Month: fevereiro 2016

Cartão pré-pago garante inclusão financeira e mais segurança nas compras

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Benefício reduz riscos e possibilita compras e transações financeiras sem dinheiro vivo a quem não tem acesso a bancos

Postado Originalmente em Gazeta do Povo – Por Adriana Brum

O conceito de “dinheiro de plástico” surgiu há mais de 60 anos, com os cartões de crédito. Mas para muitos, comprar sem dinheiro vivo resultou em perda do controle das finanças pessoais: em outubro, 85,7% dos paranaenses estavam endividados, diz o diretor de planejamento e gestão da Fecomércio-PR, Rodrigo Rosalem.

Uma das novidades para transações financeiras sem dinheiro é o cartão pré-pago, que permite fazer todos os tipos de compra, saques, receber depósitos sem a necessidade de um vínculo bancário, sem fatura ou cobrança de juros. O serviço é oferecido gratuitamente no cartão Metrocard aos usuários da Rede Metropolitana de Transporte.

Ao ver a bandeira MasterCard no seu cartão Metrocard, o balconista Deibi Moreno, 34 anos, percebeu que poderia usá-lo não só para pagar a passagem de ônibus e imediatamente habilitou o serviço: “Gostei da ideia de um cartão que insiro valores para usar no comércio. Compro via aplicativos no celular e internet usando meu cartão pré-pago sem me preocupar com risco de fraudes”, diz.

O presidente da Associação Metrocard, entidade que gerencia a bilhetagem do transporte na Rede Metropolitana, Lessandro Zem, destaca que a segurança foi um dos fatores que levaram a entidade a firmar a parceria com a MasterCard. “O usuário tem dois serviços em um só cartão: paga o transporte e faz compras na farmácia, banco, panificadora. E tem mais segurança no ônibus: de nada adiantaria o passageiro ter seu cartão de vale-transporte se carrega dinheiro consigo”, destaca.

O cartão pré-pago surge também como forma de fazer a inclusão financeira, diz o economista Daniel Poit. “É atrativo para quem não tem acesso ao cartão de crédito ou débito, por falta de renda ou outros motivos. Donos de empresas podem usar o pré-pago para oferecer um bônus ou gratificação aos funcionários”, sugere.

As facilidades tendem a aumentar, aponta o diretor executivo da AcessoCard, empresa que fabrica e gerencia o serviço, Sérgio Kulikovsky. “Estamos colocando a recarga em bancas de jornais, nos associando com casas lotéricas”, conta.

Facilidades

Um terço dos usuários do cartão Mertrocard deve ativar a função pré-pago até o final de 2016, estima o CEO da AcessoCard, Sérgio Kulikovsky. Conheça as facilidades do serviço:

Saques

É possível sacar dinheiro em qualquer banco eletrônico da rede Cirrus.

Sem amarras

O cartão pré-pago não gera fatura ou juros, não exige idade mínima, comprovação de renda ou consulta a SPC ou Serasa.

Empreendedorismo

Permite emitir boletos.

Segurança

Dispensa o uso de dinheiro vivo nas transações. Tem menor risco de fraude em compras online.

Controle

Gastos são acompanhados pela internet ou SMS.

Custos

Mais baixos do que a da manutenção de uma conta bancária.

Contas distintas

O valor do pré-pago não se vincula ao dos vales-transportes.

Bonificação

Os usuários participam do MasterCard Surpreenda, programa de pontos revertidos em benefícios.

CINCO PASSOS

Aprenda a ativar seu cartão Metrocard como um cartão pré-pago.

1 SERVIÇO OPCIONAL

O cartão Metrocard, para o uso no transporte coletivo da Rede Metropolitana Integrada, vem com a função pré-pago inclusa. Esta opção só será usada em transações financeiras se for ativada por seu proprietário. Confira:

2 ATIVAÇÃO VIA INTERNET

  • Acesse o site www.cartaometrocard.com.br
  • Clique no botão “Acesso Card”, no menu localizado na parte superior da página.

3 DESBLOQUEIO

Vá até a seção “Desbloquear”, em “Clique aqui” e informe:

  • Seu CPF;
  • Número do seu cartão Metrocard;
  • Código de verificação (verso do cartão);
  • Data de validade do cartão.

4 CADASTRAR SENHAS

Em seguida, crie uma senha de acesso ao sistema, com seis dígitos. Você receberá outra seenha provisória, de quatro dígitos, que será solicitada cada vez que o cartão for usado. Esta senha pode ser alterada pelo usuário.

5 RECARGA

A inserção de valores pode ser feita de quatro formas:

  1. Depósito identificado em bancos
  2. Boleto bancário
  3. Pagamento em débito de conta corrente
  4. Compra de créditos (casas loterias, supermercados Extra ou Pão de Açúcar)

Os créditos serão atualizados em até 48 h e podem ser usados em todos estabelecimentos conveniados à rede MasterCard do mundo.

Fonte: Redação; Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs); Museu do Cartão de Crédito; Daniel Poit, economista. Infografia: Gazeta do Povo.

DINHEIRO DE PLÁSTICO

Quando a ideia de pagar as contas sem usar dinheiro vivo surgiu, os cartões eram de papel e indicavam que quem os oferecia era “bom pagador”. Até chegar ao pré-pago, vão-se quase cem anos, em que se agregou tecnologia e novas opções de uso:

  • 1920 – Postos de gasolina, hotéis e outros estabelecimentos nos Estados Unidos passaram a permitir que seus clientes fiéis postergassem o pagamento.
  • 1949 – O norte-americano Frank McNamara, depois de se flagrar sem dinheiro na carteira para pagar a conta, convenceu 14 restaurantes da cidade a aceitarem um cartão, de cartolina, como garantia do pagamento. Depois, ele criou a Diners Club, pioneira no ramo de cartões de crédito.
  • 1955 – Os cartões passam a ser fabricados em plástico.
  • 1956 – O serviço de cartões chega ao Brasil, na modalidade de cartão de compra, aceito em um grupo seleto de restaurantes.
  • 1968 – O Bradesco lança o Elo, primeiro cartão de crédito brasileiro.
  • 1977 – Cada banco passa a emitir seu próprio cartão e esses ganham tarjas magnéticas.
  • 1983 – É lançado o cartão de débito.
  • 1990 – Surgem os primeiros “smart cards”, com chips de memória.
  • 1994 – O Plano Real estabiliza a moeda e promove o crescimento do uso dos cartões de crédito no Brasil.
  • 2000 – O mercado passa a oferecer cartões de compra com valor pré-definido, os vales-presentes.
  • 2014 – A quantidade de transações com cartões de crédito, em 2014, somou R$ 114,6 milhões no Brasil, 12,2% a mais que em 2013. O uso do débito aumentou em 15,8% em relação ao ano anterior, movimentando R$ 7,3 bilhões.

Fonte: Redação; Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs); Museu do Cartão de Crédito; Daniel Poit, economista.

10 Lições Para Você Ensinar a Seus Filhos Sobre Dinheiro

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Postado Originalmente em queroficarrico.com – Por RAFAEL SEABRA

Existem dois pontos interessantes sobre esse assunto:

  1. Lamentar-se por não ter aprendido antes como lidar com o dinheiro não adianta nada. O que vai mudar é se você colocar em prática (o quanto antes) tudo que tiver aprendido;
  2. Aproveite para ensinar tudo que está aprendendo aos seus filhos. Certamente será de grande valia para eles.

Ainda não tenho filhos, mas certamente planejo ensiná-los sobre dinheiro, mostrá-los o valor do dinheiro, ensiná-los hábitos financeiros saudáveis, além de permitir que eles aprendam por conta própria, e através do meu exemplo.

4 Princípios Básicos

Reconheço que ensinar como nossos filhos devem lidar com o dinheiro é algo controverso, pois certamente todos concordam que é algo essencial, mas, ao mesmo tempo, a forma como isso deve ser feito não é unânime.

De qualquer maneira, acredito que existem quatro princípios básicos que devem ser seguidos:

Princípio #1: Eduque-se financeiramente

Você não pode ensinar a alguém algo que você não sabe.

Aprenda o máximo possível sobre orçamento, poupar, investir, cortar gastos e controlar dívidas.

Com esse conhecimento adquirido, você certamente será um bom professor.

Princípio #2: Seja um exemplo

Uma coisa é você dizer o que seus filhos devem fazer. No entanto, se você estiver fazendo o oposto, eles certamente vão aprender mais através de suas ações que suas palavras.

Para ensinar como controlar os gastos, você também precisa fazer o mesmo.

Guie-os através de bons exemplos.

Princípio #3: Ensine um hábito de cada vez

Seus filhos não se tornarão especialistas financeiros da noite para o dia… Nem dentro de um mês… Ou mesmo em um ano.

Seu objetivo deve ser ensinar a eles essas lições durante toda sua infância e adolescência.

Dessa forma, ensine uma coisa de cada vez, até que eles tenham aprendido determinada habilidade, e só então passe para a próxima.

Não há pressa.

Princípio #4: Permita que eles aprendam por conta própria

Não é possível ensinar apenas dizendo o que deve ser feito.

Você precisa explicar como deve ser feito (com calma, uma coisa por vez), então deve mostrar (ensinar pelo exemplo) e, por fim, deve permitir que eles coloquem em prática determinado hábito.

Deixe que eles cometam erros. E então converse com eles sobre esses erros.

Assim, eles vão aprender bem cedo porque esses erros são realmente erros.

E se você fizer da forma correta, eles vão aprender hábitos muito melhores, por conta própria.

10 Valiosas Lições para Ensinar a Seus Filhos Sobre Dinheiro

Com esses quatro princípios em mente, aqui estão dez valiosas lições que você pode ensinar aos seus filhos:

#1 – Dê a eles o controle do dinheiro

Se as crianças não tiverem controle do dinheiro antes de se tornarem adultas, elas vão aprender que o dinheiro sempre será provido por alguém, e que elas não precisam ser responsáveis pelos seus gastos ou seu futuro.

E quando finalmente têm controle do seu próprio dinheiro, colocam em prática justamente isso: gastam irresponsavelmente e não se preocupam com seu futuro.

Ao invés disso, dê aos seus filhos o controle do dinheiro.

Uma sugestão muito interessante do Leo Babauta, do blog Zen Habits, é separar parte do dinheiro que já está no orçamento e passar o controle desse montante para seus filhos.

Por exemplo, se você gasta atualmente R$ 400 por mês comendo fora (pode ser qualquer outro elemento do orçamento), permita que seus filhos controlem R$ 100 desse montante.

E faça o mesmo com os gastos com roupas e brinquedos. Não adicione ao seu orçamento, mas aloque pequenas porções do seu orçamento para eles.

Permita que eles tenham completo controle sobre esse dinheiro.

O resultado dessa experiência é que eles provavelmente vão gastar mais com coisas supérfluas, num primeiro momento.

No entanto, quando eles quiserem outras coisas, terão que aprender a poupar dinheiro e fazer cortes em outras áreas.

Eventualmente, eles aprenderão como tomar decisões, através da tentativa e erro.

Pode levar um tempo, mas é melhor eles aprenderem agora do que quando forem adultos.

#2 – Ensine-os a poupar para conquistar objetivos financeiros

Uma vez que eles entenderem que podem fazer muito mais com o dinheiro, ao invés de apenas gastar com qualquer besteira, vão querer comprar alguma coisa maior que o montante que eles possuem em mãos.

Esse é o momento que você deve ensinar a eles sobre objetivos financeiros.

Você quer comprar um vídeo game? Bem, vamos descobrir quando ele custa. Agora vamos descobrir quanto você precisa poupar para comprá-lo. Se você poupar R$ 80 do seu orçamento mensal, poderá comprá-lo em 5 meses. Mas isso significa que você terá que cortar o McDonald’s e deixar de comprar pequenos brinquedos todas as semanas.

Você pode até criar um gráfico no computador, que mostre este objetivo, e pequenas metas que devem ser atingidas mensalmente.

Esta forma pode até deixá-los entusiasmados ao assistirem o crescimento de sua poupança.

#3 – Ensine-os que reduzir gastos permite que objetivos sejam alcançados mais rapidamente

Esta lição caminha de mãos dadas com a lição anterior.

Se você ensinar o conceito de objetivos financeiros, eles provavelmente vão aprender esta lição por conta própria.

As crianças são espertas o suficiente para descobrir isso: se eu quero alcançar um objetivo mais rápido, tenho que economizar mais… E significa gastar menos com outras coisas.

Mas vale a pena reforçar essa lição com uma discussão sobre gastos e economias, conversando com eles sobre a decisão que eles tomam todas as vezes que gastam dinheiro.

#4 – Ensine-os como o dinheiro pode fazer dinheiro

Esta é uma lição sobre investimentos, onde muitos de nós também podemos aprender.

Uma coisa é você investir e receber 10% de juros ao ano. Mas se seus filhos tiverem apenas objetivos de curto prazo, eles provavelmente não perceberão osjuros compostos em ação.

(Na verdade, muitos adultos não conseguem entender a importância dos juros compostos, justamente por pensarem que o ganho é mínimo)

Você então precisa fazer com que seu filho defina um objetivo de longo prazo. Se ele for adolescente, este objetivo pode ser uma viagem após a conclusão do Ensino Médio, a entrada para compra de um carro ou mesmo algo ainda menor.

Qualquer que seja o objetivo, ensine como eles podem investir em certas aplicações financeiras e como esses investimentos crescerão ao longo do tempo.

Este crescimento é o dinheiro deles fazendo dinheiro. É praticamente um dinheiro grátis, mas o custo disso é abrir mão de gastos desnecessários nesse meio tempo.

Assim, eles adquirem o hábito de investir dinheiro e isso vai ajudá-los a alcançarem seus objetivos mais rapidamente.

#5 – Ensine-os sobre a elaboração de um orçamento

Não precisa ser um orçamento muito complicado, mas o que você realmente quer ensinar a eles é como planejar seus gastos, ao invés de ter um bom montante de dinheiro que vai diminuindo a cada compra impulsiva.

Algo realmente muito simples, como, por exemplo, R$ 30 para a poupança para um bicicleta, R$ 30 para investir no objetivo de longo prazo, R$ 20 para o presente de aniversário da mãe e R$ 30 para gastar livremente.

Então ensine-os como separar o dinheiro e como mantê-lo focado em cada um dos objetivos planejados.

Faça com que seja simples e fácil, para que eles não cresçam pensando que orçamentos são difíceis e trabalhosos (como muitos de nós pensamos até hoje).

Caso o orçamento se torne um hábito agora, a recompensa será imensa quando eles crescerem.

#6 – Ensine-os a pagar contas

Seu filho adolescente tem um celular? Quem pagar a conta?

Dê a eles o montante orçado para ser gasto mensalmente e autorize que ele pague a conta a cada mês.

Se eles atrasarem o pagamento, o serviço será cortado. Eles aprenderão a pagar a conta em dia.

Você pode incluir também os pagamentos referentes ao carro (se eles já dirigirem), TV a cabo ou Internet.

Se você deixá-los pagarem quaisquer uma dessas contas, provavelmente vai querer monitorá-los para ter certeza que estão realmente pagando as contas.

#7 – Ensine-os sobre os perigos das dívidas

Essa provavelmente não é uma lição que eles compreenderão aos seis anos de idade, mas quando forem adolescentes, certamente conseguirão entender o conceito.

Você precisará discutir assuntos relacionados a empréstimos, cartões de crédito e outros tipos de endividamento.

Se você quiser que eles aprendam na prática, basta dar um cartão de crédito com limite bem baixo, para que eles possam pagar a fatura.

Eles rapidamente aprenderão que pagar a fatura mensal do cartão de crédito reduzirá quanto eles poderão gastar com outras coisas e como este tipo de dívida pode comprometer o orçamento do mês.

#8 – Ensine-os que ganhar mais dinheiro aproximam-nos de seus objetivos

Se você possui objetivos financeiros, pode reduzir seus gastos para alcançá-los mais rapidamente… E você também pode ganhar mais dinheiro para isso.

Seus filhos devem começar a aprender essa lição enquanto jovens, através de uma renda extra. Essa renda não deve vir de tarefas domésticas, pois eles precisam aprender a contribuir dentro de casa sem esperar qualquer retorno financeiro.

Aqui no Brasil isso não é tão comum quanto nos EUA, onde jovens cortam a grama de quintais da vizinhança, cuidam dos filhos dos vizinhos quando estão fora de casa, ou mesmo lavam os carros de outras pessoas.

Ainda assim, é possível passear com animais de estimação ou dar aulas particulares, por exemplo.

#9 – Ensine-os sobre os efeitos da publicidade e do consumismo

Isso é algo que deveria ser ensinado tanto em casa quanto na escola, dado que a maioria de nós cresce sem tomar ciência dos efeitos que a publicidade, o marketing e o consumismo têm sobre nós e sobre nosso padrão de consumo.

Essa é geralmente a raiz dos nossos problemas financeiros, independente de sermos jovens ou adultos.

Ensine-os sobre o objetivo da publicidade: fazer com que compremos produtos ou serviços, levando-nos a gastar nosso dinheiro.

Mostre como a psicologia do consumo nos afeta, fazendo com que gastemos nosso dinheiro.

Converse também sobre consumismo, e como ele nos prejudica financeiramente, como não é algo saudável e, sobretudo, como ele nos leva a encher nossa casa de coisas caras e totalmente dispensáveis.

#10 – Ensine-os sobre a compra por impulso

Bem parecida com a lição anterior, a compra impulsiva é a consequência da publicidade e da psicologia de consumo.

Ensine seus filhos a refletir antes de comprar e a reconhecer os sinais da compra por impulso.

Uma boa estratégia é usar uma lista onde devemos listar as coisas supérfluas que queremos comprar e esperar por 30 dias para tomar a decisão.

Ensine-os também a evitar shopping centers e sites de ecommerce (compras pela internet).

Por fim, explique também que não há necessidade de comprar coisas caras (carros, roupas, sapatos, smartphones…) para ficar “bem na fita” aos olhos dos outros.

Conclusão – Recapitulando…

Nunca é tarde para aprender e mudar nossos hábitos financeiros.

Se você acha que demorou demais para aprender a organizar sua vida financeira, não deixe que isso aconteça com seus filhos.

Para ensiná-los, procure seguir esses quatro princípios:

  1. Eduque-se financeiramente;
  2. Seja um exemplo;
  3. Ensine um hábito de cada vez;
  4. Permita que eles aprendam por conta própria.

Com esses princípios em mente, aqui estão dez lições que você pode ensinar aos seus filhos sobre como lidar com o dinheiro:

  1. Dê a eles o controle do dinheiro;
  2. Ensine-os a poupar para conquistar objetivos financeiros;
  3. Ensine-os que reduzir gastos permite que objetivos sejam alcançados mais rapidamente;
  4. Ensine-os como o dinheiro pode fazer dinheiro;
  5. Ensine-os sobre a elaboração de um orçamento;
  6. Ensine-os a pagar contas;
  7. Ensine-os sobre os perigos das dívidas;
  8. Ensine-os que ganhar mais dinheiro aproximam-nos de seus objetivos;
  9. Ensine-os sobre os efeitos da publicidade e do consumismo;
  10. Ensine-os sobre a compra por impulso.

Como você pode perceber, a base para tudo isso é adquirir conhecimento sobre educação financeira.

 

As 12 grandes cidades mais ricas do mundo

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Postado Originalmente em exame.abril – por João Pedro Caleiro

 

São Paulo – Você já ouviu falar em Hartford? E em Bridgeport?

Pois elas são algumas das cidades mais ricas do mundo, de acordo com uma lista do Brooking Institution que contempla as 300 maiores áreas metropolitanas do mundo.

A única cidade do top 12 de PIB per capita que fica fora do eixo Estados Unidos – Europa Ocidental é Macau. A capital chinesa do jogo já é mais rica que a Suíça e ficou em primeiro lugar no ranking de performance econômica.

A China, aliás, emplacou metade do top 15 das cidades que mais crescem. O Brasil, que tem 11 representantes entre as 300, só aparece na segunda metade da lista – e com São Paulo entre as 20 piores.

Veja o PIB per capita, o crescimento desse índice no período 2013-2014 e a população das 12 cidades mais ricas do mundo:

1. Zurique, Suíça

Dados
PIB per capita US$ 82.410
Crescimento 2013-2014 0,40%
População 380 mil

 

2. Oslo, Noruega

Dados
PIB per capita US$ 82.040
Crescimento 2013-2014 1,40%
População 630 mil

 

3. San Jose, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 77.440
Crescimento 2013-2014 0,20%
População

 

4. Hartford, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 76.510
Crescimento 2013-2014 0,30%
População 125 mil

 

5. Genebra, Suíça

Dados
PIB per capita US$ 74.580
Crescimento 2013-2014 0,30%
População 469 mil

 

6. Paris, França

Dados
PIB per capita US$ 70.760
Crescimento 2013-2014 0,30%
População 2,2 milhões

7. Boston, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 70.390
Crescimento 2013-2014 0,50%
População 645 mil

8. Bridgeport, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 68.570
Crescimento 2013-2014 -0,20%
População 147 mil

9. Washington DC, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 68.530
Crescimento 2013-2014 -1,50%
População 658 mil

10. Seattle, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 67.830
Crescimento 2013-2014 0,10%
População 652 mil

11. Macau, China

Dados
PIB per capita US$ 67.780
Crescimento 2013-2014 8,00%
População 837 mil

12. São Francisco, Estados Unidos

Dados
PIB per capita US$ 66.790
Crescimento 2013-2014 -0,50%
População 837 mil