Month: março 2015

‘Desperdício Zero': Tumblr colaborativo denuncia desperdício de água

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Publicado originalmente em Catraca Livre

Participe de nosso Tumblr colaborativo para ajudar na fiscalização e alertar a população sobre os desperdícios desse bem tão precioso

Antes, a região do Cantareira com água:

http://desperdiciozero.tumblr.com/

Depois, a região do Cantareira sem água:

http://desperdiciozero.tumblr.com/

A níveis alarmantes, os principais reservatórios que abastecem a capital paulista clamam por água. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no jornal Folha de S. Paulo nesta segunda, dia 20 de outubro, 60% dos paulistanos são afetados pela seca. Com isso, a necessidade de conter gastos excessivos e racionar o uso torna-se urgente.

Para ajudar na fiscalização, o Catraca Livre resolveu criar um Tumblr colaborativo chamado “Desperdício Zero“, a fim de que seja uma plataforma de denúncia coletiva para alertar a população sobre os desperdícios desse bem tão precioso. Nele, o público poderá postar fotos ou vídeos de situações que extrapolem o bom senso do consumo de água.

A ideia é conscientizar a população sobre a importância de manter as reservas de água para um futuro improvável, em que o casamento da gestão pública com a falta de chuvas possa causar um desastre ainda maior, não só em São Paulo, mas também em todo o país.

Mas, atenção: é importante ter certeza sobre o mau uso da água para que a denúncia não seja em vão e não haja injustiças.

Acesse desperdiciozero.tumblr.com e envie sua foto ou vídeo. É fácil e rápido!

Ai se essa moda pega!!! :D

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Publicado originalmente em Catraca Livre

Ônibus do DF devem ganhar suporte para bicicleta

Projeto de lei prevê instalação de racks para ao menos três bikes

Ciclistas de Brasília estão a um passo de ganhar uma novidade para facilitar sua locomoção. Aprovado no final de dezembro, o projeto de lei n° 1.260/12, do deputado Robério Negreiros (PMDB), prevê a instalação de racks para bicicletas nos ônibus do Distrito Federal.

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O projeto determina que cada suporte deve ser colocado na parte dianteira ou traseira externa dos veículos e ter capacidade para abrigar pelo menos três bicicletas e ter travas controladas pelo motorista.

Para ser aprovado, falta apenas a sanção do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), que não tem data limite para ser feita, mas que, segundo a assessoria jurídica do deputado, não deve passar de fevereiro.

Após sancionada a lei, as empresas de ônibus terão um prazo ainda não estipulado para realizar as mudanças. O custo da instalação dos racks será de responsabilidade das empresas, que podem ou não repassar o custo para o usuário, já que a proposta não determina que novo serviço deve ser gratuito.

No Brasil, a lei já foi aprovada no Recife. As bikes também ganharam espaço nos transportes públicos de São Paulo, ainda em fase de teste, em Florianópolis, desde 2013, Salvador, com aceso nas embarcações e no Elevador Lacerda Franco, e em Belo Horizonte, aos sábados, domingos e feriados.

Jovens fazem festa e dão medalha para quem é gentil na rua

Jovens fazem festa e dão medalha para quem é gentil na rua

 

Publicado originalmente em Catraca Livre

Muitas das gentilezas cotidianas passam despercebidas nas ruas. Para homenagear esses heróis urbanos desconhecidos, um Flash Mob com mais de 170 jovens de Curitiba parabenizava com medalhas e presentes a pessoa que ajudava dois idosos a carregarem suas malas.

A ação foi feita da seguinte maneira: os velhinhos, estrategicamente posicionados na Boca Maldita, no centro da cidade, caminhavam com malas aparentemente pesadas. Quando alguém se prontificava, o grupo aparecia entre a multidão e festejava.

Confira o vídeo:

Conheça escolas onde o aprendizado vai muito além da lousa e do caderno

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Originalmente publicado em Catraca Livre

Carteiras enfileiradas, giz, silêncio e lição de casa. Não é à toa que de cada quatro alunos que iniciam a educação fundamental no Brasil, um abandona a escola antes do último ano1. Ou você realmente acha que uma lista com vinte exercícios é mais atraente do que um gibi, um livro ou o vídeo game? A alta taxa de evasão nas escolas – o Brasil, com 24,3%, é a terceira maior entre os 100 países com maior IDH1 – é a prova de que os modelos vigentes de educação deixaram de fazer sentido para o aluno e precisam de mudança.

Crianças dizem que a escola é chata, adolescentes cabulam aula e adultos se lembram dos melhores momentos dos tempos de colégio: a sala de aula passa longe dessas memórias, pode apostar. Se de um lado afirma-se que a escola é um “mal necessário”, do outro tem gente com a cabeça fervilhando de novas ideias e com disposição para provar o contrário, mostrando que é possível inovar a educação e transformar a experiência do aprendizado em algo tão atraente quanto um gibi do Batman e mais eficiente do que 50 minutos de aula às 7h15 da manhã.

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Foto © Quando Sinto que Já Sei/Reprodução

Não tem a hora do brincar. O aprendizado pode ser uma brincadeira constante”, afirma Tião Rocha, antropólogo e educador, fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento, oCPCD, em Belo Horizonte, Minas Gerais. “Será que é possível a gente criar essa escola? Uma escola que seja uma escola alegre, prazerosa? Ou a escola tem que ser o serviço militar obrigatório aos 7 anos?”, questiona.

A entrevista faz parte do documentário “Quando Sinto que Já Sei”, uma obra que mostra práticas educacionais inovadoras em escolas brasileiras e que acende o debate sobre as reais necessidade de aprendizado de uma criança ou jovem. Mas quais são as mudanças propostas por essas iniciativas?

Trailer – Quando Sinto que Já Sei

“Todo estudante também é um pesquisador”

Escolas inovadoras quebram muros (reais e invisíveis), dão voz às crianças, querem os pais e a comunidade por perto, repassam responsabilidades aos pequenos e dão importância aopensar e ao argumentar em vez da repetição e exposição de conteúdo. Nessas escolas, o professor desce do tablado para mediar os alunos na construção do conhecimento e a brincadeira se torna a melhor forma de aprender para a vida. Em escolas inovadoras, ir para a aula deixa de ser “um saco”. 

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Fotos © Delima/Escola Politeia

[A escola] precisa abrir mão de muitos mecanismos que são contrários à emancipação, como as aulas fechadas (no espaço e no tempo), as turmas isoladas, as provas como sinônimo de avaliação, os mecanismos punitivos e repressivos como advertência, suspensão e expulsão etc., precisa dar voz de fato para todos os agentes da comunidade”, afirma Osvaldo Souza, professor da Escola Politeia, localizada em São Paulo (SP), em entrevista ao Hypeness.

Também abordada no documentário citado, a escola, que fica na zona oeste da cidade, é referência nacional em inovação e ensino democrático. Em salas que estimulam o contato entre as crianças de diferentes idades, os alunos são incentivados a pensar por si, com o objetivo de se desenvolverem de forma autônoma. Na Escola Politeia, são levados em conta os interesses de cada estudante, bem como seu ritmo e limitações. Valores democráticos e éticos também estão presentes nas interações do dia a dia, ao dar prioridade ao trabalho em grupo e às responsabilidades de cada aluno. Segundo a escola, ao assumir compromissos e arcar com as consequências, a criança aprende a valorizar e a participar das decisões da vida em comunidade, algo que é fundamental para todo cidadão.

Escola Politeia

A todo momento os estudantes aqui estão ganhando e produzindo conhecimento, alimentando o conhecimento do outro através das trocas e, mais importante, compreendendo o funcionamento do mundo real, onde não somos apenas espectadores em carteiras estáticas, somos protagonistas, com poder de decisão e de transformação“, explica Souza.

Estudar para a vida

Quem nunca ouviu um colega perguntar ao professor de Matemática pra que diabos ele iria usar a Fórmula de Baskhara na vida se ele não tinha a menor pretensão de ser engenheiro ou coisa do tipo? Na grande maioria das escolas do Brasil, alunos sentam-se em suas carteiras e ouvem professores “explicarem a matéria”. Mitocôndrias, locuções adjetivas, equações do segundo grau e hidrólise: a menos que uma criança queira trabalhar em cada uma dessas áreas, estudar esses tópicos a fundo tem um único objetivo: o vestibular.

A prova, que permite o ingresso em universidades brasileiras, traz questões complexas, bastante específicas e que exigem do estudante mais memória do que capacidade de raciocínio e crítica. A metodologia padrão de educação é voltada para isso. Mas faz sentido dedicar mais de 10 anos de educação de uma criança tendo como foco principal uma única prova?

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Foto © Delima/Escola Politeia

Crianças aprendem sobre ribossomos e centríolos, mas não têm acesso a informações claras sobre sua própria sexualidade. Domina-se matrizes e complexas equações matemáticas, mas não se ensina sobre finanças pessoais básicas. O aluno termina a escola com o nome de todos os presidentes do Brasil na ponta da língua, mas não é capaz de fazer uma escolha consciente na urna. Mais do que ter conhecimento, o importante é saber interpretá-lo e usá-lo de forma produtiva. O ensino não pode ser um preparatório para o vestibular, mas para a vida.

Esta forma [de ensino] diferente acontece quando se propõe a formação de sujeitos autônomos que podem decidir melhor por sua vida e pela vida do que estão a sua volta”, afirma o gestor da Escola Politeia.

Pensar o ensino fora do foco do vestibular também auxilia a refletir sobre talentos e carreiras.Crianças de cinco anos querem ser bombeiros, astronautas, professores, mágicos e dançarinos. Quando chegam no último ano da escola, contudo, essas mesmas crianças querem ser engenheiras mecânicas, publicitárias, advogadas e bioquímicas. Sem menosprezar nenhuma dessas profissões ou desconsiderar o processo de amadurecimento de escolhas, não tem como negar: algo aconteceu durante os anos de estudo que causou uma abrupta mudança de rumo nessas vidas.

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Foto © Delima/Escola Politeia

A Escola Politeia, por exemplo, estimula-se o aprendizado por meio de pesquisas. Os temas são selecionados a partir dos próprios interesses de cada criança e geralmente abordam mais de uma disciplina, sempre contando com o suporte de um orientador. Assim, os alunos são capazes de resolver os problemas que escolhem para si, desenvolvendo capacidade crítica e adquirindo um conhecimento que muitas vezes vai além de sua área inicial de interesse.

Um bom exemplo disso é a história de uma das alunas que decidiu pesquisar sobre animais abandonados na rua. O estudo sobre o assunto a levou a conhecer a cadela russa Laika, que foi enviada ao espaço. A curiosidade sobre o tema fez com que ela descobrisse o contexto da experiência, a Guerra Fria, e o entendimento sobre todos os conceitos políticos envolvidos. Por que dividir o ensino em matérias quando o mundo está conectado?

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Fotos © Instituto Lumiar

Outra escola que pensa o currículo escolar com base no interesse dos alunos é o Instituto Lumiar, que possui três unidades em São Paulo (SP). Durante as aulas, o aluno é colocado como sujeito ativo, de forma que conteúdos e habilidades são trabalhados de forma contextualizada, tornando-se mais atraentes para a criança e proporcionando uma experiência de aprendizado mais rica. “Para a Lumiar, o currículo deve ser vivo, fato que acontece na medida em que todos o constroem e o vivenciam, planejando e replanejando as ações em sintonia com as necessidades e demandas coletivas e individuais“, explicou a Dra. Célia Maria Piva Cabral Senna, Diretora Pedagógica do Instituto Lumiar, para o Hypeness.

Expandir a capacidade do aluno e mantê-lo motivado é um desafio constante no Instituto Lumiar. Por lá, o ensino tem como base a observação de fatos e a resposta a questionamentos que são de interesse de cada aluno e o professor, mais do que ditar conteúdos e visões de mundo, orienta cada etapa de estudo e descobertas. O foco está em “garantir o interesse dos estudantes e garantir a magia do conhecimento dentro das nossas escolas“, afirma Dra. Célia.

Os modelos inovadores de educação permitem explorar talentos individualmente, desenvolvendo pessoas mais felizes e criativas, que não têm medo de errar ou explorar possibilidades. Para o educador inglês Ken Robinson, o ensino às vezes é uma simples adestração, uma mera forma de “cortar asas” e barrar a criatividade. “Quando finalmente se tornam adultas, a maioria das crianças já perdeu essa capacidade. Elas adquirem verdadeiro pavor de errar […] e o resultado é que estamos produzindo indivíduos desprovidos de criatividade”, afirma durante uma palestra no TED. E então é curioso perceber o quanto cursos extensivos e de pós-graduação lutam para resgatar a criatividade que se perdeu durante os anos de escola.

Ken Robinson, no TED

O estímulo à criatividade e o repasse de responsabilidades às crianças faz parte do método inovador da Swanson Primary School, localizada em Auckland, na Nova Zelândia e que já foi matéria aqui no Hypeness. Na escola, a hora do recreio possui uma política de “zero regras” e a criançada fica livre para brincar como quiser, sem a supervisão de adultos. Clique aqui para ler mais sobre a experiência.

Também na Escola Viva Inkiri, localizada em Piracanga, na Bahia, a criatividade é levada a sério. Tendo como base os princípios espirituais do ser humano, o centro de educação tem como proposta a transformação interna e a valorização da liberdade de escolha. Sem luxos, os professores estimulam o desenvolvimento dos pequenos por meio de atividades como amarcenaria, a cozinha e a sala de artes. Com a união em mente e para permitir que cada criança se descubra e se experimente, a Inkiri evita divisões como “essa brincadeira é para meninos” ou “meninas fazem isso” e estimula valores como o respeito e a solidariedade.

Outro ponto relevante é que por lá não existe férias, feriado ou fim de semana. “Não temos um descanso porque ninguém está cansado“, afirma Ivana Jauregui, educadora uruguaia que fundou o centro, em 2008. Na Inkiri, crianças de 1 a 14 anos aprendem a se autorrealizar e conseguem se expressar em um ambiente livre de qualquer tipo de pressão ou preconceito.

Escola Viva Inkiri

Educação inclusiva

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Imagem © Facebook/Reprodução

– Quem mais influenciou na sua vida?
– Minha diretora, Sra. Lopez
– Como ela te influenciou?
– Quando nós nos metíamos em confusões, ela não nos suspendia. Ela ligava para nós, do escritório, e nos explicava como a sociedade é construída ao nosso redor. E ela nos falava que cada vez que alguém sai da escola, uma nova cela é construída na prisão. E uma vez ela fez com que todos nós nos levantássemos, um por vez, e disse que cada um de nós é importante.

O diálogo acima é uma das histórias da página Humans of New York, projeto fotográfico que retrata as diferentes caras e almas de uma das maiores metrópoles do mundo. A Educação é um tópico ainda mais complicado dentro de comunidades carentes. A necessidade por trabalhar desde cedo torna a rígida rotina escolar difícil de ser cumprida, o ensino padrão falha em encantar e estimular e a própria estrutura física do ambiente escolar e a condição de trabalho dos professores comprometem a eficiência do ensino. As crianças, muitas das quais vivem à margem da sociedade e frequentemente enfrentam dificuldades em casa, sentem-se desestimuladas.

A escola tem que sair da teoria e ir para a prática, ela tem que inspirar, alimentar a curiosidade e desenvolver habilidades, através da participação dos educandos, educadoras e da comunidades escolar. A escola é ‘chata’ porque apresenta tudo pronto, igual para todos, não está aberta ao diálogo, à construção conjunta  do seu currículo”, afirma Êda Luiz, diretora do CIEJA Campo Limpo, um Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos, localizado na zona sul de São Paulo (SP), que transformou a experiência do aprendizado

CIEJA Campo Limpo

Frente a taxas de evasão significativas, Êda buscou na ideologia da educação libertáriadiretrizes para mudar a forma com que jovens e adultos aprendiam na escola. Hoje, toda a estrutura curricular do CIEJA é pautada na flexibilidade de horário, visando permitir que os alunos possam frequentar as aulas sem que isso prejudique suas atividades profissionais. Os três turnos oferecidos funcionam em paralelo, de forma que o aluno que costuma ir às aulas pela manhã pode frequentar a escola também à noite, sem ser prejudicado.

No lugar das disciplinas costumeiras, a escola desenvolveu um modelo pedagógico que se baseia em quatro áreas de conhecimento: as Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Ensaios Lógicos e Artísticos e Ciências do Pensamento. Dessa forma, ocorre a integração de diferentes áreas, facilitando a assimilação do conteúdo e a reflexão crítica.

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Fotos © CIEJA Campo Limpo

Mais do que uma escola, o CIEJA Campo Limpo é um ambiente de integração, em que jovens que foram expulsos de outras escolas, adultos que decidiram voltar a estudar e deficientes trocam experiências e convivem em um ambiente pautado por valores como o respeito, a solidariedade e a responsabilidade. E é justamente aí que está o segredo para uma educação inovadora, diz Êda. “São os princípios e valores construídos no coletivo: acolhimento, respeito, diálogo, solidariedade”.

No CIEJA Campo Limpo, todo mundo tem a chance de aprender. Os alunos produzem conhecimento individual e coletivo, superando suas limitaçõe e para quem vem com a velha história de que “não nasci para estudar”, Êda rebate: “Isso existe onde a escola não constrói coletivamente o Projeto Político Pedagógico, quando não respeita o educando ou educadores. As pessoas não vêem significado nessa escola e faz essa declaração para justificar a sua saída”

Inovar é possível

Falar sobre inovação em educação no Brasil não é tarefa fácil. Há mais de 51,5 milhões2 de alunos matriculados na educação básica, estando 85,3%2 deles em escolas públicas, muitas das quais falham ao apresentar condições imprescindíveis de aprendizado, como saneamento básico. É preciso ter um banheiro limpo, cadeiras, livros e uma abordagem pedagógica que favoreça o desenvolvimento da criança como ser humano, como cidadã. Mas, infelizmente, isso ainda é pedir muito.

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Foto © Delima/Escola Politeia

É também utopia pura querer mudar o sistema educacional quando não são proporcionadas ao educador condições para dar atenção ao aluno, para aprender e se atualizar. O que a escola pública precisa mudar? A questão é complexa: segundo Êda, “a concepção de educação e o papel da escola no mundo atual – desde os funcionários até o Ministro [da Educação]”.

Apesar de todas as dificuldades, escolas com propostas inovadoras, como é o caso da Politeia e do CEIJA Campo Limpo, estão em todas as partes do país. Para mostrar isso, o jornalista Caio Dib fez uma viagem pelo Brasil para conhecer as iniciativas educacionais que estão fazendo a diferença por aí e deu início ao projeto Caindo no Brasil. Mais de 100 escolas inovadoras, públicas e privadas, foram mapeadas e a experiência deu origem a um livro, homônimo, que apresenta algumas das práticas educacionais mais inspiradoras.

Caio Dib fala sobre práticas educacionais inspiradoras no TEDxUnisinos 2013

Se você quer saber mais sobre educação inovadora, recomendamos ainda os seguintes materiais:

[Livro] Volta ao mundo em 13 escolas – coletivo sobre educação reuniu 13 exemplos de escolas inovadoras pelo mundo, sendo quatro delas no Brasil. O livro conta a história e a metodologia de cada uma delas, bem como experiências com os alunos. O e-book pode ser lido gratuitamente aqui.

[Livro] Totto-Chan: The Little Girl at the Window – ainda sem tradução para o português, a obra, best-seller no Japão, conta a história da autora Tetsuko Koroyanagi que, ao ser expulsa de sua escola, reencontrou o prazer de aprender ao entrar para a Tomoe Gakuen. A escola, fundada pelo educador Sosaku Koabayashi, trazia um sistema educacional diferente, baseado em respeito, responsabilidades e atenção.

Ir para a escola em um vagão de trem parece esquisito o suficiente, mas o sistema de lugares também era diferente. Na outra escola, cada aluno deveria sentar em sua carteira. Mas aqui eles podiam sentar onde bem entendessem […] A coisa mais esquisita desta escola, contudo, eram as lições. As escolas normalmente têm uma disciplina, por exemplo, Japonês, no primeiro período e você

estuda apenas Japonês; então, por exemplo, Aritimética no segundo período, e você estuda apenas Aritimética. Mas aqui era um tanto diferente. No começo de cada período, a professora escrevia uma lista com todos os problemas e questionamentos das disciplinas que seriam estudadas naquele dia. E então ela dizia ‘Agora, comece com aquele que você preferir’[Tradução livre de trecho do capítulo “Lessons at Tomoe”]

[Documentário]  Quando Sinto que Já Sei (2014): o documentário, dirigido por Antonio Sagrado Lovato, Raul Perez e Anderson Lima traz entrevistas incríveis com pais e educadores que acreditam nos novos modelos de educação. O vídeo pode ser assistido gratuitamente aqui.

[Documentário] Pro Dia Nascer Feliz (2007): dirigido por João Jardim, o documentário retrata a situação do sistema educacional brasileiro, mostrando a diferenças entre escolas particulares e públicas. O vídeo está disponível aqui.

Notas:

 Dados presentes no Relatório de Desenvolvimento 2012, divulgado pelo Pnud(Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento).

2 Números do Censo Escolar 2010, divulgado pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)

Mais de 30 vídeos gratuitos sobre literatura brasileira

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Originalmente publicado em Catraca Livre

Materias tratam de trabalhos de grandes autores

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O Ministério da Educação disponibilizou, por meio do site Domínio Público, mais de 30 vídeos sobre literatura brasileira.

Grandes nomes como Machado de Assis, Mário de Andrade, José de Alencar, Drummond e Lygia Fagundes Telles estão entre os temas abordados.

Veja a lista completa dos vídeos oferecidos e saiba mais sobre a nossa literatura.

Natureza + Tecnologia: porque a soma desses 2 fatores é o estilo de vida do futuro

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Publicado originalmente em Hypeness

Imagine acordar às 11 da manhã, esquentar uma água no fogão de pedra e tomar seu café na varanda de um sítio que parece intocado pelo tempo – exceto por um detalhe: a conexão à internet é o que permitiu que você estivesse ali, desfrutando deste momento. Estas não são as férias perfeitas e sim o dia-a-dia de muitas pessoas que levam a vida trabalhando remotamente em áreas rurais.

A vida desses profissionais foi facilitada pela expansão da conexão à internet, que hoje não se restringe aos grandes centros urbanos. Isso permite que muita gente carregue seu trabalho na mochila – ou, mais especificamente, no computador. Com isso, chega a decisão mais difícil: escolher qual lugar você vai chamar de seu.

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Para muita gente, o lugar ideal fica em uma região rural. Por quê? Para comer melhor, viver em um ambiente mais seguro e longe de todo o estresse relacionado ao cotidiano na cidade, em que todos a sua volta vivem uma rotina programada das 9h às 18h e esperam o dia do pagamento para aumentar sua listinha de consumo. Soa familiar?

Então imagina se você pudesse viver em um lugar cercado por pessoas que estão em outro ritmo, que preparam (e plantam) a sua própria comida, limpam seu próprio banheiro e, às vezes,esquecem de trancar a porta da frente. Pode parecer utopia, mas essa é a realidade de muitos profissionais, que deixaram de ouvir Elis Regina cantando “Eu quero uma casa no campo, onde eu possa ficar no tamanho da paz. E tenha somente a certeza dos limites do corpo e nada mais” para viver essa experiência na prática.

Se você ainda pensa que isso é ideia de adolescente hippie ou de velhinhos aposentados, pode esquecer. Esse estilo de vida vem sendo buscado cada vez mais por casais com filhos pequenos, como Hugo e Manu Melo Franco, que se mudaram para a Chapada Diamantinacom o filho Tomé, de dois anos, e Nina, a caçula, que ainda estava na barriga da mãe. Da experiência surgiu o blog Notas Sobre uma Escolha, em que Manu compartilha um pouco da rotina da família após se mudar para o campo. Foi preciso vender tudo que tinham para realizar a mudança, mas a ideia era exatamente essa: “Escolhemos partir para poder chegar, ter menos para poder ser mais”, conta. Hoje estão vivendo em Pirenópolis, como contam aqui.

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Apesar de precisarem de pouco dinheiro, já que grande parte do sustento da família vem da própria horta, Malu continua trabalhando à distância como jornalista freelancer. Afinal, as contas de luz e internet ainda não podem ser pagas com hortaliças (infelizmente, diga-se de passagem). E são essas as únicas comodidades das quais a família não abre mão no sítio de cinco hectares onde vive atualmente. Mesmo assim, a ideia é que eles possam caminhar cada vez mais rumo à sustentabilidade, com a implantação de um sistema de captação de energia solar.

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Para Anna Márcia e Rodrigo, a motivação veio com o nascimento do primeiro filho e a busca por um estilo de vida mais saudável. Depois de tomar a decisão de se mudar para um lugar mais próximo da natureza e de um estilo de vida mais simples,  o casal contou com uma ajudinha da tecnologia para continuar trabalhando remotamente – e Anna Márcia, que trabalha com coaching, conta que a procura só aumentou depois que passou a atender online.

No vídeo abaixo, feito para o canal do Youtube Meu Bebê, o casal conta um pouco sobre essa mudança:

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Outro exemplo de um casal que decidiu largar a selva de concreto em busca de mais liberdade e qualidade de vida foram Eme Viegas e Jaque Barbosa – criadores dos sites HypenessNômades Digitais e Casal Sem Vergonha. Os dois são paulistanos “do olho do fucarão”, como gostam de definir, mas num certo momento começaram a questionar se a cidade grande realmente estava oferecendo benefícios suficientes que justificassem permanecer numa cidade que eles enxergavam como caótica, poluída, violenta e superlotada. “A gente começou a perceber que apesar de São Paulo oferecer muita estrutura, a gente não estava aproveitando tanto. Há muitas opções culturais, gastronômicas e de lazer, mas se locomover pela cidade era sempre difícil, o que fazia com que não aproveitássemos tanto.” afirma Eme Viegas.” Outra questão que incomodava muito era a questão da violência. ”Já fomos assaltados, nossa família e amigos já foram assaltados. A gente não queria viver num lugar onde éramos reféns do medo e da insegurança. A gente queria dormir de porta aberta e poder ter janelas sem grades.”

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E conseguiram. Desde o início, quando abriram a empresa de projetos para a internet, eles já estruturaram o funcionamento dela para que tudo rodasse online. Assim, conseguiram a liberdade que tanto buscavam. Se mudaram para uma agrovila em Ilhabela de frente para o mar, onde eram acordados pelos papagaios, assistiam ao pôr-do-sol todos os dias de camarote, e dormiam com o som das ondas como trilha sonora. “Depois que nos mudamos para Ilhabela, nossa produtividade disparou. Ficamos muito mais inspirados e felizes, e isso refletiu diretamente no nosso trabalho. A nossa empresa cresceu, nosso trabalho ganhou uma visibilidade muito bacana, os lucros aumentaram. Não conheço nada que motive mais do que viver uma vida como você sempre sonhou.”, revela Eme Viegas.

Depois de morarem por 2 anos nessa agrovila em Ilhabela, eles decidiram fazer do mundo seu quintal. Passaram a viajar por diferentes lugares do globo ao mesmo tempo em que trabalham.“Hoje nossa empresa conta com uma média de 10 pessoas na equipe, cada um em um canto do mundo. Tem gente em Portugal, Berlim, Curitiba, Rio de Janeiro, Londres, São Paulo. A gente gostou tanto desse estilo de vida que achamos justo que as pessoas do time pudessem viver isso também.” , conta Jaque Barbosa. E o Eme Viegas completa: “Apesar de hoje em dia estarmos viajando pelo mundo, sempre procuramos passar mais tempo em lugares onde podemos ter contato com a natureza. Depois que você descobre os benefícios de viver e trabalhar perto danatureza, você não consegue mais voltar pra vida antiga. Temos certeza que esse é o estilo de vida do futuro: a união da natureza com a tecnologia.”

Se as histórias acima parecem surpreendentes, vale a pena também colocar alguns números na balança. Afinal, o próprio IBGE aponta que um quarto da população brasileira trabalha em casa atualmente – e esse número é em grande parte influenciado pelos trabalhadores que vivem em regiões rurais. Além disso, em países que enfrentaram uma crise econômica recente, a população destas áreas já começa a crescer. É o caso da Espanha, que viu um aumento de 12,9% na população de cidades com até 100 habitantes nos últimos 10 anos. Por lá, muita gente está buscando voltar ao campo para diminuir os custos decorrentes de um estilo de vida urbano.

Enquanto isso, para algumas pessoas a vida no campo é praticamente uma consequência de outras escolhas. Foi o que aconteceu com Larissa e Carlos que decidiram passar um ano vivendo na Nova Zelândia, onde passariam por diversas cidades. Durante esse tempo, eles realizariam house sitting. Ou seja: poderiam viver em uma casa gratuitamente e, como contrapartida, teriam que cuidar da propriedade e dos animais que viviam nela.

Mesmo que nem toda a viagem dos dois seja para destinos rurais, grande parte dela acabou tendo esse foco, principalmente pelas características da hospedagem escolhida. E a experiência foi tão inspiradora que eles decidiram continuar com ela por tempo indeterminado, enquanto contam um pouco desta aventura no blog Vida Cigana.

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Não é por acaso que comunidades como o WWOOF, que promovem o intercâmbio em fazendas orgânicas pelo mundo, crescem a cada dia. A rede propõe que viajantes troquem algumas horas de trabalho por hospedagem e alimentação gratuita em regiões rurais e, de quebra, permite que eles conheçam um pouco mais a fundo a cultura das comunidades que visitam, além de aprender muito sobre agricultura ecológica.

Quem viveu essa experiência não se arrepende: “Das muitas coisas que aprendi em Anlhiac, uma delas é em relação ao tempo e a vida no campo. Lá o tempo é outro, as pessoas e suas atividades seguem outro ritmo, outro padrão. Embora muitas pessoas achem o contrário, a vida no campo é muito dinâmica, muito viva! Apenas segue outro ritmo”, conta João Carlos, que viveu a experiência em uma fazenda na cidade de Anlhiac, no interior da França.

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O WWOOF ou mesmo o house sitting também podem servir como um estágio para aqueles que pensam em largar tudo para viver no campo. Afinal, são oportunidades de aprender mais sobre este estilo de vida antes de se jogar de cabeça no desconhecido. Para isso, não basta ficar no tamanho da paz, como Elis Regina. Muitas vezes é preciso de um pouquinho de coragem para aprender a viver longe de serviços que na cidade parecem essenciais, como supermercados ou hospitais. Quem tentou garante que a coragem dessa escolha é recompensada como nunca.

Em um momento no qual grandes cidades vivem uma crise hídrica como não se via há muito tempo, como o caso de São Paulo, no qual o governo já fala em rodízio de até 5 dias sem água por semana  o êxodo dos centros urbanos tem se intensificado. Nas grandes cidades, a competitividade é maior, a disputa por espaço e recursos é muito mais acirrada, e o nível de qualidade de vida tem cada vez sido mais baixo. Esses fatores fazem com que cada dia mais pessoas decidam deixar as grandes cidades rumo ao campo, onde os recursos ainda são muito mais abundantes e o nível de qualidade de vida é inquestionavelmente mais elevado. Muitas pessoas têm se questionado: pra que ficar numa cidade superlotada quando há a escolha de se mudar para um lugar onde reina a abundância?

Falando em escolha, a Manu nos lembra bem o que fez com que ela e a família fizessem as malas e partissem para o campo: “A nossa escolha nada mais é por viver uma vida larga, não apenas uma vida longa”. E a sua?

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Fotos 1-4, 14, 15: Manu Melo Franco; Fotos 5, 6: Reprodução Youtube Mey Bebê; Foto 7: Reprodução Youtube continuecurioso; Fotos 8-10: Vida Cigana; Fotos 11-13: Relatos de um Caminhante.

8 dicas para quem está querendo comecar a pedalar pela cidade

8 dicas para quem está querendo comecar a pedalar pela cidade

Publicado originalmente em Catraca Livre

Quer utilizar a bicicleta como meio de transporte?

8 dicas para quem está querendo comecar a pedalar pela cidade

1- Compre uma bike

Se você ainda não possui uma bicicleta, esse é um passo importante. Primeiro pense em um modelo para a sua altura e peso.
Depois, escolha qual modelo de bicicleta te agrada ou é ideal para o uso que você vai fazer. Questões importantes: Você pretende fazer uso recreativo ou esportivo da bicicleta além do transporte?;  Qual seu orçamento?; Seu bairro possui muitas ladeiras?; Existe um local seguro para guardar a sua bike?.

Muitas pessoas não começam a pedalar por não saber qual bicicleta comprar. É claro que comprar uma bike de qualidade é importante e um bom investimento.

Mas o mais importante é ter uma bicicleta. Além de poder adaptá-la e melhorar as peças aos poucos, você só vai descobrir o seu modelo ideal pedalando.

2 -Pratique em locais tranquilos

Se você é iniciante ou faz tempo que não pedala, é bom praticar um pouco antes de ir para as ruas.

Infelizmente nossa infraestrutura cicloviária não é ideal e muitos motoristas ainda não respeitam ciclistas.

Por isso, é importante estar confiante. Mas não se preocupe, em poucos dias você já estará íntimo da bicicleta.

3 -Trace uma rota (Bike Anjo)

Antes de sair para o seu destino, pense em uma rota que seja boa para as bicicletas.

O ideal é evitar grandes vias e subidas.

Se você não conseguir traçar a rota, procure o Bike Anjo: eles fazem isso por você.

4 -Posicionamento

Não tenha medo de ocupar a faixa da direita. É mais seguro pedalar mais próximo do meio da faixa do que do meio fio da calçada.

O ideal é ocupar um quarto da faixa. Assim você facilita a ultrapassagem dos carros e tem espaço suficiente para pedalar.

5 -Calçadas

Não pedale nas calçadas e não pedale para cima de pedestres.
Se você não está seguro em determinado trecho do trajeto, não tenha vergonha de descer da bicicleta e empurrá-la.

*Esse é um item polêmico. Alguns ciclistas defendem que a bicicleta deve subir na calçada em trechos perigosos, desde que reduza a velocidade e e não ameace pedestres.
Outros, acreditam que o ciclista deve impor-se sobre os carros e fazer valer a lei. Use o bom senso.

6 – Saídas a direita

As saídas para a direita, especialmente as conversões em avenidas movimentadas podem ser perigosas.

Sinalize com o braço que você não vai fazer a conversão.

Muitos carros entram de última hora e não calculam a velocidade correta do ciclista. Fique atento á movimentação dos automóveis.

7 -Iluminação

Os refletivos não costumam ser suficientes em ruas escuras.

Compre uma luz branca na frente e vermelha atrás. Opte também por uma luz brilhante, pois chama mais atenção.

8- Capacete

Pedalar em segurança e seguindo as leis pode protegê-lo até mais do que um capacete.
Mas não deixe de usá-lo, especialmente se você é iniciante.

Com informações do Vá de Bike.

10 produtos diferentes para decorar a casa por até R$ 20

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Publicado originalmente em Catraca Livre

Quando se fala em decorar a casa, logo se pensa em colocar a mão no bolso e gastar muito dinheiro. No entanto é possível encontrar itens criativos e diferentes para dar um toque especial e gastar pouco.

O AliExpress, site do gigante de tecnologia chinês Alibaba, agrega milhares de vendedores de vários segmentos e também é possível encontrar produtos para a casa. O site que funciona como um imenso shopping virtual é sucesso no Brasil devido aos baixos preços de seus produtos.

Separamos 10 itens divertidos de decoração por até R$ 18,99. Confira abaixo:

Relógio de parede 3D – R$ 18,98

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Adesivo de parede “Always Kiss Me Goodnight” – R$ 4,72

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Estrelas adesivas que brilham no escuro – R$ 5,28

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Borboletas adesivas – R$ 7,96

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Relógio adesivo para cozinha – R$ 10,74

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Lâmpadas de LED que imitam velas – R$ 17,74

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Adesivo para interruptores de luz – R$ 1,33

 

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Adesivo removível de vinil – R$ 20,02

 

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Adesivo para vaso sanitário – R$ 2,63

 

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Vaso lâmpada – R$ 14,42

 

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ATENÇÃO

Fique atendo aos selos de avaliação dos vendedores antes de comprar e também ao número de vendas efetuadas. Quanto melhor for a reputação, mais confiáveis são os vendedores. Como os produtos são enviados diretamente da China, qualquer compra corre o risco de ser taxada pela Receita Federal ao chegar ao país. Calcule se, mesmo com a cobrança do imposto, o preço continua compensando.

Adora ler mas está sem grana para os livros?

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Livraria disponibiliza mais de 200 livros para baixar gratuitamente

Postado originalmente em Catraca Livre

Obras como “Dom Casmurro” e “O Cortiço” estão na lista

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A livraria Saraiva disponibilizou uma série de e-books gratuitos. “O ano em que meus pais saíram de férias”, “Zuzu Angel”, “Federico Garcia Lorca”, “Dom Casmurro” e “O Cortiço” são apenas alguns dos muitos títulos oferecidos.

As obras estão em formato PDF e podem ser baixadas no seu computador, leitor eletrônico ou tablet.

16 livros de Fernando Pessoa para baixar gratuitamente

Postado originalmente em Catraca Livre
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A Universia Brasil divulgou uma lista de 16 obras de Fernando Pessoa que podem ser baixadas gratuitamente.

Um dos maiores nomes da literatura, Pessoa deixou um importante legado.

Baixe os livros e conheça mais o trabalho do autor:

Poemas Inconjuntos

Poesias Inéditas

Poemas Traduzidos

Poemas de Fernando Pessoa

Poemas de Álvaro de Campos

O Pastor Amoroso

O Guardador de Rebanhos

O Eu Profundo e os Outros Eus

O Banqueiro Anarquista

Mensagem

Do Livro do Desassossego

Cancioneiro

Poemas de Ricardo Reis

Poemas em Inglês

Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco

Primeiro Fausto

MoMA disponibiliza 10 livros de moda para baixar

Postado originalmente em Catraca Livre

A lista conta com obras de diferentes assuntos, épocas e estilos

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O MoMA, Museu Metropolitano de Arte de Nova York, disponibilizou 10 livros de moda para download gratuito.

A lista, divulgada pelaUniversia Brasil, conta com obras de diferentes assuntos, épocas e estilos. Confira:

American Ingenuity: Sportswear, de Richard Martin

Bare Witness, de Richard Martin e Harold Koda

Haute Couture, de Richard Martin e Harold Koda

Madame Grès, de Richard Martin e Harold Koda

Christian Dior, de Richard Martin e Harold Koda

Wordrobe, de Richard Martin

Joias Metropolitan, de Sophie McConnell

Ligações Perigosas: Moda e móveis no século XVIII, Harold Koda e Andrew Bolton

Orientalismo: Visões do Oriente no vestido ocidentais, de Richard Martin e Harold Koda

La Belle Époque, de Julian, Philippe e Diana Vreeland

Seja um poliglota

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Cursos gratuitos e online para aprender árabe

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Os conteúdos são oferecidos em inglês

A Universia Brasil selecionou nove cursos gratuito e online para quem quer aprender árabe, umas das línguas mais antigas do mundo.

O idioma tem mais de 280 milhões de falantes, em mais de 20 países. A escrita árabe, oriunda da aramaica, é realizada da direita para a esquerda.

Confira os cursos (em inglês):

Lições de língua árabe

ArabicPod

Instituto de Serviços Estrangeiros – Amárico básico

Instituto de Serviços Estrangeiros – Escrita Árabe

Instituto de Serviços Estrangeiros – Pronunciação

Dialeto da Arábia Saudita

Instituto de Serviços Estrangeiros – Comparação de dialeto

Expressões árabes básicas

Podcasts Peace Corps

Cursos gratuitos e online para aprender italiano

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Os conteúdos são oferecidos em inglês

A Universia Brasil selecionou cursos gratuitos e online para quem quer aprender italiano. O idioma é falado por mais de 70 milhões de pessoas.

Formada por 1.242 universidades sócias de 23 países ibero-americanos, a Universia é uma rede de universidade de fala hispânica e portuguesa.

Confira a lista de cursos:

Fale Italiano

Instituto de Serviços Estrangeiros / Italiano Fácil

Instituto de Serviços Estrangeiros / Italiano Básico

LearnItalianPod.com

Vamos falar Italiano

MyDailyPhrase.com

Aulas de um minuto e gratuitas para você começar a entender o polonês

Com informações do Universia

Falada por mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, o polonês (ou língua polaca) é o idioma oficial da Polônia. Se você está interessado no assunto, confira as dicas e bons estudos. Leia a matéria na íntegra.

1. Curso de polonês online de graça: cursos de 60 segundosClique aqui e confira. É preciso baixar pelo itunes.

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Mais

Há ainda outras possibilidades para aprender o idioma.

1. No site 101 idiomas, você pode aprender o básico da língua. Clique aqui.

2. Já no site livemocha, os cursos são intermediários e avançados. Clique aqui.