dos 50-15-35, ou seja 50% da renda para as despesas essenciais, 15% para as prioridades financeiras, e 35% para gastar com seu estilo de vida.

Faça um mapeamento das dívidas

Depois de conhecer quais são suas despesas mensais, é hora de fazer um mapeamento de suas dívidas, ou seja, saber para quem e quanto você deve. Com a lista de todos os seus credores em mãos, entre em contato com cada um para se informar dos valores para quitar sua dívida à vista. Faça isso, mesmo que você não pretenda pagar ao valor todo de uma vez. Você precisará dessa informação quando for fazer uma proposta de parcelamento, mais adiante.

Negocie

Com as informações em mãos, você já pode partir para a negociação de dívidas de fato. Entre em contato com os credores e comece por aquelas dívidas que aumentam mais rapidamente (que podem ser tanto as de grande valor, quanto as com os juros mais altos. Faça as contas para saber qual delas está gerando um valor em juros maior no final do mês).

Vá para a negociação preparado para fazer sua proposta, levando em conta o valor para o pagamento à vista acrescido de juros mais amenos do que os que você está pagando no momento. Se você não souber como julgar esses valores, a Calculadora do Cidadão do Banco Central pode lhe ajudar.

Persista

Se o credor não quiser aceitar sua proposta de negociação de dívidas procure insistir nela e mostre seus cálculos. Lembre-se de ter em mente o valor que você pode pagar e não aceite uma proposta de negócio que você não conseguirá cumprir. Via de regra, quanto mais velha for a sua dívida, maior a probabilidade de o credor aceitar suas condições. Se isso não acontecer de imediato, tenha paciência, poupe seu dinheiro e volte a procurá-lo no futuro para, quem sabe, fazer uma proposta de pagamento à vista.

Não faça mais dívidas

Quando você finalmente sair do vermelho, se concentre em criar uma reserva de emergência, caso algum imprevisto aconteça e o dinheiro falte, ou você precise gastar com algo que não estava nos planos. Assim, você evitará ter que passar por esse processo de negociação de dívidas novamente e de quebra terá uma vida financeira mais tranquila.

Mercado de cartões pré-pagos decola enquanto os bancos restringem o crédito

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Postado Originalmente em investimentosenoticias –  por 

 

Para fugir das armadilhas do cartão de crédito, cada vez mais pessoas optam pelo cartão pré-pago. A Acesso já notou essa tendência em seus números. “Fechamos o ano passado com 100 mil cartões ativos e agora, só no primeiro trimestre deste ano, já somamos 130 mil ativos”, conta Sérgio Kulikovsky, CEO da Acesso.

É um momento delicado para ambas as partes – os bancos perdem a confiança nos possíveis clientes e esses, por sua vez, também se sentem inseguros em relação a essas instituições. O crédito, que deveria ajudar o cliente, se torna o maior vilão, uma vez que as linhas de crédito campeãs da inadimplência também são perfeitas para agravar a situação dos endividados: rotativo do cartão de crédito e cheque especial não só são os empréstimos mais caros como são fáceis de usar e ótimos para tornar a dívida uma bola de neve. Segundo pesquisa Data Popular, o cartão de crédito é o campeão, representando 75,80% das dívidas com bancos.

Para os não bancarizados, aqueles que foram expelidos do sistema financeiro pela crise ou são avessos aos bancos, o benefício do cartão pré-pago é a inclusão financeira. Para os endividados, é um meio de controlar as despesas pela educação financeira, já que só é possível gastar o saldo que foi carregado no cartão. Além disso, as pessoas passam a ter acesso também às compras online mesmo sem ter cartão de crédito e ganham mais segurança, pois não precisam andar com dinheiro no bolso.

“Acreditamos que, diferente dos bancos, este é um produto pró-cliente, por isso cada vez mais pessoas se interessam por ele. Também é muito mais simples, o cartão pode ser comprado no varejo – sem nenhum tipo de análise de crédito – a carga é feita pela internet e o cliente nunca fica negativo, ele pode ter certeza que não terá sustos ao final do mês”, completa Kulikovsky.

Entenda a diferença entre DOC e TED

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Postado Originalmente em BlogAcesso – Ilustração e Texto por Gretha Bevilacqua

Todo mundo que já realizou transferência bancária ficou na dúvida na hora de escolher a modalidade. Além das tradicionais formas, como depósito em caixas eletrônicos, há duas opções para fazer uma transação: DOC e TED. A questão é: você sabe o que cada uma significa e quais são suas características?

Essas duas transações estão disponíveis nos bancos brasileiros e podem ser feitas por meio do internet banking, em caixas eletrônicos e nos caixas presenciais. Elas servem para enviar dinheiro para contas de seu banco ou de outra instituição, para terceiros — pessoa física ou jurídica — ou para você mesmo. As regras valem para todos esses casos e não mudam.

Entenda o DOC

O Banco Central define DOC como Documento de Crédito, transferência bancária limitada a R$ 4.999,99. Só pode ser feita por instituições autorizadas pelo BC.

O valor é creditado na conta do beneficiado no dia útil seguinte, para transações feitas até as 21h59. Após esse horário, o dinheiro será transferido no segundo dia útil. Por exemplo, se você programar um DOC às 23h de uma segunda-feira, ele só será creditado na conta na quarta-feira. Mas se você agendar às 21h, o valor estará na conta na terça-feira.

Agora, se você quiser agendar um DOC em feriados ou fins de semana, só conseguirá programar a transação para o primeiro útil seguinte. E só depois de confirmada é que o prazo de crédito começará a valer.

Entenda a TED

A Transferência Eletrônica Disponível foi criada pelo Banco Central em 2002. Funciona como um DOC, entre instituições autorizadas pelo BC. Alguns bancos estabelecem limites máximos para a TED, valores que são negociados com os clientes. Mas, para fazer uma transferência, o valor mínimo é determinado em R$ 500.

O valor é creditado na conta do beneficiário poucos minutos após a sua autorização, desde que feita até as 17h. Se você agendar um TED depois desse horário, o valor só aparecerá na conta do beneficiado no dia seguinte.

Com o seu acessocard você pode fazer Tec/Doc, tanto pela internet no site “Minha conta“, como no Novo aplicativo acesso, que permite além de fazer TEC /DOC você pode fazer deposito identificado, boleto bancário, débito em conta.
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Saiba como carregar seu cartão acesso via ted e doc
https://www.acessocard.com.br/blog/saiba-como-carregar-o-seu-cartao-acesso-via-ted-ou-doc/

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