Month: julho 2015

Mulher abre mão de emprego bem sucedido em Nova York para construir casas sustentáveis na Indonésia

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Postado Originalmente em hypeness – por Daniel Boa Nova

Uma carreira sólida dentro de um setor do mercado bastante concorrido vivendo em uma das cidades mais prestigiadas do mundo. Essa pode ser a síntese do sonho de consumo de muitos. Mas, apesar de ter isso tudo em suas mãos, Elora Hardy não estava se sentindo plenamente realizada.

Foi por essa razão que, em 2010, ela decidiu mudar sua trajetória e retornar para a cidade onde passou a infância. Mais precisamente na ilha de Bali, na Indonésia.

Inspirada por seu pai, que havia desenvolvido uma escola sustentável cujas estruturas eram feitas de bambu, Elora mergulhou de cabeça nas possibilidades de uso desse material. E assim se especializou na construção de moradias sustentáveis onde o bambu é a principal matéria-prima.

Junto com sua equipe do Ibuku, nos últimos cinco anos Elora já colocou de pé uma vila inteira de casas utilizando essa técnica. Além de econômicas, as construções resistem bem a terremotos e ainda têm um design incrível.

 

Será que hoje Elora estaria satisfeita da mesma forma se lá atrás não tivesse sido corajosa de abandonar uma carreira promissora? Nessa edição do TED Talk ela conta um pouco mais sobre sua experiência:

Todas as fotos via

Percepção é a forma como nós vemos, julgamos e qualificamos os eventos ao nosso redor, uma forma de atribuir significado aos estímulos que recebemos. Ao contrário do que você provavelmente já ouviu dizer, o Poker é um esporte onde o que conta não é a sorte ou o azar que o baralho te oferece. No Poker, a percepção para avaliar os adversários, para enxergar a forma como eles leem o jogo (e a capacidade para agir de acordo com isso) é o que distingue os bons dos medianos e maus jogadores.

Millennials fazem pré-pagos inovar

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Postado originalmente por Meio e Mensagem – 4/05/2015 

Cuidadosos com o acúmulo de dívidas e para não esvaziar suas contas, os mille-nials estão se voltando a ferramentas como os catões pré-pagos para controlar os gastos.

“Eles têm necessidade financeiras diferentes,” disse Tami Farrow, vice-presidente do TD Bank, que realizou estudo com 1,3 mil pessoas de diferentes faixas etárias. “Quanto mais novo você for, mais provável que tenha uma emergência financeira que requeira um conjunto diferente de ferramentas.” Segundo o estudo, para 56% dos millennials a possibilidade de monitorar os gastos é um dos principais benefícios dos cartões pré-pagos, contra 46% da população em geral. O grupo também usa mais esses cartões para pagar contas online e fazer compras do que qualquer outra faixa etária.

Os millennials estão tornando os cartões algo comum e abastecendo de inovações empresas como MasterCard, American Express e Visa. Como a geração que atendem, os cartões pré-pagos estão crescendo. São recarregáveis, mais seguros online, amigáveis em digital e mobile, e alguns funcionam como uma conta bancária normal. Um terço dos millennials usa ou já usou esse tipo de cartão nos últimos dois ou três anos e 60% considerariam usar um.

“Estamos agora observando a próxima evolução do pré-pago e sua capacidade de alcançar uma grande variedade de consumidores,” disse TonyChang, vice-presiden-te de marketing de produto e clientes da Visa americana.

A AmEx, que entrou nos pré-pagos em 2011 com o Serve, adicionou ferramentas que permitem categorizar os gastos, planejar orçamentos e reservar dinheiro para imprevistos. Após 18 meses do relançamento, o Serve começou a operar como uma conta bancária normal que conversa com a necessidade dos millennials, como depósitos e a opção de sacar dinheiro de caixas eletrônicos, sem exigir verificação de crédito nem balanço mínimo.

Clientes do Serve, com os dos cartões co-branded pré-pagos da Bluebird, AmEx e Walmart, acumularam mais de USS 7 bilhões em fundos desde 2012, crescimento de 300%, de acordo com a AmEx.

A Visa, que tem uma gama de pré-pagos co-branded, além do seu próprio, está trabalhando para tornar o pagamento de contas online mais fácil e ajudar os consumidores a poupar dinheiro. Em 2012, a empresa apresentou uma conta pré-paga virtual chamada Visa Mobile Prepaid, onde os consumidores podem checar suas contas, transferir dinheiro e depositar cheques remotamente, dentre outros serviços.

Os cartões pré-pagos, também usados por pais que querem ensinar os filhos a serem responsáveis com dinheiro, permitem que as empresas se conectem mais cedo com os adolescentes, caso eles adotem os cartões pré-pagos, como seus irmãos millennials fazem, ou mudem para outros cartões de crédito e débito. “Estamos vendo não só como oportunidade de permanecer com o pré-pago, como uma porta aberta para produtos bancários mais tradicionais,” disse Chang.

A era da TV Tradicional está no fim?

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Postado Originalmente por revistahometheater – por Jason Thibeault

Olhar para o futuro é um dever para quem oferece serviços de vídeo no mundo digital. Foi exatamente isso, por sinal, que os criadores da Limelight fizeram quando fundaram a empresa: previram que o negócio de vídeos online seria enorme e que as empresas certamente precisariam de uma solução global de alta performance que garantisse uma excelente experiência para quem deseja assistir – ou publicar – vídeos na internet.

A dúvida, no entanto, é sobre o verdadeiro potencial desse negócio. Será que ver vídeos online é, na verdade, apenas um capricho, uma espécie de mania? Será que existe a possibilidade de substituir o já testado e aprovado comportamento de sentar no sofá e ver televisão?

No mais recente estudo State of the Media: Consumer Usage Report, publicado pela Nielsen Media em 2011, é possível vislumbrar uma mudança revolucionária no comportamento de assistir vídeos. Essa mudança vai diretamente contra o modelo tradicional de transmissão televisiva, cujo conteúdo chega ao telespectador conforme uma programação estabelecida, e não necessariamente quando o consumidor o deseja.

Conforme mostram os gráficos do estudo da Nielsen, os consumidores passam em média, por semana, 32 horas e 47 minutos em frente à televisão, 3 horas e 58 minutos na internet e 2 horas e 21 minutos vendo vídeos digitais gravados. Esses dados podem não parecer muito profundos quando falamos de como as pessoas assistem vídeos, mas há diversas informações essenciais neste gráfico que ilustram essa mudança revolucionária.

Em primeiro lugar, há uma porcentagem significativamente menor de telespectadores assistindo a televisão tradicional em quatro faixas etárias:

– o grupo dos 2 aos 11 anos vê 22% menos TV tradicional por semana;

– o grupo dos 12 aos 17 anos vê 33% menos TV tradicional;

– o grupo dos 18 aos 24 anos vê 25% menos TV tradicional;

– o grupo dos 25 aos 34 anos vê 13% menos TV tradicional.

A questão, portanto, é saber se eles estão assistindo menos vídeos em geral ou simplesmente vendo menos vídeos por meios tradicionais. Ao olhar para o gráfico da internet, no entanto, fica claro que a tendência é oposta: duas faixas etárias passam bem mais do que a média de 3h58 na frente de um computador ligado à internet.

– o grupo dos 18 aos 24 anos passou 12% mais tempo na internet do que a média;

– o grupo dos 25 aos 34 anos passou 68% mais tempo na internet;

– o grupo dos 35 aos 49 anos passou 53% mais tempo na internet.

Conforme ilustram os gráficos, há duas faixas etárias (dos 18 aos 24 e dos 25 ao 34) que estão assistindo a vídeos online por muito mais tempo do que a média – 66% e 85%, respectivamente. E esses dois grupos podem ser relacionados ao crescimento do consumo de internet e ao declínio do consumo de TV tradicional.

As pesquisas ligadas a quem assiste vídeos digitais gravados mostra dados similares: as pessoas passam cada vez mais tempo neste comportamento. Em determinado ponto, os dados da Nielsen sugerem que esses usuários estão passando a consumir vídeos que eles podem buscar e baixar – no modelo on-demand -, ao invés de consumir vídeos via transmissões programadas. Essa alteração é predominante nas faixas etárias menores. Os mais jovens querem, aparentemente, mais controle sobre como e quando acessam vídeos.

Esse movimento de mudança é fundamental e ainda não está terminado. Uma ruptura abrupta com os modelos antigos é muito mais um exagero do que um retrato fiel do comportamento do consumidor. Ao combinar alguns dados da Nielsen com outras descobertas na área de consumo de vídeos online, fica mais visível que esse desejo de obter conteúdo on-demand ao invés de recebê-lo via transmissão tradicional é realmente uma tendência:

– De acordo com a Informa Telecoms & Media, mais de 70% dos usuários de banda larga estão utilizando serviços OTT – principalmente Netflix e Hulu, nos Estados Unidos. Em 2015, projeta-se que 2,1 bilhões de pessoas verão vídeos OTT, o que representará mais de 80% de todos os usuários da internet.

– O principal analista da Ovum, Michal Philpott, acredita que a crescente adoção de dispositivos pessoais conectados à web, e nossa dependência e interesse cada vez maiores nas aplicações de internet alcançaram um nível tão alto que estão desviando nossa atenção da televisão tradicional.

– Uma pesquisa da Parks Associates mostrou que, diante da escolha entre novas funcionalidades de TVs, 47% dos lares com banda larga nos maiores países da Europa Ocidental escolhem a capacidade de assistir programas gravados em qualquer dispositivo conectado à internet como uma das três características favoritas. As outras opções eram televisão ao vivo, TV em 3D, acesso online a vídeos e serviços multi-telas. Apenas 30% selecionaram TV ao vivo como uma das características favoritas.

O que, então, isso significa para quem está na indústria de vídeos? Se você trabalha com transmissão linear tradicional, talvez seja hora de começar a olhar para DVR e OTT. Seus telespectadores querem passar menos tempo como escravos da programação e mais tempo vendo o que preferirem, quando preferirem. Se você publica vídeos, então fique pronto: o consumo de vídeos e outros conteúdos por meios online vai crescer, especialmente na medida em que esses comportamentos se estabelecem em faixas etárias mais baixas.

Há, porém, informações que podem ajudar a definir melhor o comportamento de assistir a vídeos. Seria interessante, por exemplo, entender as perspectivas do consumidor em relação ao ato de assistir TV tradicional. Eles estão fazendo isso em um horário específico por uma razão específica – para ver um show, por exemplo? Ou eles estão simplesmente sentados em frente ao televisor? E qual é o meio-termo entre essas duas opções? E quanto aos TVs conectados à internet? Como eles estão mudando o comportamento do consumidor de internet?

De acordo com a Parks Associates, conectividade à internet está se tornando cada vez mais importante nas decisões do consumidor sobre compras de eletrônicos como TVs, DVRs, aparelhos de DVD etc. Independente da análise que precisa – e vai – ser feita, há uma tendência inegável: a era da TV está morrendo. Consumidores querem, cada dia mais, buscar conteúdo ao invés de recebê-lo conforme uma programação pré-estabelecida. Pode ser que não aconteça da noite para o dia, mas, conforme mostram os dados da Nielsen, a mudança de comportamento está se firmando nas gerações mais jovens. Parece que no futuro próximo não diremos que a morte da era da TV é um termo exagerado.

Acesso Tutorial – Recarregue seu Celular pelo Minha Conta

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Você também pode enviar o comprovante para seu Email.

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Como me organizar para pagar muitas dívidas

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Postado Originalmente em blog.guiabolso

Por vezes, a falta de planejamento, controle e organização nas finanças acabam fazendo com que o indivíduo exceda nas despesas e acumule dívidas. Nos casos mais extremos, ele entra no vermelho e passa a fazer novos compromissos financeiros a fim de eliminar débitos antigos.

Diferentes razões levam as pessoas a não pagarem as contas. Em alguns casos é um problema de saúde, um imprevisto ou até mesmo a compra de itens que não condizem com a situação econômica do consumidor.

Considerando essa realidade, preparamos algumas dicas práticas no intuito de orientar aqueles que estão em busca de uma solução eficiente para acabar com o seu endividamento. Ficou curioso? Então leia o artigo completo.

 

Organização é a palavra chave

A medida mais importante para as pessoas que estão endividadas é a organização. É necessário ter uma visão ampla do problema e para tanto recomenda-se que  todas as dívidas sejam listadas de forma detalhada, incluindo o valor do débito, há quanto tempo a conta está atrasada, a taxa de juros, dentre outros detalhes.

Além disso, é preciso levantar os créditos, englobando o salário, os empréstimos, ajuda de familiares, aplicações, rendimentos extras e bens que podem ser vendidos. Visualizar a situação com um olhar crítico norteia as atitudes a serem tomadas, auxilia no estabelecimento de prioridades  e ajuda a manter os pés no chão.

 

Autocontrole é fundamental

Com a real noção de como anda a vida financeira, é preciso adotar uma postura radical diante dos gastos, praticar o autocontrole e eliminar as despesas supérfluas, pelo menos até que a situação seja regularizada. Sendo assim, se você está muito endividado, procure adequar os seu padrão de vida aos seus rendimentos. Priorize os gastos essenciais, não compre por impulso, pesquise preços, aproveite as promoções de mantimentos, saia sem cartão de crédito e fuja da tentação do cheque especial.

 

A resposta está na educação financeira

Saiba que a educação financeira não é uma habilidade nata, é um hábito que pode ser adquirido. Por isso, você deve se educar nesse sentido. Mantenha um orçamento familiar, elabore um plano de ação para controlar as despesas e envolva os filhos e o cônjuge nesse processo.

Fique de olho no saldo e extrato bancário, estude a fatura do cartão, acostume-se a pegar os cupons fiscais, leia sobre finanças pessoais e crie suas próprias estratégias para eliminar as dívidas. Uma alternativa e tanto para se educar financeiramente é economizar em qualquer oportunidade, reduzindo as despesas com energia, falando menos ao telefone, trocando o carro pela bicicleta, dentre outras ações simples e que surtem efeito.

 

Renegociar para resolver

Se você quer manter o seu crédito e ficar com o nome limpo na praça, renegocie as suas dívidas. Primeiramente, faça o levantamento de quanto pode comprometer para quitar os débitos. Em segundo lugar, separe as dívidas maiores e mais antigas. Por acumularem mais juros, a preferência de regularização deve ser delas!

Feito isso, procure diretamente o credor para chegar a um acordo que seja bom para ambas as partes. Quando houver condições de pagar à vista, tente um desconto. Caso não haja recursos suficientes para a total quitação das dívidas, cogite a possibilidade de requerer um empréstimo consignado. As taxas desse tipo de crédito costumam ser baixas e as parcelas são descontadas do próprio salário. O processo é bem desburocratizado, mas justamente por conta da facilidade, é necessário  tomar cuidado para não entrar em

Segmento de cartões pré-pagos enxerga oportunidades em ano de crise

 

 

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Postado Originalmente em brasileconomico – por Léa de Luca 25/03/2015 | 12:20

 

Com os juros altos e bancos mais seletivos, o plástico leva vantagem, já que mesmo quem perdeu o emprego e está endividado pode dispor dessa ferramenta para transferir dinheiro, além de pagar contas na internet

São Paulo – O ambiente econômico adverso, com aumento dos juros, do desemprego, da inflação, da seletividade dos bancos na concessão de crédito e da quantidade de endividados, pode favorecer o setor de cartões pré-pagos no Brasil.

opinião é de Bernardo Faria, diretor executivo da Acesso, emissora independente de pré-pagos. “A modalidade atende a quem já se acostumou a ter um produto financeiro em mãos, mas agora eventualmente está perdendo emprego, e acha a conta bancária cara para manter; ou está inadimplente, com registro negativo e portanto com restrições ao crédito bancário”, diz. “Da mesma forma, para algumas empresas a adoção do pré-pago pode melhorar a eficiência”, diz, citando o caso de operadoras de microcrédito, com quem fechou parceria em janeiro.

“O pré pago pode ser mais barato e não faz restrições, pois não faz análise de crédito. Com ele, o portador tem um produto para guardar dinheiro, transferir de um para outro, fazer compras na internet — até em sites internacionais. Enfim, é um produto interessante para este momento”, acredita Faria. A Acesso já emitiu um milhão de cartões mas não revela sua meta para 2015. A empresa tem 2,5 mil pontos de recarga no varejo.

“Quando os bancos restringem o crédito, os cartões pré-pagos podem ser uma ferramenta de relacionamento com os clientes”, diz Alexandre Brito, vice-presidente de aceitação da Mastercard. Para ele, este ano vai ser melhor do que o ano passado para o segmento, até porque o negócio é novo e parte de uma base ainda pequena.

“Mas não muito melhor”, acredita. “Os de uso geral não devem sofrer tanto, até porque os desempregados ao passarem ao mercado informal podem recorrer ao pré-pago para administrar sua vida financeira. O pré-pago é uma ferramenta de inclusão social, uma espécie de conta simplificada”, diz. “Mas algumas modalidades de pré-pagos serão impactadas pela desaceleração econômica”, afirma. Entre essas modalidades, estão os “vaucher” alimentação e os vale-transporte.

A previsão de R$ 65 bilhões da MasterCard inclui movimentação do governo “Só a Caixa, que acaba de comprar o controle da emissora de pré-pagos Vale Presente, gerencia R$ 200 bilhões em programas sociais por ano. Até agora, nenhum desses programas está associado a cartões pré-pagos, mas essa é uma tendência natural”, diz .

Mesmo assim, o número ainda não é tão representativo se comparado com o total movimentado por todos os cartões (somando débito e crédito). Esse segmento movimentou cerca de R$ 1 trilhão em 2014.

Já Luiz Almeida, diretor de marketing da Super, acha que é sempre melhor trabalhar em tempos de economia em alta. “Mas certamente o setor de pré-pagos não está entre os mais prejudicados com a crise atual”, admite.

A ContaSuper, cujo controle foi comprado pelo Santander no ano passado, tem 230 mil contas e pretende chegar com 650 mil. “Para ser uma alternativa aos bancos, os pré-pagos tem atenda as necessidades do consumidor e ser mais barato. Almeida informa que a parceria fechada recentemente com a rede de terminais Tecban (Banco 24hs) permitiu reduzir à metade a tarifa de saques, para R$ 3,90.

O consultor Carlos Ogata, que é especializado no assunto — já trabalhou nas três principais bandeiras de cartões e foi diretor de marketing GSPP vê no interesse recente dos grandes bancos pelo segmento um sinal de que o negócio tem potencial . “Mas a conjuntura está muito difícil e eu não vejo o pré-pago como salvador da pátria”, afirma.

GreenDot, dos EUA, cresceu na recessão

A tese do potencial de crescimento dos pré-pagos em tempos de crise tem um importante respaldo: o exemplo da primeira emissora de pré-pagos do mundo, a GreenDot. Maior dos Estados Unidos, a empresa viu seus negócios crescerem exponencialmente na crise de 2008 e 2009 . No ano seguinte, em 2010, conseguiu abrir capital na bolsa em uma oferta inicial de ações (IPO) de US$ 2 bilhões, diz Bernardo Faria, diretor da Acesso.

No site da GreenDot, uma bem-humorada frase salta na tela inicial: “BigBanks? No, thanks” — em português, “Grandes bancos? Não,obrigado”. O slogan mostra que a empresa, assim como a Acesso, acredita que a inovação do segmento de pré-pagos está na independência dos bancos.
“Nos Estados Unidos, os principais emissores de pré-pagos são independentes. Ser uma alternativa a bancos é uma das vantagens”, diz Faria.

Além disso, os maiores “cases de sucesso” de microcrédito e “mobile payment” aconteceram em países sem sistema financeiro estruturado, na Índia e na África. “No Brasil a competição é dura”, diz Faria.

Ligações telefônicas pelo WhatsApp

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Postado Originalmente em catracalivre  em 01/02/2015 ás 11:56

 

 

A novidade está presente na versão 2.11.528 distribuída pelo Google Play e também na 2.11.531 que pode ser baixada pelo site oficial do WhatsApp, mas nem todos os usuários terão acesso a ela por enquanto. De acordo com algumas fontes internacionais, o recurso já está presente em quase todos os aparelhos, mas a liberação dela depende de um “convite especial”.

O recurso ficará bloqueado no seu celular até que outra pessoa realize uma ligação via WhatsApp para você. É assim dessa forma que o recurso vai sendo disponibilizado aos poucos, permitindo um maior controle por parte dos desenvolvedores para que não ocorram bugs generalizados.

Atenção: não confundir a opção com o botão antigo de ligações, que usava o próprio celular para as chamadas. Além de trazer um novo botão de chamadas de voz, a atualização também divide o WhatsApp em abas. Com isso, as conversas de texto ficam em uma aba específica, enquanto as chamadas de voz são enumeradas em outra, havendo também uma divisão para o acesso aos contatos.

Vale lembrar que, apesar de não haver qualquer influência nos pacotes de voz dos planos de celular, todas as ligações devem pesar bastante nos pacotes de dados — por isso é importante ficar muito atento aos limites da franquia contratada ou então realizar as ligações via WiFi.