Dicas de hábitos saudáveis

É muito importante ter hábitos saudáveis por que além do corpo, nossa mente também precisa estar em perfeito estado, não acha ?

Aqui vão algumas dicas para você se inspirar nesse começo de semana e tentar mudar de vez sua disposição na rotina:

2016-03-11

 

1.  Não esqueça do Café da Manhã!

Isso mesmo, parece estranho, mas muita gente sai de casa sem comer nada de manhã. É preciso torná-lo sua principal refeição.

  • Como fazer com prazer? Capriche no cardápio. Vale incluir uma fruta, pão integral, queijo minas, omelete de claras ou mingau de aveia feito com leite de soja, amêndoas ou leite desnatado.

2. Tente treinar o máximo de dias na semana.

Você pode ir para academia, caminhar, fazer luta, qualquer exercício que prefira. O que vale é fazer pelo menos duas vezes na semana, por uma hora.

  • Como fazer com prazer? Enquanto caminha, ouça suas músicas favoritas. Convide as amigas ou qualquer companhia que te incentive a treinar também.

3.  Não abuse de refrigerantes ou bebidas alcoólicas.

  • Como fazer com prazer? No final de semana, comemore com uma latinha a sua dedicação em ter um estilo saudável durante a semana toda.

4.  Não coloque sal em tudo.

O sal melhora o sabor de uma comida, mas o excesso dele faz tão mal quanto a gordura. Além disso, o consumo do sal é questão de hábito. Você pode se acostumar a não incluir o sal em tudo.

  • Como fazer com prazer? Aprenda a utilizar pimentas, ervas frescas e secas para dar sabor aos alimentos.

5.  Não se esqueça de tomar água.

Nosso corpo precisa de água, isso é um fato. Não se esqueça que quanto mais, melhor.

  • Como fazer com prazer? Deixe uma garrafa de água na sua mesa do escritório ou sala de aula e beba dois copos antes das refeições principais.

Boa semana com ótimos momentos agradáveis!

Essas dicas foram tiveram como base o post de Barbara Eckonen do site Camila Coelho.

Sites mais utilizados para ouvir e baixar músicas.

top 5 musica

Você não acha complicado encontrar um site ou aplicativo para celular que atinja todas as nossas necessidades relacionadas à música?

Tem horas que queremos achar uma música que ouvimos no rádio, baixá-la no celular sem usar toda memória ou mesmo baixar com mais rapidez.

Para te ajudar, separamos um TOP 5 de sites de música mais usados:

1. Spotify

O Spotify é um serviço de música mais popular no Brasil e no mundo. Você pode optar por utilizar o serviço pago ou gratuito. Se não quiser pagar os R$14,90 por mês, utilizará online com cerca de 30 milhões de músicas, em ordem aleatória, com anúncios entre as faixas. Aos pagantes da taxa mensal de R$ 14,90, o pacote Premium dá acesso ao conteúdo sem propaganda, com a opção de pular músicas de maneira ilimitada e fazer o download para ouvir offline. Tem aplicativo para smartphone e computador, além de poder acessar sua conta na web e poder escutar milhares de músicas sem precisar fazer o download.

Versão gratuita: Sim
Valor da assinatura: R$ 14,90/mês

 

2. Apple Music

O Apple Music tem um sistema que oferece acesso a “Beats 1” rádio grátis utilizada por quem tem Iphone.  Por US$ 4,99 mensais (a cobrança é feita em dólar), as músicas funcionam de forma similar, sem propaganda, com recomendações de conteúdo e suporte para ouvir desconectado. Como diferencial, sincroniza conteúdo comprado no iTunes e oferece a Connect, uma espécie de rede social que aproxima artistas e fãs.

Versão gratuita: Sim
Valor da assinatura: Us$ 4,99/mês (na cotação de hoje fica por aproximadamente R$ 20,00)

 

3. Deezer

O Deezer possuí mais de 35 milhões de faixas que podem ser ouvidas por aplicativo de tablet e celular, online ou no seu computador. Permite a criação de playlists, importar seus antigos MP3s e sincronizar faixas para escutar música em qualquer lugar, mesmo se estiver offiline. O serviço custa os mesmos R$ 14,90 por  mês do Spotify, na versão grátis você terá que conviver com anúncios em áudio.

Versão gratuita: Sim
Valor da assinatura: R$ 14,90/mês

 

4. SoundCloud

O SoundCloud é uma plataforma social de áudio, na qual todos podem criar áudios e compartilhá-los. Há canais oficiais e outros organizados por usuários. Também oferece webplayer e aplicativos Android e iOS. Totalmente grátis, também permite salvar faixas, seguir artistas e criar playlists. Basta criar uma conta.

Versão gratuita: Sim
Valor da assinatura: gratuito

 

5. Google Play Música

O Google Play possuí mais de 30 milhões de músicas e estações musicais selecionadas, é possível criar playlists personalizadas de acordo com sua atividade, seu humor ou seu momento do dia. Ilimitado, sem anúncios, em qualquer dispositivo offline e no Chromecast, pelos mesmos R$ 14,90 do Spotify e Deezer.

Versão gratuita: Sim
Valor da assinatura: R$ 14,90/mês

 

Essas dicas foram editadas a partir do artigo da redatora Melissa Cruz do site Tech Tudo.

Não se esqueça o com o seu cartão Acesso você pode se cadastrar em qualquer um destes aplicativos! Adquirir seu Cartão Acesso agora.

Boa semana, e partiu ouvir música boa!

 

Cartão pré-pago garante inclusão financeira e mais segurança nas compras

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Benefício reduz riscos e possibilita compras e transações financeiras sem dinheiro vivo a quem não tem acesso a bancos

Postado Originalmente em Gazeta do Povo – Por Adriana Brum

O conceito de “dinheiro de plástico” surgiu há mais de 60 anos, com os cartões de crédito. Mas para muitos, comprar sem dinheiro vivo resultou em perda do controle das finanças pessoais: em outubro, 85,7% dos paranaenses estavam endividados, diz o diretor de planejamento e gestão da Fecomércio-PR, Rodrigo Rosalem.

Uma das novidades para transações financeiras sem dinheiro é o cartão pré-pago, que permite fazer todos os tipos de compra, saques, receber depósitos sem a necessidade de um vínculo bancário, sem fatura ou cobrança de juros. O serviço é oferecido gratuitamente no cartão Metrocard aos usuários da Rede Metropolitana de Transporte.

Ao ver a bandeira MasterCard no seu cartão Metrocard, o balconista Deibi Moreno, 34 anos, percebeu que poderia usá-lo não só para pagar a passagem de ônibus e imediatamente habilitou o serviço: “Gostei da ideia de um cartão que insiro valores para usar no comércio. Compro via aplicativos no celular e internet usando meu cartão pré-pago sem me preocupar com risco de fraudes”, diz.

O presidente da Associação Metrocard, entidade que gerencia a bilhetagem do transporte na Rede Metropolitana, Lessandro Zem, destaca que a segurança foi um dos fatores que levaram a entidade a firmar a parceria com a MasterCard. “O usuário tem dois serviços em um só cartão: paga o transporte e faz compras na farmácia, banco, panificadora. E tem mais segurança no ônibus: de nada adiantaria o passageiro ter seu cartão de vale-transporte se carrega dinheiro consigo”, destaca.

O cartão pré-pago surge também como forma de fazer a inclusão financeira, diz o economista Daniel Poit. “É atrativo para quem não tem acesso ao cartão de crédito ou débito, por falta de renda ou outros motivos. Donos de empresas podem usar o pré-pago para oferecer um bônus ou gratificação aos funcionários”, sugere.

As facilidades tendem a aumentar, aponta o diretor executivo da AcessoCard, empresa que fabrica e gerencia o serviço, Sérgio Kulikovsky. “Estamos colocando a recarga em bancas de jornais, nos associando com casas lotéricas”, conta.

Facilidades

Um terço dos usuários do cartão Mertrocard deve ativar a função pré-pago até o final de 2016, estima o CEO da AcessoCard, Sérgio Kulikovsky. Conheça as facilidades do serviço:

Saques

É possível sacar dinheiro em qualquer banco eletrônico da rede Cirrus.

Sem amarras

O cartão pré-pago não gera fatura ou juros, não exige idade mínima, comprovação de renda ou consulta a SPC ou Serasa.

Empreendedorismo

Permite emitir boletos.

Segurança

Dispensa o uso de dinheiro vivo nas transações. Tem menor risco de fraude em compras online.

Controle

Gastos são acompanhados pela internet ou SMS.

Custos

Mais baixos do que a da manutenção de uma conta bancária.

Contas distintas

O valor do pré-pago não se vincula ao dos vales-transportes.

Bonificação

Os usuários participam do MasterCard Surpreenda, programa de pontos revertidos em benefícios.

CINCO PASSOS

Aprenda a ativar seu cartão Metrocard como um cartão pré-pago.

1 SERVIÇO OPCIONAL

O cartão Metrocard, para o uso no transporte coletivo da Rede Metropolitana Integrada, vem com a função pré-pago inclusa. Esta opção só será usada em transações financeiras se for ativada por seu proprietário. Confira:

2 ATIVAÇÃO VIA INTERNET

  • Acesse o site www.cartaometrocard.com.br
  • Clique no botão “Acesso Card”, no menu localizado na parte superior da página.

3 DESBLOQUEIO

Vá até a seção “Desbloquear”, em “Clique aqui” e informe:

  • Seu CPF;
  • Número do seu cartão Metrocard;
  • Código de verificação (verso do cartão);
  • Data de validade do cartão.

4 CADASTRAR SENHAS

Em seguida, crie uma senha de acesso ao sistema, com seis dígitos. Você receberá outra seenha provisória, de quatro dígitos, que será solicitada cada vez que o cartão for usado. Esta senha pode ser alterada pelo usuário.

5 RECARGA

A inserção de valores pode ser feita de quatro formas:

  1. Depósito identificado em bancos
  2. Boleto bancário
  3. Pagamento em débito de conta corrente
  4. Compra de créditos (casas loterias, supermercados Extra ou Pão de Açúcar)

Os créditos serão atualizados em até 48 h e podem ser usados em todos estabelecimentos conveniados à rede MasterCard do mundo.

Fonte: Redação; Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs); Museu do Cartão de Crédito; Daniel Poit, economista. Infografia: Gazeta do Povo.

DINHEIRO DE PLÁSTICO

Quando a ideia de pagar as contas sem usar dinheiro vivo surgiu, os cartões eram de papel e indicavam que quem os oferecia era “bom pagador”. Até chegar ao pré-pago, vão-se quase cem anos, em que se agregou tecnologia e novas opções de uso:

  • 1920 – Postos de gasolina, hotéis e outros estabelecimentos nos Estados Unidos passaram a permitir que seus clientes fiéis postergassem o pagamento.
  • 1949 – O norte-americano Frank McNamara, depois de se flagrar sem dinheiro na carteira para pagar a conta, convenceu 14 restaurantes da cidade a aceitarem um cartão, de cartolina, como garantia do pagamento. Depois, ele criou a Diners Club, pioneira no ramo de cartões de crédito.
  • 1955 – Os cartões passam a ser fabricados em plástico.
  • 1956 – O serviço de cartões chega ao Brasil, na modalidade de cartão de compra, aceito em um grupo seleto de restaurantes.
  • 1968 – O Bradesco lança o Elo, primeiro cartão de crédito brasileiro.
  • 1977 – Cada banco passa a emitir seu próprio cartão e esses ganham tarjas magnéticas.
  • 1983 – É lançado o cartão de débito.
  • 1990 – Surgem os primeiros “smart cards”, com chips de memória.
  • 1994 – O Plano Real estabiliza a moeda e promove o crescimento do uso dos cartões de crédito no Brasil.
  • 2000 – O mercado passa a oferecer cartões de compra com valor pré-definido, os vales-presentes.
  • 2014 – A quantidade de transações com cartões de crédito, em 2014, somou R$ 114,6 milhões no Brasil, 12,2% a mais que em 2013. O uso do débito aumentou em 15,8% em relação ao ano anterior, movimentando R$ 7,3 bilhões.

Fonte: Redação; Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs); Museu do Cartão de Crédito; Daniel Poit, economista.

10 Lições Para Você Ensinar a Seus Filhos Sobre Dinheiro

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Postado Originalmente em queroficarrico.com – Por RAFAEL SEABRA

Existem dois pontos interessantes sobre esse assunto:

  1. Lamentar-se por não ter aprendido antes como lidar com o dinheiro não adianta nada. O que vai mudar é se você colocar em prática (o quanto antes) tudo que tiver aprendido;
  2. Aproveite para ensinar tudo que está aprendendo aos seus filhos. Certamente será de grande valia para eles.

Ainda não tenho filhos, mas certamente planejo ensiná-los sobre dinheiro, mostrá-los o valor do dinheiro, ensiná-los hábitos financeiros saudáveis, além de permitir que eles aprendam por conta própria, e através do meu exemplo.

4 Princípios Básicos

Reconheço que ensinar como nossos filhos devem lidar com o dinheiro é algo controverso, pois certamente todos concordam que é algo essencial, mas, ao mesmo tempo, a forma como isso deve ser feito não é unânime.

De qualquer maneira, acredito que existem quatro princípios básicos que devem ser seguidos:

Princípio #1: Eduque-se financeiramente

Você não pode ensinar a alguém algo que você não sabe.

Aprenda o máximo possível sobre orçamento, poupar, investir, cortar gastos e controlar dívidas.

Com esse conhecimento adquirido, você certamente será um bom professor.

Princípio #2: Seja um exemplo

Uma coisa é você dizer o que seus filhos devem fazer. No entanto, se você estiver fazendo o oposto, eles certamente vão aprender mais através de suas ações que suas palavras.

Para ensinar como controlar os gastos, você também precisa fazer o mesmo.

Guie-os através de bons exemplos.

Princípio #3: Ensine um hábito de cada vez

Seus filhos não se tornarão especialistas financeiros da noite para o dia… Nem dentro de um mês… Ou mesmo em um ano.

Seu objetivo deve ser ensinar a eles essas lições durante toda sua infância e adolescência.

Dessa forma, ensine uma coisa de cada vez, até que eles tenham aprendido determinada habilidade, e só então passe para a próxima.

Não há pressa.

Princípio #4: Permita que eles aprendam por conta própria

Não é possível ensinar apenas dizendo o que deve ser feito.

Você precisa explicar como deve ser feito (com calma, uma coisa por vez), então deve mostrar (ensinar pelo exemplo) e, por fim, deve permitir que eles coloquem em prática determinado hábito.

Deixe que eles cometam erros. E então converse com eles sobre esses erros.

Assim, eles vão aprender bem cedo porque esses erros são realmente erros.

E se você fizer da forma correta, eles vão aprender hábitos muito melhores, por conta própria.

10 Valiosas Lições para Ensinar a Seus Filhos Sobre Dinheiro

Com esses quatro princípios em mente, aqui estão dez valiosas lições que você pode ensinar aos seus filhos:

#1 – Dê a eles o controle do dinheiro

Se as crianças não tiverem controle do dinheiro antes de se tornarem adultas, elas vão aprender que o dinheiro sempre será provido por alguém, e que elas não precisam ser responsáveis pelos seus gastos ou seu futuro.

E quando finalmente têm controle do seu próprio dinheiro, colocam em prática justamente isso: gastam irresponsavelmente e não se preocupam com seu futuro.

Ao invés disso, dê aos seus filhos o controle do dinheiro.

Uma sugestão muito interessante do Leo Babauta, do blog Zen Habits, é separar parte do dinheiro que já está no orçamento e passar o controle desse montante para seus filhos.

Por exemplo, se você gasta atualmente R$ 400 por mês comendo fora (pode ser qualquer outro elemento do orçamento), permita que seus filhos controlem R$ 100 desse montante.

E faça o mesmo com os gastos com roupas e brinquedos. Não adicione ao seu orçamento, mas aloque pequenas porções do seu orçamento para eles.

Permita que eles tenham completo controle sobre esse dinheiro.

O resultado dessa experiência é que eles provavelmente vão gastar mais com coisas supérfluas, num primeiro momento.

No entanto, quando eles quiserem outras coisas, terão que aprender a poupar dinheiro e fazer cortes em outras áreas.

Eventualmente, eles aprenderão como tomar decisões, através da tentativa e erro.

Pode levar um tempo, mas é melhor eles aprenderem agora do que quando forem adultos.

#2 – Ensine-os a poupar para conquistar objetivos financeiros

Uma vez que eles entenderem que podem fazer muito mais com o dinheiro, ao invés de apenas gastar com qualquer besteira, vão querer comprar alguma coisa maior que o montante que eles possuem em mãos.

Esse é o momento que você deve ensinar a eles sobre objetivos financeiros.

Você quer comprar um vídeo game? Bem, vamos descobrir quando ele custa. Agora vamos descobrir quanto você precisa poupar para comprá-lo. Se você poupar R$ 80 do seu orçamento mensal, poderá comprá-lo em 5 meses. Mas isso significa que você terá que cortar o McDonald’s e deixar de comprar pequenos brinquedos todas as semanas.

Você pode até criar um gráfico no computador, que mostre este objetivo, e pequenas metas que devem ser atingidas mensalmente.

Esta forma pode até deixá-los entusiasmados ao assistirem o crescimento de sua poupança.

#3 – Ensine-os que reduzir gastos permite que objetivos sejam alcançados mais rapidamente

Esta lição caminha de mãos dadas com a lição anterior.

Se você ensinar o conceito de objetivos financeiros, eles provavelmente vão aprender esta lição por conta própria.

As crianças são espertas o suficiente para descobrir isso: se eu quero alcançar um objetivo mais rápido, tenho que economizar mais… E significa gastar menos com outras coisas.

Mas vale a pena reforçar essa lição com uma discussão sobre gastos e economias, conversando com eles sobre a decisão que eles tomam todas as vezes que gastam dinheiro.

#4 – Ensine-os como o dinheiro pode fazer dinheiro

Esta é uma lição sobre investimentos, onde muitos de nós também podemos aprender.

Uma coisa é você investir e receber 10% de juros ao ano. Mas se seus filhos tiverem apenas objetivos de curto prazo, eles provavelmente não perceberão osjuros compostos em ação.

(Na verdade, muitos adultos não conseguem entender a importância dos juros compostos, justamente por pensarem que o ganho é mínimo)

Você então precisa fazer com que seu filho defina um objetivo de longo prazo. Se ele for adolescente, este objetivo pode ser uma viagem após a conclusão do Ensino Médio, a entrada para compra de um carro ou mesmo algo ainda menor.

Qualquer que seja o objetivo, ensine como eles podem investir em certas aplicações financeiras e como esses investimentos crescerão ao longo do tempo.

Este crescimento é o dinheiro deles fazendo dinheiro. É praticamente um dinheiro grátis, mas o custo disso é abrir mão de gastos desnecessários nesse meio tempo.

Assim, eles adquirem o hábito de investir dinheiro e isso vai ajudá-los a alcançarem seus objetivos mais rapidamente.

#5 – Ensine-os sobre a elaboração de um orçamento

Não precisa ser um orçamento muito complicado, mas o que você realmente quer ensinar a eles é como planejar seus gastos, ao invés de ter um bom montante de dinheiro que vai diminuindo a cada compra impulsiva.

Algo realmente muito simples, como, por exemplo, R$ 30 para a poupança para um bicicleta, R$ 30 para investir no objetivo de longo prazo, R$ 20 para o presente de aniversário da mãe e R$ 30 para gastar livremente.

Então ensine-os como separar o dinheiro e como mantê-lo focado em cada um dos objetivos planejados.

Faça com que seja simples e fácil, para que eles não cresçam pensando que orçamentos são difíceis e trabalhosos (como muitos de nós pensamos até hoje).

Caso o orçamento se torne um hábito agora, a recompensa será imensa quando eles crescerem.

#6 – Ensine-os a pagar contas

Seu filho adolescente tem um celular? Quem pagar a conta?

Dê a eles o montante orçado para ser gasto mensalmente e autorize que ele pague a conta a cada mês.

Se eles atrasarem o pagamento, o serviço será cortado. Eles aprenderão a pagar a conta em dia.

Você pode incluir também os pagamentos referentes ao carro (se eles já dirigirem), TV a cabo ou Internet.

Se você deixá-los pagarem quaisquer uma dessas contas, provavelmente vai querer monitorá-los para ter certeza que estão realmente pagando as contas.

#7 – Ensine-os sobre os perigos das dívidas

Essa provavelmente não é uma lição que eles compreenderão aos seis anos de idade, mas quando forem adolescentes, certamente conseguirão entender o conceito.

Você precisará discutir assuntos relacionados a empréstimos, cartões de crédito e outros tipos de endividamento.

Se você quiser que eles aprendam na prática, basta dar um cartão de crédito com limite bem baixo, para que eles possam pagar a fatura.

Eles rapidamente aprenderão que pagar a fatura mensal do cartão de crédito reduzirá quanto eles poderão gastar com outras coisas e como este tipo de dívida pode comprometer o orçamento do mês.

#8 – Ensine-os que ganhar mais dinheiro aproximam-nos de seus objetivos

Se você possui objetivos financeiros, pode reduzir seus gastos para alcançá-los mais rapidamente… E você também pode ganhar mais dinheiro para isso.

Seus filhos devem começar a aprender essa lição enquanto jovens, através de uma renda extra. Essa renda não deve vir de tarefas domésticas, pois eles precisam aprender a contribuir dentro de casa sem esperar qualquer retorno financeiro.

Aqui no Brasil isso não é tão comum quanto nos EUA, onde jovens cortam a grama de quintais da vizinhança, cuidam dos filhos dos vizinhos quando estão fora de casa, ou mesmo lavam os carros de outras pessoas.

Ainda assim, é possível passear com animais de estimação ou dar aulas particulares, por exemplo.

#9 – Ensine-os sobre os efeitos da publicidade e do consumismo

Isso é algo que deveria ser ensinado tanto em casa quanto na escola, dado que a maioria de nós cresce sem tomar ciência dos efeitos que a publicidade, o marketing e o consumismo têm sobre nós e sobre nosso padrão de consumo.

Essa é geralmente a raiz dos nossos problemas financeiros, independente de sermos jovens ou adultos.

Ensine-os sobre o objetivo da publicidade: fazer com que compremos produtos ou serviços, levando-nos a gastar nosso dinheiro.

Mostre como a psicologia do consumo nos afeta, fazendo com que gastemos nosso dinheiro.

Converse também sobre consumismo, e como ele nos prejudica financeiramente, como não é algo saudável e, sobretudo, como ele nos leva a encher nossa casa de coisas caras e totalmente dispensáveis.

#10 – Ensine-os sobre a compra por impulso

Bem parecida com a lição anterior, a compra impulsiva é a consequência da publicidade e da psicologia de consumo.

Ensine seus filhos a refletir antes de comprar e a reconhecer os sinais da compra por impulso.

Uma boa estratégia é usar uma lista onde devemos listar as coisas supérfluas que queremos comprar e esperar por 30 dias para tomar a decisão.

Ensine-os também a evitar shopping centers e sites de ecommerce (compras pela internet).

Por fim, explique também que não há necessidade de comprar coisas caras (carros, roupas, sapatos, smartphones…) para ficar “bem na fita” aos olhos dos outros.

Conclusão – Recapitulando…

Nunca é tarde para aprender e mudar nossos hábitos financeiros.

Se você acha que demorou demais para aprender a organizar sua vida financeira, não deixe que isso aconteça com seus filhos.

Para ensiná-los, procure seguir esses quatro princípios:

  1. Eduque-se financeiramente;
  2. Seja um exemplo;
  3. Ensine um hábito de cada vez;
  4. Permita que eles aprendam por conta própria.

Com esses princípios em mente, aqui estão dez lições que você pode ensinar aos seus filhos sobre como lidar com o dinheiro:

  1. Dê a eles o controle do dinheiro;
  2. Ensine-os a poupar para conquistar objetivos financeiros;
  3. Ensine-os que reduzir gastos permite que objetivos sejam alcançados mais rapidamente;
  4. Ensine-os como o dinheiro pode fazer dinheiro;
  5. Ensine-os sobre a elaboração de um orçamento;
  6. Ensine-os a pagar contas;
  7. Ensine-os sobre os perigos das dívidas;
  8. Ensine-os que ganhar mais dinheiro aproximam-nos de seus objetivos;
  9. Ensine-os sobre os efeitos da publicidade e do consumismo;
  10. Ensine-os sobre a compra por impulso.

Como você pode perceber, a base para tudo isso é adquirir conhecimento sobre educação financeira.

 

As 12 grandes cidades mais ricas do mundo

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Postado Originalmente em exame.abril – por João Pedro Caleiro

 

São Paulo – Você já ouviu falar em Hartford? E em Bridgeport?

Pois elas são algumas das cidades mais ricas do mundo, de acordo com uma lista do Brooking Institution que contempla as 300 maiores áreas metropolitanas do mundo.

A única cidade do top 12 de PIB per capita que fica fora do eixo Estados Unidos – Europa Ocidental é Macau. A capital chinesa do jogo já é mais rica que a Suíça e ficou em primeiro lugar no ranking de performance econômica.

A China, aliás, emplacou metade do top 15 das cidades que mais crescem. O Brasil, que tem 11 representantes entre as 300, só aparece na segunda metade da lista – e com São Paulo entre as 20 piores.

Veja o PIB per capita, o crescimento desse índice no período 2013-2014 e a população das 12 cidades mais ricas do mundo:

1. Zurique, Suíça

Dados
PIB per capita US$ 82.410
Crescimento 2013-2014 0,40%
População 380 mil

 

2. Oslo, Noruega

Dados
PIB per capita US$ 82.040
Crescimento 2013-2014 1,40%
População 630 mil

 

3. San Jose, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 77.440
Crescimento 2013-2014 0,20%
População

 

4. Hartford, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 76.510
Crescimento 2013-2014 0,30%
População 125 mil

 

5. Genebra, Suíça

Dados
PIB per capita US$ 74.580
Crescimento 2013-2014 0,30%
População 469 mil

 

6. Paris, França

Dados
PIB per capita US$ 70.760
Crescimento 2013-2014 0,30%
População 2,2 milhões

7. Boston, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 70.390
Crescimento 2013-2014 0,50%
População 645 mil

8. Bridgeport, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 68.570
Crescimento 2013-2014 -0,20%
População 147 mil

9. Washington DC, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 68.530
Crescimento 2013-2014 -1,50%
População 658 mil

10. Seattle, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 67.830
Crescimento 2013-2014 0,10%
População 652 mil

11. Macau, China

Dados
PIB per capita US$ 67.780
Crescimento 2013-2014 8,00%
População 837 mil

12. São Francisco, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 66.790
Crescimento 2013-2014 -0,50%
População 837 mil

 

 

O que esperar do Dólar em 2016? Ele vai mesmo bater R$5,00?

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Postado Originalmente em dinheirama.com – Por José Castro

 

O ano de 2016 se inicia e já somos questionados com frequência nas mesas de operações da corretora pelos clientes a respeito do dólar. A pergunta se repete: “O dólar vai subir mais ou vai cair”? Na realidade esta é uma pergunta impossível de responder com 100% de certeza – seria irresponsabilidade afirmar o “caminho” neste sentido.

Para entendermos mais sobre este assunto, primeiro precisamos saber por que o dólar sofre variações do seu preço e também quais são os motivos (internos e externos) que causam esta oscilação tão comentada no mercado e nos jornais, e que afeta diretamente nossa economia e empresas.

Qual o motivo do dólar sofrer tantas variações?

A variação na cotação do dólar nada mais é do que o resultado da entrada e saída desta moeda no país; por exemplo, grande parte dos investimentos realizados por outros países no Brasil é feito em dólar, seja para comprar ativos na bolsa de valores, investimentos diretos, pagamento para empresas exportadoras e por aí vai.

Quando entra no país, este dinheiro é convertido para Real e estes dólares ficam guardados sob controle do Banco Central (reservas) ou com instituições financeiras que intermedeiam estas operações de remessas vindas do exterior.

Quanto mais recursos em dólares entram no Brasil, maior é a quantidade de moeda estrangeira circulando. Ora, se temos uma quantia grande desta moeda entrando e pouca saindo, a oferta supera a demanda, pressionando a cotação do dólar para baixo (o dólar fica mais barato).

Se por algum motivo há uma saída maior do que a entrada, isso significa que as pessoas estão comprando mais dólares do que vendendo, o que causa o efeito contrário: demanda maior que oferta e, por consequência, a valorização do dólar frente ao real (o dólar fica mais caro).

Este mecanismo que permite a livre negociação da moeda é chamado de câmbio flutuante. Ainda que os preços oscilem de forma livre, o sistema muitas vezes sofre interferências através do Banco Central que pode realizar leilões de venda ou compra de dólares para intervir nas cotações com o objetivo de estabilizar o preço da moeda.

A dinâmica que influencia o dólar

Agora que já entendemos o porquê da oscilação do Dólar, precisamos ter claro o que motiva este movimento no mercado. Para receber investimentos externos, o país precisa ter uma combinação atrativa de risco-retorno para quem investe.

Explico de outra forma: se eu sou um investidor americano e pretendo comprar participação de uma empresa brasileira, vou levar em conta a estabilidade econômica e política desta região, a legislação e outros aspectos inerentes aos negócios no país. Farei isso justamente para ter a certeza de que o meu dinheiro terá uma rentabilidade adequada frente ao risco, não correndo perigo de perder dinheiro em um negócio mau feito.

Outro tema que atrai ou não recursos para o país é a taxa de juros, e temos o Brasil como um exemplo clássico de país que faz grande uso deste instrumento de política monetária. Hoje temos uma das taxas de juros mais altas do mundo, 14,25% a.a., enquanto que em países como EUA a taxa está em 0,5% a.a.

Nossa taxa torna o país mais atrativo para investimentos em títulos do governo, e a taxa elevada justifica o risco Brasil. Quando o Banco Central eleva a taxa de juros, ele não está apenas freando o consumo para conter a inflação, ele está também atraindo capital externo que pressiona a cotação do dólar para baixo, influenciando também na inflação, pois produtos importados ficam mais baratos.

 

Porém, se o país passa por crises econômicas, políticas e perde grau de investimento (que é visto como selo de bom pagador e representa segurança), ele fica muito arriscado na visão dos investidores. Nestes casos, é natural haver fuga de capital desta economia para outras mais seguras, causando valorização do dólar e outras moedas. O Brasil vive algo assim neste momento.

Mas, e aí, o dólar vai subir ou vai cair?

Segundo o Relatório Focus, divulgado no dia 15/01/2016 pelo Banco Central, as instituições financeiras pesquisadas projetam a cotação da moeda a R$ 4,25 em 2016. Alguns analistas acreditam que a moeda possa chegar a R$ 5,00.

Preciso reforçar: é impossível prever com exatidão qual será a variação do dólar no futuro, já que são inúmeras variáveis que podem gerar oscilação no câmbio. No entanto, sempre podemos analisar fatores que contribuem para isso.

Nos últimos doze meses, o dólar valorizou algo em torno de 60%! Dificilmente teremos uma alta da mesma magnitude, inclusive porque os nossos juros ainda devem subir um pouco em 2016 (projeta-se algo em torno de 15,25% a.a.), o que atrairá capital externo para o país.

Sim, é verdade que a elevação dos juros nos Estados Unidos estimula movimentos de fuga de dólares para lá, mas a elevação será pequena e gradual, o que não deverá causar uma saída tão acelerada de dinheiro para o país.

Atualmente o Brasil está “mau na foto” e teremos um ano difícil pela frente, porém alguns economistas acreditam que peças já vão se encaixar em 2016, o que deverá trazer a inflação para níveis mais baixos ao mesmo tempo em que provocará uma reação (lenta) do PIB.

Claro que as incertezas políticas e o risco de mais rebaixamentos podem causar desconfianças, pressionando fortemente o dólar para cima (aqueles R$ 5,00 de alguns analistas), mas dificilmente veremos uma elevação tão expressiva como nos últimos 12 meses. Certeza sobre isso, ninguém tem.

 

Como Mudar a Mentalidade, Opiniões e Hábitos de Parentes e Amigos.

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Postado Originalmente em clubedospoupadores – Leandro Ávila

A mudança de maus hábitos é um processo possível quando a pessoa tem consciência do mau hábito, tem convicções fortes de que precisa mudar e tem força de vontade para promover a mudança. Quando a pessoa não tem consciência, não está convencido de que precisa mudar ou não tem força de vontade é praticamente impossível que qualquer esforço externo gere resultados.

O homem já descobriu como modificar a matéria, já descobriu como modificar o código genético dos seres vivos, mas ainda não descobriu como ajudar alguém que não quer receber ajuda. Ainda não sabemos como modificar a mentalidade, opiniões e hábitos de uma pessoa que não está disposta a mudar.

Desde a formação dos primeiros grupos humanos, quando vivíamos dentro de cavernas, as pessoas tentam mudar a mentalidade das outras. Com esse objetivo desenvolvemos a linguagem, a escrita, o papel, livros, rádio, televisão e internet. As religiões surgiram com seus mandamentos e os filósofos com suas teorias que depois se tornariam o que chamamos de ciência.

Infelizmente, nem os livros, nem as religiões e muito menos a ciência é capaz de mudar alguém que não quer mudar. É devido a essa característica humana que existem tantas guerras. Quando você tenta impor a sua visão de mundo, (de maneira forçada) isso se transforma em conflitos. Esses conflitos podem ter proporções familiares e, em alguns casos, podem ter proporções mundiais (gerando as guerras).

O único caminho para mudar a mentalidade de alguém é através da paciência. As pessoas não mudam com palavras lidas ou ouvidas. Elas só mudam com palavras vividas. Elas mudam depois que passam por suas próprias experiências e conhecem bons exemplos a serem seguidos. Isso leva muito tempo, muitas vezes pode levar uma vida inteira. Para quem acredita em múltiplas existências, pode demorar muitas vidas.

A origem desse problema esta na visão de mundo que cada um carrega. Cada pessoa tem uma coleção diferente de experiências que formam uma bagagem. No meio de uma multidão não existem duas pessoas iguais, pois cada uma carrega dentro de si uma bagagem de experiências, observações, informações e conhecimentos. Cada pessoa acaba enxergando o mundo de uma maneria totalmente diferente da outra.

Por mais óbvio que possa parecer a ideia de que não podemos gastar tudo que ganhamos, que devemos guardar um pouco para o futuro, que devemos acumular patrimônio e não dívidas, que devemos ter prudência, que devemos ter reservas, que devemos ser organizados financeiramente, existem pessoas que não acreditam em nada disso. Ela possuem várias crenças, motivos, desculpas, lembrança que justificam a maneira como enxergam a realidade. Muitas vezes as pessoas criam realidades paralelas.

O problema fica mais grave quando estas pessoas encontram muletas. As muletas são parentes e amigos que vão oferecer ajuda impedindo que a pessoa aprenda a andar com as próprias pernas. Impedindo que a pessoa sofra as consequências da visão de mundo que ela está carregando (sofrimento educativo).

Imagine como seria trágico se todos os pais resolvessem presentear os filhos pequenas com muletas quando estivessem aprendendo a andar. Sem experimentar e sem cair para poder levantar é impossível aprender a andar. As pessoas precisam aprender a andar com as próprias pernas e não com as muletas.

Já mostrei esse vídeo em outros artigos. É importante mostrar novamente para que você entenda que as pessoas que te rodeiam não compartilha a sua visão da mundo. Mudar essa visão de mundo é um processo demorado e trabalhoso. A pessoa precisa querer mudança e para desejar essa mudança ela precisa ter as próprias experiências. Só assim ela poderá validar ou refutar suas crenças.

Precisamos ter paciência para entender que nem todo mundo está preparado para uma mudança de mentalidade. A maioria dos meus amigos e parentes não sabe que realizo esse trabalho de educação financeira aqui no Clube dos Poupadores. Os poucos que sabem não entendem a magnitude. Não perco energia tentando ensinar para quem não quer aprender, convencer quem já está convencido, ajudar quem não deseja ajuda, falar para quem não quer ouvir. Isso só me transformaria em um chato.Se você tentar “catequizar” pessoas próximas sobre educação financeira, provavelmente fará papel de chato(a). As pessoas precisam estar preparadas para uma mudança mensal.

Já mostrei essa animação em artigos anteriores. Ela mostra como é importante ter as próprias experiências ou saber observar e considerar a opinião daqueles que já viveram ou observaram situações que você ainda não viveu….

 

 

Coloque a cabeça para funcionar e faça de 2016 um ano mais próspero

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Postado Originalmente em dinheirama – Danylo Martins

Começo de ano parece sempre igual, já reparou? Traçamos planos para o novo ciclo e ficamos confiantes de que, sim, vamos chegar ao fim de dezembro com a listinha de metas mais que cumprida. O problema é que esse apanhado de objetivos vai para uma gaveta e se perde em meio à correria do dia a dia.

Não sei você, leitor, mas comigo essa situação já se repetiu, muito embora eu tenha conseguido realizar pelo menos alguns dos itens que havia estabelecido na lista para o novo ano.

Mas, então, como conseguir cumprir essas promessas que você faz para si mesmo, pensando principalmente em mudanças na vida financeira? Obviamente que não tenho uma receita de bolo, daquelas infalíveis, que vivem propagando por aí.

Planejar as finanças vale para todo mundo

Parece banal, mas o passo mais importante você já deu ao estabelecer metas para um ano mais próspero. Veja que falei de prosperidade, não de riqueza. Por isso, não me venha com aquela história de que é impossível traçar um planejamento financeiro com pouco dinheiro.

Sou testemunha de histórias incríveis de pessoas que, com pouca grana (pouca, mesmo), vivem muito melhor do que colegas e amigos mais endinheirados, adeptos do prazer instantâneo e da tão famosa ostentação.

Por falar em ostentar, está aí um dos hábitos que mais atrapalham seu caminho rumo à prosperidade. Você pode me perguntar: “Terei de abrir mão do conforto com o qual estou acostumado?”. E eu responderei, sem sombra de dúvidas, que “não”. Não é preciso abandonar a qualidade de vida para ter uma situação financeira mais saudável.

Cortar cafezinho não vai resolver o problema

Como sempre escrevo no blog e falo nas entrevistas que concedo, desconfie das regrinhas de finanças pessoais que afirmam categoricamente: corte os cafezinhos ou a pizza do fim de semana.

Em números, isso pode até funcionar, afinal você está deixando de gastar uma boa grana, mas será que vale a pena eliminar o que te garante prazer? Você não vai sofrer muito mais? Será mesmo que esse dinheiro economizado vai ser bem aproveitado ou será apenas trocado por outros gastos desnecessários? Por isso, corte despesas supérfluas que não arruínem sua qualidade de vida.

Quer um exemplo? Seu plano de TV por assinatura tem canais para todos os gostos – esportes, filmes, infantis –, o que parece ser um excelente passatempo. Só que para ter acesso a esse pacote recheado, você desembolsa uma boa quantia todo mês, mas nem percebe porque tornou-se um hábito “ter TV por assinatura”. O vizinho tem, o cunhado também tem, por que você não teria, não é?

O problema é que, na maioria dos casos, mantemos um plano caríssimo sem usá-lo ou, como nesse exemplo, você apenas assiste às emissoras abertas e a uma meia dúzia de canais fechados.

Resolução para o novo ano mais próspero: procurar um plano mais barato ou simplesmente usar serviços mais em conta e que têm a mesma função, como Netflix. Pode parecer radical, mas eu, por exemplo, nem TV tenho. Um notebook supre minhas necessidades de trabalho e lazer.

Leitura recomendadaO dinheiro não dura o mês inteiro? Confira 4 passos para sair do sufoco

Seja grato pelo que você já conquistou

Mudar a forma como enxergamos nossa vida financeira e, consequentemente, conseguir trocar hábitos ruins por outros mais saudáveis é trabalhoso, assim como também é garantir o salário de cada mês.

Aliás, você já parou para pensar que aqueles números na sua conta corrente não são apenas parte de um simples extrato bancário? Cara pálida, aquilo ali é fruto do seu suor!

Você deu duro 8h, 9h, 10h (ou até mais) por dia para conquistar (isso, CONQUISTAR!) uma renda. Por isso, agradeça pelo dinheiro recebido mensalmente, que serve para você criar sua realidade, seja sozinho, seja ao lado de sua família.

Independentemente de crença religiosa, saiba que a gratidão é muito importante para nossa evolução. E para o desenvolvimento financeiro, não é diferente. Ser grato por tudo que você já conseguiu conquistar ajuda a trocar o pensamento, esse danado que comanda nossas ações.

Crie sua realidade financeira

Já que estamos falando em ação, é hora de arregaçar as mangas rumo a um ano de muita prosperidade. Sabe a listinha de metas que falei no começo do texto? Detalhe-a bem, coloque prazos para esses objetivos, estabeleça recompensas quando alcançá-los e agradeça quando concluir cada plano.

Em resumo, não há uma receita de bolo para prosperar, o que existe é a maneira como você enxerga as coisas e cria sua realidade financeira.

Para 2016, desejo que você consuma em menor quantidade, mas com mais qualidade e responsabilidade; poupe mais e invista melhor; seja grato por tudo que conseguir realizar. Agora é com você (e comigo também, porque todos precisamos colocar a cabeça para funcionar)!

 

Janeiro, o mês das despesas (e como dar conta dele do jeito certo!)

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Postado Originalmente em dinheirama.com – Por Samuel Magalhães

O tão esperado ano de 2016 chegou! Para quem estava de saco cheio de 2015, eis que estamos enfim em 2016. Ano novo, novos projetos, novas expectativas, mas algo permanece exatamente igual: as elevadas despesas do mês de janeiro.

Além das contas – que não são poucas – que precisamos pagar tradicionalmente todo santo mês, em janeiro surgem despesas extras para “reforçar” o nosso orçamento. Matrículas de escolas e faculdades, compra de material escolar, IPVA, IPTU, sem falar nos parcelamentos que foram feitos para bancar os presentes, festas e viagens de fim de ano e que começam a surgir na fatura do cartão.

Se você tem os hábitos da maioria dos brasileiros, é provável que, além de não ter economizado seu décimo terceiro salário para ajudar nas despesas do início do ano, você também tenha gastado além da conta no mês passado.

Resumindo: seu ganho extra já foi embora, mas as despesas extras continuam aí para serem pagas. O que fazer então nessa hora?

Como diria Chico Xavier em um de seus belos poemas: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. É isso que você precisa fazer! É isso que eu preciso fazer! É isso que qualquer pessoa que saiu da linha precisa fazer: começar agora e fazer um novo fim – sem dívidas, de preferência.

Os problemas – contas – já estão aí! Choramingar não irá resolvê-los. O que precisamos fazer é encontrar uma maneira de solucionar esses problemas para que eles não se acumulem e virem uma “bola de neve”. Acredite, o resultado disso nunca é bom.

De maneira prática, existem duas formas de solucionar essa questão: reduzindo as despesas ou aumentando as receitas.

Como surgiram gastos extras, uma das alternativas que você possui para não ficar no vermelho é segurar as pontas. Reduzir ao máximo todas as suas outras despesas do mês. Alimentação, transporte, lazer, tudo precisa ser reduzido para que você consiga comportar no seu orçamento atual as novas despesas sem se tornar inadimplente.

A outra alternativa que você tem à sua disposição é aumentar suas receitas. Nada melhor para combater uma despesa extra do que uma renda extra. Assim, você não precisaria reduzir seus demais gastos, pois sua nova renda supriria as suas necessidades.

Talvez você esteja pensando: “Bacana, achei interessante, mas como conseguir essa renda extra? Eu já passo o dia trabalhando, não tenho tempo para mais nada. Não sei fazer outra coisa, a não ser o que eu faço”. Pois é, conseguir uma renda extra vai exigir esforço extra da sua parte.

Você vai precisar sair da sua zona de conforto e procurar alguma alternativa que possa ajudar nessa tarefa. Fazer algum “bico” aos finais de semana, trabalhar com a venda de algum tipo de mercadoria ou, quem sabe, se desfazer daquele monte de tralha que está aí entulhada na sua casa através da Internet. Lembre-se: todo dinheiro que entrar será de grande valia.

Por segurança, sugiro que você trabalhe tanto na redução das despesas quanto na busca por novas receitas. Se um não funcionar muito bem, pelo menos ainda te restará o outro. E, por favor, no próximo fim de ano, gaste com parcimônia. Começar o ano neste aperto ninguém merece!

 

9 dicas para organizar suas finanças em apenas um dia

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Postado Originalmente em EXAME.COM – Por Marília Almeida

São Paulo – Que tal começar o ano tomando as rédeas de sua situação financeira?

Ao contrário do que se possa imaginar, não é necessário muito tempo disponível para organizar o orçamento pessoal. Bastam algumas horas para realizar alguns telefonemas e pesquisas necessários para colocar a finanças nos trilhos. O segredo é focar em pequenas decisões que tenham grande impacto no orçamento.

Veja a seguir nove dicas para gerenciar melhor o dinheiro em apenas um dia:

1) Pare de procrastinar

Sentimentos negativos, como o medo, podem nos levar a evitar determinadas situações. Mas é importante não esquecer que o primeiro passo para melhorar o orçamento é encarar os problemas.

As finanças comportamentais, vertente da psicologia econômica que estuda as emoções que influenciam nossas decisões financeiras, explicam por que temos uma tendência a procrastinar tarefas. Um dos vieses comportamentais (formas de agir) verificados nesse campo de estudo é o viés da inércia, que nada mais é do que uma crença infundada que as pessoas têm na capacidade de realizar as coisas no futuro. Isso explica porque você sempre deixa seu planejamento financeiro para depois e vive postergando outras pendências.

Está deixando alguma tarefa para depois? Interrompa esse ciclo. Executar a obrigação trará alívio e pode evitar dores de cabeça maiores no futuro.

2) Faça aplicações automáticas

Se você não tem disciplina para poupar, uma maneira efetiva de se forçar a guardar dinheiro é fazer com que as aplicações periódicas sejam direcionadas de forma automática para uma conta poupança ou outro tipo de investimento.

Ao definir uma meta financeira, verifique quanto você precisará economizar por mês para atingir o objetivo e agende a aplicação em débito automático para a mesma data que você recebe o seu salário.

Muitos bancos oferecem esse tipo de funcionalidade para investimentos na caderneta de poupança, já as aplicações automáticas em ações, em títulos públicos e outros ativos podem ou não ser oferecidas pela corretora ou pelo banco. Por isso, vale a pena conversar com seu gerente ou consultor de investimentos para verificar se esse tipo de serviço é oferecido e, caso não seja, avalie se outros bancos e corretoras podem ser mais eficientes nesse sentido.

3) Corte despesas

Sente que está pagando caro pelo plano de TV por assinatura e nem tem tanto tempo para ver boa parte da programação incluída no serviço? Despesas como essa, que são pagas todos os meses, mas são subutilizadas, devem ser revistas ou cortadas como forma de aliviar o orçamento.

Também devem entrar nesse cálculo serviços que podem passar a ser feitos sem a contratação da mão de obra de terceiros, como a faxina da casa.

Ao se deparar com despesas que não possam ser cortadas, como serviços de telefonia, por exemplo, um caminho para reduzir gastos é buscar renegociar os valores cobrados. Uma maneira eficiente de obter descontos é levantar preços cobrados pela concorrência e verificar se a empresa está disposta a cobrir o preço dessas ofertas.

4) Negocie tarifas

Quem acredita que uma tarifa cobrada pelo banco ou outro prestador de serviço não é justa não deve hesitar em reclamar.

Se a taxa for indevida e estiver sendo cobrada por um erro, é possível exigir a devolução dos valores corrigidos. Mas, mesmo que sua cobrança seja permitida por lei, tente negociar sua suspensão ou ao menos um desconto do valor. Para que a negociação seja bem-sucedida, uma boa dica é ressaltar o bom relacionamento que você tem com a empresa.

5) Comece a investir

Investir é fundamental para atingir metas e a formar uma boa reserva financeira para o período da aposentadoria.

Investidores iniciantes podem começar a aplicar seu dinheiro de forma rápida emplataformas de corretoras, que intermediam a compra de ações e títulos de renda fixa. Com linguagem simples, os sites permitem investir em ações, Tesouro Direto e fundos de investimento com poucos cliques.

Não é necessário juntar muito dinheiro para começar a investir. Alguns tipos de investimentos, como o Tesouro Direto, exigem aplicações de apenas 30 reais (veja o passo a passo para começar a investir no Tesouro Direto).

6) Faça um aporte adicional para quitar dívidas

Se você tem dívidas para pagar, como o financiamento do automóvel ou da casa, e tem recursos disponíveis para amortizar o pagamento, não pense duas vezes. Como os juros cobrados nas dívidas costumam ser superiores aos juros que você poderia obter ao fazer um investimento, pagar a dívida quase sempre será o destino mais vantajoso para o seu dinheiro.

É um consenso entre especialistas que, na hora de amortizar débitos, sejam priorizadas as dívidas que cobram as maiores taxas de juros ou aquelas que podem levar a perda de bens ou corte de serviços (veja quais dívidas devem ser priorizadas).

7) Evite gastar durante 24 horas

Se não sobrou dinheiro para investir ou realizar um pagamento adicional para amortizar uma dívida, tente ficar um dia sem gastar nada.

Para isso, vale levar comida para o trabalho, pedindo carona a um amigo para chegar até a empresa e ficar longe do cartão de crédito.

O exercício não precisa ser levado ao pé da letra. O mais importante é encará-lo como uma forma efetiva de verificar quais gastos diários podem ser, de fato, evitados, separando as despesas que são necessárias daquelas supérfluas, mas que acabaram se tornando um hábito.

8) Encontre uma taxa de juros melhor

Quem está pagando uma dívida deve buscar reduzir a taxa que está sendo paga, enquanto quem investe pode tentar melhorar o rendimento obtido na aplicação.

No caso de financiamentos e empréstimos, instituições financeiras podem conceder descontos nas taxas de juros para quem paga as prestações em dia, por exemplo.

Caso o banco não se mostre aberto a esse tipo de negociação, é sempre possível realizar a portabilidade da dívida para outra instituição financeira que cobre uma taxa menor pelo crédito (conheça as regras para migrar a sua dívida para outro banco).

Para quem quer encontrar uma instituição financeira que ofereça uma remuneração maior em um determinado tipo de investimento, aplicativos como oRenda Fixa podem facilitar essa pesquisa. A ferramenta mostra aplicações oferecidas por 20 corretoras em diversas categorias e aponta quais são as mais rentáveis.

9) Defina um objetivo financeiro e elabore um plano

Quer comprar uma casa ou estudar no exterior? Definir um objetivo e pesquisar os meios para atingi-lo é um grande incentivo para continuar a manter o orçamento em ordem daqui para a frente.

O plano não precisa ser totalmente elaborado em apenas um dia, mas é importante ter ao menos uma visão inicial do que será necessário para alcançar a meta definida.

 

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