Month: outubro 2015

Acesso Tutorial – Como carregar os cartões Acesso com código promocional

 

É muito fácil carregar seu cartão Acesso. Veja como abaixo:
 

1.Entre no Minha Conta com seu CPF e senha do site
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1.Clique em Carregar  |  2.Depois clique em Meus Cartões
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3.Preencha o valor da recarga |  4. Clique em “Não sou um robô” 

5. Caso você tenha o código promocional, preencha esse campo
(Se não houver código promocional,  não é obrigatório preencher o campo)

6. Clique em Carregar Cartões

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* – Tarifa de Carga com o código promocional

7. Escolha a forma de pagamento

8. Clique em Finalizar e boas compras! 

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Clique abaixo e faça sua primeira recarga:
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Especialista conta onde e quanto investir por mês para ser um milionário aos 50

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Postado originalmente em economia.uol

SÃO PAULO – Ter R$ 1 milhão na conta é o sonho de muitas pessoas. Afinal, essa quantia de dinheiro pode fazer com que se tenha uma segurança financeira maior. No entanto, como conseguir atingir essa meta?

O assessor de investimentos da Atlas Invest Max Scatimburgo explica quanto e onde investir para ter R$ 1 milhão com 50 anos de idade.

O especialista sugere que o investidor busque uma carteira diversificada, para aproveitar boas oportunidades e ganhar mais dinheiro.

“Neste cenário de longo prazo e grande acumulação, a diversificação da carteira é muito importante para diluirmos o risco”, diz.

Quatro passos

“No primeiro ano, o ideal é buscar a segurança de bons fundos DI e também aproveitar a alta nas taxas do Tesouro IPCA+, que está em cerca de 7% mais IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo)”, explica o especialista.

“A partir do segundo ano, podemos aproveitar o maior volume e começar a diversificar buscando produtos isentos, como as LCI e LCA. A rentabilidade do portfólio subirá”, diz.

“Em um terceiro momento, a diversificação deverá seguir no sentido de fundos multimercados que conseguirão captar, no longo prazo, diferentes direções do mercado”, afirma Max.

“E, é claro, essa carteira não poderá deixar a renda variável de fora. Por se tratar de longo prazo, benefícios desse investimento, como dividendos, fazem parte do caminho para o sucesso. Uma boa análise das empresas e do cenário pela qual passam no momento é parte do processo de seleção.”

“Isso deverá continuar em um próximo passo, muito interessante, que é a internacionalização, buscando investir fora do país por meio das BDRs, ações de empresas estrangeiras negociadas na Bovespa”, explica o especialista.

Max estima um CDI (Certificado de Depósito Interbancário) de 12% ao ano e uma inflação de 5% ao ano, o que totaliza uma rentabilidade potencial real (descontada a inflação) de 0,57% ao mês para a carteira de investimentos e 0,17% ao mês para a poupança.

Quanto poupar por mês?

Assim, quem começar a investir aos 20 anos, precisa poupar R$ 850,29 por mês para chegar milionário aos 50.

Já quem começar aos 25 anos precisa investir R$ 1.269,89 por mês.

Quem começar aos 30 precisará poupar R$ 1.959,22.

“Quanto antes começarmos nossa caminhada, menos brusca poderá ser a subida”, conclui o especialista.

O economista e professor da FGV-RJ Luís Carlos Ewald, também conhecido como Sr. Dinheiro, dá dez dicas simples e bem-humoradas para melhorar a sua vida financeira.

1) Qual a melhor forma de se poupar dinheiro atualmente?

A melhor forma de poupar é pagar o dízimo para nós mesmos. Pense assim: eu sou pastor e tenho uma igreja, a Igreja Financeira dos Juros dos Últimos Dias. Todo mês, quando cai o salário, já retiro 10% do valor e deposito numa caderneta de poupança.

Desse modo, a pessoa vai juntar dinheiro até conseguir investir em algo que dê mais rentabilidade. Caderneta de poupança não é para ficar rico: ninguém fica rico desse jeito. A renda fixa serve para juntar dinheiro.

Quando falamos de quantias pequenas, não acho que faça muita diferença guardar o dinheiro em um CDB, ou fundo, ou no Tesouro Direto. Todas essas alternativas dão mais trabalho do que a caderneta de poupança, que é mais fácil para o pequeno investidor, pois ele não tem que entrar em computador, ele pode mudar de banco na hora em que quiser, todo mundo conhece a regra. Mas, claro, rende uma “merreca”. Para ganhar dinheiro, tem que investir no mercado de ações na hora certa. Não tem outro jeito.

2) E para quem quer comprar a primeira casa, quais as dicas?

A principal é para que se faça uma pesquisa muito grande do preço à vista para pagar o mais barato possível. Se precisar de financiamento, financie pelo menor valor, pelo menor tempo possível. De preferência, não ultrapasse 15 anos de financiamento. Trinta anos de financiamento são um crime, uma armadilha para as pessoas, que vão comprometer boa parte da renda por um período muito grande de tempo.

Mas, se obtiver um financiamento nos moldes do programa do governo Minha Casa, Minha Vida, vale a pena financiar, pois a taxa de juros é subsidiada. Fora esse caso, a dica é esperar para comprar, porque o mercado imobiliário está começando a entrar em crise, e a bolha vai estourar, ou seja, os preços vão cair.

3) Qual o seu conselho para quem pretende financiar a compra de um carro?

Eu diria para não financiar nada. Diria até que não vale a pena comprar um carro se você percorre menos de 60 km por dia todos os dias em São Paulo, por exemplo. Nesse caso, é melhor andar de táxi.

Em três anos, um automóvel perde 40% do seu valor. Além disso, carro tem custos altos: IPVA, estacionamento, seguro, multa, manutenção, combustível. O pior é a depreciação. Um carro de R$ 25 mil, por exemplo, em três anos vale R$ 10 mil a menos. Some a isso todos os gastos, e veja quanto gastou por dia, ou quanto perdeu por não manter o dinheiro num investimento.

Mas se, ainda assim, quiser comprar o veículo, melhor comprar à vista ou financiar pelo menor tempo possível para pagar menos juros.

4) Qual a melhor escolha na taxa de juros: a pré ou a pós-fixada?

No momento é a pós-fixada, já que a taxa Selic (principal taxa de juros da economia, que norteia todos os contratos) está com tendência de alta.

5) Como fazer um bom orçamento doméstico?

Anotando todas as despesas para ver o que é supérfluo e o que não é, e tratar de gastar menos do que se ganha, poupando pelo menos 10% da renda. Se você gasta muito com cafezinho em padaria, por exemplo, tem que anotar esse custo também. Tem que anotar tudo, para saber por onde seu dinheiro está escapando.

6) Quais as dicas para não gastar demais na hora das compras?

Não levar cartão de crédito, nem cheque, nem carteira de identidade, para não cair na tentação de fazer um financiamento. Vai com uma nota de R$ 100 que ninguém troca. Lembre-se: toda dieta é boa desde que seja feita.

7) Qual é a proporção ideal de salário para economizar?

Dez por cento é uma boa proporção, é um dízimo para nós mesmos. Separe os 10% para poupar assim que cair o salário, para não ter tempo de gastar.

8) Como saber quais são as despesas que podemos cortar?

Tudo o que for supérfluo e que seja passível de cortar ou mudar de fornecedor. Aluguel, prestação de serviços, mensalidade escolar, tudo é passível de mudança. Há escolas que dão grandes descontos para quem paga antecipado, de 20% a 30% do valor.

Só não dá para deixar de comer, de ter gastos com alimentação. Mas dá para deixar de ir a restaurantes, por exemplo.

9) Vale mais a pena morar de aluguel a comprar uma casa?

Sim, principalmente agora que o valor do aluguel está em torno de 0,3% do valor do imóvel. Se for alugar, pechinche bastante. Se a intenção é comprar a casa própria, vá economizando durante esse tempo [enquanto mora no imóvel alugado], junte dinheiro para dar uma boa entrada na casa própria e financiar por menos tempo.

10) Investir em ações é algo muito arriscado ou todos deveriam investir uma parcela do seu patrimônio nesse tipo de investimento para o futuro?

Ações representam empresas, e empresas são as que mais ganham sempre. Se você souber ser um bom empreendedor, você vai ganhar bem. As empresas comações em Bolsa normalmente são negócios bem administrados. Se quiser investir em ações, peça informações, acompanhe o mercado aos poucos. No momento, está uma maravilha para comprar porque as ações estão em baixa. Esta é a hora de comprar.

Por que o cheque especial está mais perigoso do que nunca

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Postado Originalmente em exame – por Gustavo Santos Ferreira

São Paulo – Você já deve ter ouvido falar e, se não ouviu, já sentiu no bolso: a crise econômica do Brasil é grave. De um lado, sobem o desemprego e a inflação. De outro, caem o PIB, os investimentos no país… E no meio disso tudo está lá você, tentando se segurar com pode.

Se você for patrão – e se é que conseguiu não demitir ninguém ainda –, está cortando um dobrado para fechar a folha de pagamentos. Isso, sem conseguir vender e gastando cada vez mais para produzir. Agora, se você for empregado, o poder de compra de seu salário está mais baixo, corroído pela alta generalizada dos preços.

Seja empresário ou funcionário, mesmo metido nesta encalacrada atual pode haver motivos para comemorar. Isso, no caso de você não ter feito dívidas nos últimos tempos. Em caso contrário… Calma lá também, sem desespero. Há, sim, uma saída para a sua insônia, que passa bem longe de tomar uma cartela inteira de dramin.

Por mais contraditório que pareça, o remédio para sua falta de sono pode ser fazer outra dívida. Por favor, não vá sair por aí pegando dinheiro a qualquer custo.

Não se trata disso. Mas o conselho que qualquer financista daria, fosse qual fosse a situação econômica do país, segue valendo nestes tempos de estremecimento: troque sua dívida antiga por uma nova, com prazos e taxas que caibam no seu bolso. E, claro, fuja do cheque especial.

Por quê?

Linhas de crédito pré-aprovadas, como o especial, surgem nos instantes de apuros como a última das maravilhas. Você nem mesmo precisa procurar pelo banco para conseguir uma graninha a mais, não é? Pois é, mas o especial também pode enfiar você numa espiral de endividamento assustadora.

Seus juros estão na casa dos 400% ao ano (sim, quatrocentos!). Nesta época, de juros básicos nas alturas, essa conta pode se tornar ainda mais incalculável em breve.

O crédito consignado, aquele descontado no holerite, sabe? Essa é a solução perfeita para o trabalhador negociar sua dívida com o banco. Oferece taxas mais baixas e prazos mais longos de parcelamento.

Já aos empresários, existe, por exemplo, a opção de oferecer algum bem como garantia. Como a instituição financeira vai se sentir mais segura em relação a um possível calote, ela pode topar baixar custos e alongar prazos.

Todas as outras linhas de crédito também são menos pesadas que o especial (que, de especial, tem só o nome).

Não existe mágica, leitora e leitor: em geral, quanto mais fácil for fazer o empréstimo hoje, mais caro ele será amanhã. Procurar pelo gerente do banco vai tomar mais do seu tempo? Sim. Você poderia fazer coisas muito mais agradáveis em vez de passar um tempão numa agência? Claro. A aprovação do empréstimo não será imediata? Provavelmente.

Agora, deixar de pedir ajuda a um profissional que (na teoria) tem maior capacidade de fazer sua dívida caber no seu bolso pode ter um preço muito cruel. Para a sua família, para os seus negócios e para as suas noites de sono.

Um jeito fácil de gastar menos dinheiro com seu banco

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Postado originalmente em exame – por Priscila Yazbek, de EXAME.com

 

São Paulo — Em tempos de contenção de gastos, uma boa dica para manter oorçamento no azul é observar os produtos e serviços cujos preços estão subindo em uma velocidade maior do que a inflação e que podem ser eliminados sem sofrimento. Um tipo de despesa que preenche em cheio esses dois requisitos é a tarifa bancária.

De acordo com um levantamento realizado pela associação de consumidoresProteste, entre janeiro de 2013 e agosto de 2015, as tarifas cobradas pelos oito maiores bancos do país subiram, em média, 169%, ou 8,6 vezes mais do que a inflação medida pelo IPCA, que subiu 19,63% no mesmo período.

A boa notícia é que as tarifas podem variar muito de acordo com o banco e até dentro de uma mesma instituição. Portanto, uma pesquisa rápida sobre ospreços cobrados pode ser o suficiente para gerar uma boa economia.

 

A comparação entre as tarifas pode ser feita facilmente pelo site Febraban Star, uma página criada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) especialmente para mostrar as tarifas cobradas pelos bancos em diferentes tipos de serviços.

Para realizar a pesquisa, basta acessar o site e clicar em “Consultar tarifas por instituição”, ou “Consultar tarifas entre instituições”. Na página que se abrirá em seguida, o usuário deve selecionar os bancos que deseja consultar e o serviço pesquisado e então as tarifas cobradas são apresentadas.

Ao pesquisar, por exemplo, as anuidades cobradas nos cartões de crédito entre Bradesco, Banco do Brasil, Caixa, Citibank, Itaú e Santander, a ferramenta mostra que a Caixa cobra o valor mais baixo, de 45 reais, e o Itaú tem a anuidade mais cara, de 70 reais.

Os valores mostrados são sempre referentes aos serviços mais básicos oferecidos pelos bancos, que são aqueles usados com mais frequência pelos clientes.

Pacotes de serviços

O site Febraban Star também permite pesquisar as tarifas cobradas por cada banco nos pacotes de tarifas padronizados. De acordo com norma do Banco Central, os bancos são obrigados a oferecer quatro tipos de pacotes de serviços bancários (I, II, III e IV), que devem oferecer os mesmos serviços e na mesma quantidade, mas cada instituição é livre para cobrar a tarifa que quiser por cada pacote.

Como os pacotes de mesma numeração incluem exatamente os mesmos produtos, a comparação de preços fica mais fácil e evidencia quais instituições estão cobrando valores mais altos.

Para comparar os preços de cada um deles entre diferentes bancos, basta clicar em “Pacotes Padronizados do Banco Central”, na página inicial do Febraban Star.

Além de facilitar a comparação, os pacotes podem sair mais em conta do que a contratação avulsa dos serviços. Por isso, vale a pena observar se algum deles combina com seu perfil de uso e se a sua contratação pode gerar economias.

Veja quais serviços são incluídos em cada um dos pacotes.

Opções gratuitas

Além dos pacotes padronizados, os bancos são obrigados a oferecer, sem qualquer cobrança, os chamados serviços essenciais, que são: um cartão de débito; dez folhas de cheques por mês; segunda via do cartão de débito; até quatro saques por mês; consultas pela internet; duas transferências por mês entre contas na própria instituição; e compensação de cheque.

Ainda que esses serviços gratuitos sejam uma ótima saída para gastar menos dinheiro, os clientes costumam enfrentar dificuldades para contratá-los. Segundo a Proteste, além de omitir a existência dessas opções de serviços gratuitas, alguns bancos se recusam a oferecê-las mesmo após a solicitação do cliente.

Nesse caso, a Proteste recomenda que o consumidor busque a ouvidoria do banco para resolver a questão e, caso o problema não seja resolvido, a orientação é buscar os órgãos de defesa do consumidor e o Banco Central para registrar a reclamação.

Outra opção ainda é a conta digital, que também é regulamentada pelo Banco Central. Nessa conta não há a cobrança de tarifas por transferências e pelo envio de extratos, desde que essas operações sejam realizadas pelo caixa eletrônico ou internet banking (veja algumas opções de contas digitais).

Como regularizar ou renegociar suas dívidas e limpar um “nome sujo”?

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Postado originalmente por economia.uol – por Marcelo Justo/Folhapress

 

Quando alguém tem uma dívida com uma empresa, esta pode informar a Serasa ou a Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) sobre a pendência.

Mas antes de ficar com o “nome sujo”, o cliente recebe uma carta da empresa informando que, por causa da dívida, seu nome poderá entrar para a lista de inadimplentes, se não efetuar o pagamento no prazo informado.

Assim que recebem o apontamento da dívida, a Serasa Experian, a Boa Vista SCPC enviam uma correspondência (aviso de débito) para esse consumidor, informando que seu nome será incluído no cadastro de inadimplentes, num prazo de 10 (dez) dias, caso o consumidor não quite esse débito.

Segundo o Procon-SP, as empresas podem pedir que nessa carta as empresas dêem um prazo para que seja paga a dívida. Mas elas não são obrigadas a fazer isso, pois a dívida já está vencida.

Se a data de vencimento é no dia 10, no dia 11 a empresa já poderia solicitar a inclusão do nome do devedor no cadastro dessas instituições, diz o Procon.

Depois que o consumidor regulariza sua situação, a empresa credora tem cinco dias úteis para informar a Serasa ou a Boa Vista SCPC  (ou as duas entidades, se for esse o caso), que retiram o nome da lista.

Isso é válido mesmo para os casos em que a pessoa renegocia a dívida para pagá-la de forma parcelada.

Onde consultar se o nome está limpo

Consulta à Boa Vista SCPC

O Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) é um serviço administrado atualmente pela Boa Vista Serviços. A empresa possui postos de atendimento em São Paulo nos bairros de Santo Amaro, Centro, Penha e São Miguel. Os endereços e horários de atendimento podem ser consultados no site.

Na página da empresa é possível também checar o seu CPF (link: http://zip.net/bprRfZ) e encontrar dicas (link:http://zip.net/bkrQzy) sobre como manter suas finanças em ordem.

A Boa Vista SCPC oferece, gratuitamente, o SOS Cheques e Documentos, espaço onde é possível informar o roubo, perda e furto de cheques (link: http://zip.net/bkrQyP). Há também como registrar um alerta na Central de Atendimento das 8h às 20h pelo telefone 0800-0111522.

Quando o cliente quer saber se seu nome está na lista da Boa Vista SCPC, pode fazer a consulta pela internet, por meio do Portal Consumidor Positivowww.consumidorpositivo.com.br ou pessoalmente em um dos postos de atendimento (link: http://zip.net/blrPWC).

A consulta online é totalmente gratuita, feita pelo próprio consumidor, bastando confirmar um cadastro simples.

Consulta à Serasa Experian

Quando o cliente quer saber se seu nome está na lista da Serasa, ele pode fazer isso pessoalmente. Os documentos necessários são CPF e um dos seguintes documentos: RG, carteira profissional ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Para que outra pessoa consulte, deve ser feita uma procuração com firma reconhecida. Na procuração o consumidor deve colocar seu nome e escrever: “Outorgo poderes para que… (nome de quem irá fazer a consulta) analise meu cadastro”.

O documento deve ser assinado e levado a um cartório para reconhecimento de firma.

Para descobrir endereços da Serasa, horários de funcionamento ou tirar outras dúvidas (exceto consulta) deve-se ligar para (11) 3373-7272. Esse serviço funciona todos os dias da semana, inclusive feriados, 24 horas. Os endereços também estão disponíveis no site da entidade (link: http://zip.net/bnrQFG)

Na página da Serasa, é possível ainda se informar sobre como proceder para acertar sua situação quanto a dívidas (link: http://zip.net/bqrRpJ).

Situações que podem deixar o “nome sujo”

Cheques sem Fundo

O consumidor entra para o Cadastro de Emitentes de Cheque sem Fundo (CCF) se tiver o mesmo cheque devolvido duas vezes pelo banco. Depois da segunda devolução, o banco pede ao Banco Central a inclusão do nome no CCF.

Para saber se o nome está no CCF, o consumidor pode pedir a consulta gratuita em qualquer instituição financeira ou em um dos endereços do Banco Central (link: http://zip.net/bbrQwT).

O primeiro passo nesse caso é procurar a pessoa ou a empresa para quem foi passado o cheque e pagar a dívida.

Feito isso, junto com o credor ou a empresa, deve ser preparado um recibo do pagamento. Ele é a garantia de que a dívida foi paga.

No documento, deve constar a data em que foi feito o pagamento, seu valor, número do cheque, nome, RG, CPF e assinatura do credor.

Com o cheque e o recibo em mãos, o cliente também deve ir até seu banco e pagar as taxas pendentes com a instituição (os bancos podem cobrar tarifas pela devolução de cada cheque, pela inclusão e exclusão do CCF).

Mais uma vez, deve-se exigir um recibo do banco pelo pagamento. Feito isso, há um prazo de cinco dias úteis para que o banco peça à Serasa ou à Boa Vista SCPC que o nome seja retirado do cadastro.

Para saber mais informações sobre o CCF, veja as explicações do Banco Central neste link: http://zip.net/bqrRpT.

Carnê de loja atrasado

Após pagar ou renegociar a dívida com a loja, a empresa tem cinco dias úteis para solicitar à Boa Vista SCPC ou à Serasa que tire o nome da pessoa da lista de inadimplentes. É importante exigir um recibo de que a dívida foi acertada.

Na renegociação com a loja, é cobrada uma multa de 2% em relação ao total da dívida e juros de 1% por mês de atraso.

Cartão de crédito

Depois de paga ou renegociada a dívida, a instituição financeira tem cinco dias úteis para notificar a Boa Vista SCPC ou a Serasa para retirar o nome da pessoa da lista de inadimplentes.

Também é importante obter um recibo para provar que a dívida foi paga.

Na renegociação, as instituições financeiras cobram multa de 2% em relação ao total da dívida e juros ao mês que não precisam respeitar um limite.

Mesmo assim, se o cliente considerar que a taxa cobrada está sendo abusiva deve procurar o Procon para orientação, informa o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Empréstimo de financeira

Feito o pagamento ou acertada uma renegociação da dívida, a instituição financeira tem cinco dias úteis para informar a Boa Vista SCPC ou a Serasa, de modo a tirar o nome da pessoa da lista de inadimplentes.

É importante exigir um recibo de que a dívida foi acertada.

Na renegociação, as instituições financeiras cobram multa de 2% em relação ao total da dívida e juros ao mês que não precisam respeitar um limite.

Quando o consumidor tiver qualquer dúvida sobre a cobrança ou sentir que ela é abusiva, deve procurar o Procon.

Título protestado

Os cheques e as notas promissórias (documento que tem aparência de cheque, mas não é de banco, firmado entre devedor e credor) são títulos que podem ser protestados.

Nesse caso, quando recebe o protesto, o cartório envia uma carta para a pessoa, informando que ela tem 48 horas para regularizar sua dívida.

Se o consumidor não paga, o cartório pode solicitar à Serasa ou à Boa Vista SCPC que inclua seu nome no cadastro de inadimplentes.

O primeiro passo nesse caso é ir até o cartório para consultar quem registrou o protesto. Depois, deve-se procurar a pessoa (credor) ou a empresa que está com o cheque ou a nota promissória e pagar a dívida com ela.

Feito isso, junto com o credor, deve ser preparado um recibo do pagamento. Ele é a garantia de que a dívida foi paga. Nele deve constar a data em que foi paga a dívida, seu valor, o número do cheque (se for o caso), nome, RG, CPF e assinatura do credor.

Com o recibo e o cheque ou a nota promissória em mãos, o consumidor deve ir até o cartório e pagar uma taxa (que é proporcional a sua dívida) para retirar o protesto.

O cartório tem cinco dias úteis para informar a Boa Vista SCPC ou a Serasa, pedindo a retirada do nome da lista de inadimplentes.

Ação judicial

Neste caso, a pessoa ou a empresa que tem direito a receber entra na Justiça para cobrar a dívida. O devedor é notificado por correio ou oficial de Justiça sobre a ação.

Para suspender o processo, o devedor deve procurar o credor ou a empresa para renegociar o pagamento da dívida.

Nesse caso, é necessário contratar um advogado para elaborar um documento em que o credor confirma que a dívida foi paga ou renegociada. Dessa forma, o processo pode ser suspenso.

Mesmo assim, o nome não sai do cadastro da Boa Vista SCPC ou da Serasa enquanto o prazo que o credor tem para cobrar a dívida não termina (cada dívida tem um prazo, especificado por lei, para ser cobrada).

Se o prazo para cobrança da dívida for de quatro anos, mesmo suspendido o processo, o nome continuará “sujo” por esse período.

Dívida vencida

Quando o nome de um devedor entra no cadastro da Boa Vista SCPC ou da Serasa, após cinco anos, o nome sai automaticamente da lista. Se isso não acontecer, a pessoa pode reclamar no Procon.

A retirada do nome do cadastro não significa, no entanto, que não é preciso mais pagá-la. O devedor continua sujeito a processos.

Fontes

Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito)

Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)

Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor – São Paulo)

Serasa Experian

Saiba como garantir uma renda extra para a aposentadoria

 

_POST_BLOG_21-10_15Postado Originalmente em financasfemininas

Você já tem algum tipo de estratégia traçada para sua aposentadoria? Se tem filhos ou netos, pensa em criar alguma aplicação que possa ajudar a garantir o futuro deles? Conversamos com o professor de economia do IBE-FGV, Mucio Zacharias, para analisar algumas possibilidades de aumentar e proteger o patrimônio. Na visão dele, uma boa alternativa seria aplicar em uma combinação entre VGBL e títulos públicos.

VGBL

Na visão do especialista, é a opção mais indicada para quem tem um objetivo grande e de longo prazo. Para quem teve um filho recentemente e pensa em gerar um plano no qual ele tenha a possibilidade de resgatar parcelas mensais no futuro – para pagamento das parcelas da faculdade, por exemplo – um plano de VGBL com imposto de renda progressivo seria o mais indicado.

“No caso da tabela progressiva, se a pessoa optar por resgatar todo o dinheiro investido de uma só vez, a cobrança de Imposto de Renda é alta e o investimento fica pouco atrativo. Mas é possível fazer resgates parciais, dentro da faixa de isenção”, comenta. Ou seja, se o beneficiado por este fundo criado precisar resgatar parcelas de até R$ 1.710, não terá cobrança de Imposto de Renda, pois esta é a faixa de isenção vigente. No futuro, quem for usufruir dos bens precisará ter o cuidado de não retirar parcelas que superem o valor da tabela de isenção de Imposto de Renda.

Tempo de investimento e cuidados para investir

Se estamos falando de complemento para a aposentadoria ou formação de patrimônio para auxiliar os filhos, é preciso ter em vista que o dinheiro aplicado aqui é para o longo prazo. Algo para ser usado, por exemplo, daqui a 20 anos. “A pessoa que faz um VGBL precisa entender que não é uma aplicação simples, não dá para simplesmente retirar o dinheiro a qualquer momento. O objetivo é deixar guardado e poupar para o futuro”, comenta.

Além da disponibilidade para investir a longo prazo, ele recomenda uma boa pesquisa para evitar que taxas abusivas tornem o investimento desvantajoso.  “O ideal é ter um retorno de 4% a 5% ao ano, com taxas negociadas”, avalia. Segundo o especialista, os bancos têm ciência do interesse das pessoas em fazer planos de aposentadoria privada, por isso muitas vezes cobram taxas abusivas. Na hora de fazer a pesquisa, a atenção maior deve ser para a taxa de administração e a de carregamento. Se você opta por exemplo, por um banco que cobra 5% em taxas, a cada R$ 100 que investe, R$ 5 fica para o banco. A longo prazo, isso é muita coisa.

Em contrapartida, se muitos bancos oferecem opções de planos de previdência privada, isso significa que a concorrência é forte, ou seja, há espaço para negociação. Sendo assim, não hesite em barganhar antes de assinar qualquer papel. Algumas instituições, por exemplo, dão isenção total da taxa de carregamento.

Títulos públicos

Os títulos públicos são uma boa opção porque são investimentos em renda fixa, ou seja, possuem baixo risco e estão disponíveis com datas de vencimento bem variadas, justamente visando diferentes tipos de objetivo. Para quem deseja formar uma aposentadoria ou complemento de renda no futuro, o especialista indica aqueles com vencimento daqui a 20 anos, por exemplo. A investimento rende durante todo o tempo da aplicação e, se for do interesse da investidora, o resgate pode ser feito somente no vencimento, visando uma rentabilidade melhor.

Para se ter uma ideia, enquanto o VGBL pode pagar de 4% a 5% ao ano, existem títulos públicos que corrigem a inflação e ainda pagam 6,5% ao ano.

5 projetos incríveis que provam que é sempre possível ser mais sustentável

_POST_BLOG_21-10_15Postado originalmente por hypeness

A sustentabilidade pode ser aplicada em praticamente todos os nossos atos. Pode ser uma coisa simples, que faça a diferença apenas para uma pequena comunidade, ou podem ser grandes gestos, que mudem a vida de muita gente. O importante é colocar essas ideias em prática. Por isso, separamos 5 projetos que mostram como é possível ser mais sustentável. Vem conhecer!

1. Case para celular sustentável

Se você é daqueles que gosta de trocar sempre o case do seu celular, agora já pode fazer isso de maneira ecológica, enquanto ajuda a Mata Atlântica. É o projeto Latitude, criado pela Timberland, que produziu 500 cases de celular exclusivos, feitos com madeira de reuso.

Parte do valor arrecadado com a venda do produto será usada para plantar novas árvores na região de São Carlos, no interior de São Paulo. Além de lindo, o material vem com as coordenadas geográficas indicando o local exato da árvore que você ajudou a plantar.

Foto: Divulgação.

2. Papel semente

Cansado de ver papel ser colocado fora livremente? A empresa Papel Semente criou um negócio sustentável, com foco na preservação da natureza e no fortalecimento social, que promete combater esse problema.

Se trata da produção de um papel artesanal e ecológico que recebe sementes de diversas flores em seu processo de fabricação. Assim, depois de usado, o papel pode ser plantado. Entre as sementes disponíveis estão: agrião, manjericão, rúcula, salsinha e até o angico-vermelho, árvore típica da Mata Atlântica.

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Foto: Divulgação.

3. Tinta que gera energia

A captação de energia solar ainda é um grande desafio. Mas um material sustentável pode ajudar a popularizar o uso dessas energias limpas em breve. É uma tinta orgânica capaz de transformar energia solar em energia elétrica. Por ser mais maleável, ela pode ser aplicada nas mais diversas superfícies (de mochilas a fachadas de prédios). Aqui no Brasil, os responsáveis pelo material são os pesquisadores da CSEM Brasil.

Foto via

4. Projeto Reservalores

A ideia aqui é fazer a limpeza progressiva do mar e da areia na Reserva Ecológica Marapendi, no Recreio dos Bandeirantes. Para que isso seja possível, foram planejadas diversas ações, como a coleta manual do lixo e a produção de materiais de conscientização sobre a preservação do local. A iniciativa é da ONG Guardiões da Mata Atlântica.

Foto: Divulgação.

5. Trocando estilingues por kits escolares

Para as crianças que viviam na zona rural de Capela, em Sergipe, era comum associar os pássaros que vivem na Mata Atlântica típica da região ao uso de estilingues e gaiolas. Mas um projeto inovador da Escola Municipal Rural Lagoa Seca mudou essa realidade: no local, as crianças podem trocar estilingues e gaiolas por cadernos e livros escolares.

A iniciativa acontece em conjunto com o Curso de Observação de Aves de Mata Atlântica, que levou os jovens para observar os animais e aprender mais sobre eles na Mata do Junco – área hoje protegida pelos estudantes.

Foto: Paulo Tim Tim/Semarh.

Além das iniciativas acima, também há muitas outras pessoas e projetos por aí buscando oferecer alternativas mais sustentáveis, aprimorando nosso estilo e qualidade de vida. É possível conferir algumas destas ideias inovadoras e ecológicas através da campanha Espécies da Mata Atlântica, criada pela Fundação SOS Mata Atlântica.

No site do projeto, você encontra diversas histórias reais de pessoas que se mobilizam a favor da preservação do meio ambiente, como a Carolina e a Cecília, do Movimento Boa Praça, que leva piqueniques comunitários a diferentes praças de São Paulo, estimulando as pessoas a se relacionar melhor com o entorno.

Confere só:

O mais legal é que qualquer um pode participar também compartilhando a sua própria história, através do portal GPS Mata Atlântica. Já compartilhou a sua? Venha se inspirar!

 

 

 

 

 

 

Mesada: ela realmente funciona?

_POST_BLOG_20-10_15Postado Orginalmente em infomoney 

 

Os psicólogos parecem concordar que, quanto antes uma criança tiver contato com o dinheiro, melhor será a sua relação com ele no futuro. Por isso, receber mesada é visto como algo saudável na sua educação financeira, já que assim é forçada a tomar decisões quanto ao uso do seu dinheiro.

Trata0se de uma experiência positiva não apenas para os filhos, mas para toda a família. Do ponto de vista dos pais, além de entenderem melhor os hábitos de consumo e a capacidade de tomada de decisão das crianças, conseguem melhorar a sua própria relação com o dinheiro. Afinal, este é o principal objetivo da educação financeira!

Quando começar?

Em geral, recomenda-se que todas as crianças com mais de sete anos recebam algum tipo de “semanada”ou mesada. Mas esse é um processo que deve ser conduzido de uma forma natural, já que cada criança tem seu ritmo e é preciso respeita-lo, para não causar traumas.
Afinal, ninguém conhece melhor o seu filho do que você, certo?

Não associe o pagamento da mesada às atividades pelas quais seu filho é responsável em casa. Ele deve realizar tais tarefas porque isso faz parte da responsabilidade da família e cabe a ele contribuir. Justamente por isso, não deve se sentir “remunerado”.

Por outro lado, à medida que a criança cresce e se transforma em adolescente, aí sim você pode considerar a remuneração de algumas tarefas específicas pelas quais já contrata alguma pessoa para fazer. Neste caso, o pagamento pela tarefa simplesmente evidencia a relação entre dinheiro e trabalho.

Oriente, sem decidir pelo seu filho.

Lembre-se que estamos falando de educação financeira. Por isso, não basta entregar o dinheiro ao seu filho e ponto final. E´ preciso orientá-lo!

Pra crianças, convém que os pais ajudem nas contas, de forma que consigam ter uma idéia mais clara de quanto podem gastar por dia. Além disso, vale a pena introduzir o hábito de pesquisar preços, o que acaba ajudando na definição do conceito de caro e barato. Neste sentido, os sites de venda online podem facilitar a tarefa.

Já no caso dos pré adolescentes e jovens, ainda que seja sua obrigação orientar seu filho sobre o uso do correto de dinheiro e ajuda-lo na avaliação das oportunidades existentes, você deve deixa-lo tomar a decisão final sobre o que fazer com o valor da mesada.

Incentive o hábito de poupar!

Estimule a criança a poupar parte da sua mesada. Para tanto, comece introduzindo a noção de objetivos de curto e longo prazo. Esta tarefa pode ser mais divertida se vocês trabalharem juntos: pegue duas folhas de papel e peça para o seu filho desenhar em cada uma delas o seu objetivo de curto prazo e o de longo prazo. Use estes desenhos para encapar duas latas de refrigerante. Com isso, tem dois cofres: para o curto e o longo prazo.

Ajude-o a calcular quanto será preciso poupar para alcançar os dois objetivos. se você perceber que o seu filho tem dificuldade em poupar parte da mesada, incentive-o a, ao menos, evitar gastar tudo por alguns dias.

você também pode incentiva-lo colocando outro R$ 1,00 no cofrinho de longo prazo, para cada R$1,00 poupado. alternativamente, você pode colocar este dinheiro em uma caderneta de poupança, contudo, entre os mais jovens, em geral ver o dinheiro crescendo no cofre tem um efeito mais significativo.

Seja firme!

Se a criança gastar todo o dinheiro antes do final da semana (ou mês) e pedir para que você dê mais, seja firme e diga não! Lembre-se que você está ensinando o seu filho a planejar seus próprios gastos. Se você abrir uma exceção, acaba passando a mensagem errada para a criança: de que ela pode gastar, pois sempre haverá mais!

Não importa qual seja o seu padrão de renda, esta não é uma mensagem positiva a se passar. Aprender a controlar gastos é bastante saudável! Quanto antes seu filho entender este conceito, menores serão suas dificuldades para lidar com o dinheiro quando for adulto.

A maioria dos especialistas em psicologia financeira já atribui boa parte das características financeiras de uma pessoa à sua educação familiar. Controlar os gastos e planejar a vida financeira é assunto para se aprender com os pais, em casa. Em geral, os filhos de casais com uma situação financeira saudável são mais responsáveis com suas economias e buscam a orientação de especialistas na hora de aplicá-las

8 erros que você comete com o seu cartão de crédito

_POST_BLOG_16-10_15Postado Originalmente em finançasfemininas

Ele pode ser prático, cheio de vantagens e facilitar muito a sua vida. No entanto, é a conta de deixar o bom senso de lado por alguns instantes e ele já logo mostra o poder que tem para avacalhar suas finanças e criar uma enorme dívida. Na verdade, o uso do cartão de crédito acontece com tanta facilidade por um fator psicológico.

Gastar dinheiro de plástico é menos doloroso do que usar o convencional, de papel mesmo. O ser humano é naturalmente avesso à perdas, como já foi comprovado em diversos estudos relacionados à psicologia econômica. Quando você percebe o dinheiro saindo da carteira, a experiência é mais dolorosa. O bom senso naquele momento pode atuar de forma mais incisiva, te levando a negociar um desconto ou mesmo desistir da compra. Com o dinheiro de plástico, este efeito visual desaparece e você nem sente que está gastando.

Sendo assim, listamos alguns erros que são cometidos com cartão de crédito. O aprendizado é sentido no bolso, do modo mais difícil.

Pagar fatura com atraso

Pagar a fatura do cartão depois do vencimento significa arcar com dois custos a mais: 2% de multa sobre o valor total e 1% de juros de mora. Fique atenta ao calendário e não deixe a data passar.

Aumentar o limite

Muita gente cai na besteira de considerar o crédito uma extensão da própria renda. As compras parceladas as vezes se tornam tão diluídas que o gasto em excesso fica cada vez mais difícil de perceber. Sendo assim, o impulso para pedir o aumento do limite é mais um passo rumo ao precipício das suas finanças. Não ceda à tentação de gastar cada vez mais nocrédito e procure encurtar seu limite o máximo que puder.

Pagar somente o valor mínimo

Esta é uma ciladas mais perigosas. Os juros do rotativo do cartão de crédito são os mais caros praticados no mercado, de acordo com o Banco Central. A incidência chega a 395% ao ano. Quando você deixa de pagar o valor integral da fatura e opta pelo mínimo, o mês seguinte vem com juros altíssimos em cima do valor que deixou de ser pago.

Deixar de checar a fatura

Ser negligente com o valor da sua fatura pode te fazer desperdiçar dinheiro sem necessidade. Não raro vemos por ai notícias de fraudes. Se não for um desses casos, você pode dar o azar de ser cobrada indevidamente em alguma compra do mês. Confira todos os valores e guarde os seus comprovantes para checar os gastos.

Sacar dinheiro

Outro erro comum é o uso do cartão de crédito para realização de saques. Na prática, isso é considerado um empréstimo, já que você está contando com um dinheiro que não tem. Ou seja, para cada valor sacado, vai pagar uma tarifa e os mesmos juros mensais do rotativo. Os valores cobrados variam de acordo com cada banco, mas já vale adiantar: custa caro!

Ignorar os benefícios

Confira quais são as vantagens e benefícios oferecidos a você em seu cartão de crédito. Pode ser desconto em cinema, teatro, restaurantes, shows ou mesmo milhas para viagens. Se você tem direito, nada mais justo que fazer uso.

Não comparar diferentes bancos e bandeiras

Na hora de pegar um cartão de crédito, não aceite sem contestação aquele que o banco manda para a sua casa. Faça pesquisas, avalie qual é o melhor para o seu perfil e a instituição que oferece condições mais vantajosas. Alguns bancos, por exemplo, dão isenção da anuidade. Neste link da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito você pode comparar tarifas de diferentes instituições.

Pagar pelo cartão de crédito internacional sem necessidade

Se você não viaja para o exterior com frequência e nem faz compras online em sites estrangeiros, qual o sentido de usar um cartão de crédito internacional? As tarifas e a anuidade são mais caras. Se ele a funcionalidade não for realmente útil para você, troque por um nacional.

 

Veja atitudes que ajudam a economizar ainda mais no horário de verão

_POST_BLOG_15-10_15Postado Originalmente em infomoney – Por Gladys Ferraz Magalhães

 

Desde a zero hora na noite de sábado 17 outubro 2015 para domingo 18 outubro 2015, os moradores da região Sul, Sudeste e do Centro-Oeste adiantaram o relógio em 1hora. O Horário de verão vai até a noite de sábado 21 fevereiro 2015 para domingo 22 fevereiro 2015 e, mais do que um ambiente agradável para o happy hour, ele ainda pode proporcionar redução de conta de luz.

A primeira atitude econômica é aproveitar o maior tempo de luminosidade abrindo janelas, cortinas e persianas, adiando o horário de acender as lâmpadas de casa. No caso do consumidor que quiser ler um  livro ou precisar estudar, a dica é usar a iluminação dirigida (spots) que, de acordo com a Elétrobrás,
torna o ambiente mais agradável e gera economia.

O chuveiro elétrico é um dos vilões do consumo de energia. Segundo dados da Eletrobrás, o aparelho responde por cerca de 24% da conta de luz de uma residência. Com as temperaturas mais altas, coloque a chave na posição verão e evite usa-lo entre as 18h e 21h, a medida pode significar uma economia na casa dos 30% em relação ao uso do chuveiro no modo inverno.

Outro grande consumidor de energia é o aparelho de ar condicionado, responsável por 20% do consumo. Entretanto, como no verão seu uso aumenta consideravelmente, este percentual pode aumentar, chegando a representar um terço do valor da conta de energia elétrica.

Mudanças de atitude

Veja outras dicas para evitar o desperdício:

1. Geladeira e freezer não devem ficar perto de fogão nem de outras fontes de calor, pois isso faz com que eles consumam mais energia para compensar ganho de temperatura. Além disso, mantenha-os
afastados pelo meno 15 centímetros das paredes para evitar o superaquecimento.

2. Roupas e tênis não devem ser colocados atrás da geladeira, pois isso aumenta o consumo de energia.

3. Se você desligar o chuveiro enquanto ensaboa o corpo e o cabelo, isso reduzirá o consumo de energia (no caso do chuveiro elétrico) ou de gás (quando o sistema for a gás) e também de água.

4. Ao utilizar o ferro, passe de uma só vez o maior número de peças possível e deixe o aparelho na temperatura indicada pelo fabricante para cada tipo de tecido.

5. Quando for jantar ou fazer um lanche, retire todos os ingredientes de uma vez da geladeira. O “abre-e-fecha”faz com que o aparelho trabalhe mais para manter a temperatura e aumente o consumo de energia.

6. Troque a lâmpada incandescentes pelas fluorescentes, as quais gastam 60% menos energia.

7. Utilizar monitor e tv tipo LCD também ajuda bastante na economia.

8. O standby é carrasco da conta de luz, pois ele utiliza 15% e 40% de energia. Por isso a dica é desligar diretamente os aparelhos da tomada quando não estiverem em uso.

9. Por fim, antes de comprar um equipamento, escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético.

O Horário de Verão é um recurso adotado por diversos países no Hemisfério Norte (De Austrália, Nova Zelândia, Chile, Paraguai, Uruguai e grande parte da Europa.