Month: dezembro 2014

Engenheiros brasileiros criam sistema que permite transformar caixa d’água em mini usina hidrelétrica

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Postado originalmente por Hypeness

Economizar água e criar soluções que poupem o meio ambiente deveriam ser princípios impostos na sociedade desde os primórdios. Nos últimos anos, a luta para aumentar a eficiência dos sistemas de produção de energia tem sido constante, especialmente se nos faltar água. Para evitar o aperto, dois engenheiros brasileiros resolveram empreender e criaram uma solução simples para uso doméstico.

Após estudos, desenvolveram o sistema Unidade Geradora de Energia Sustentável, ou apenas UGES, tecnologia doméstica capaz de transformar caixas d’água em mini usinas hidrelétricas, independentes de seu tamanho, transformando a passagem de água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia limpa, sem emissão de gases. Os inventores Mauro Serra eJorgea Marangon destacam que a média de consumo de água no país é de 250 litros por pessoa, totalmente desperdiçados como forma energética.

Apesar de não precisar de uma fonte externa de energia para funcionar, a UGES precisa de uma unidade móvel além da que existe dentro do reservatório, pois assim torna possível a transformação de toda a energia concentrada em eletricidade, criando uma rede de distribuição em casa. Tudo funciona proporcionalmente, ou seja, se você consumiu água, já gerou energia automaticamente com o uso do sistema. Segundo Serra, a produção é ideal para abastecer geladeiras, computadores, ventiladores, lâmpadas e outros aparelhos domésticos, exceto os de alto consumo, como secadores de cabelo e chuveiros.

Com a ideia já patenteada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, a expectativa é de que o equipamento não poluente esteja no mercado em breve. O benefício se expande para a rede pública também, podendo abastecer a iluminação das ruas, ou até mesmo indústrias, lavanderias e outros estabelecimentos privados que consomem muita água.

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Fonte: FAPERJ

Todas as fotos: Divulgação

Sites da China são os favoritos dos brasileiros para compras no exterior

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Publicado originalmente em IDG Now! – em 26/11/2014

Segundo estudo do PayPal, EUA aparecem como segundo país mais procurado pelos consumidores do Brasil para fazer compras internacionais.

Os sites da China e dos EUA são os principais “alvos” dos consumidores brasileiros na hora de fazer compras internacionais pela Internet, segundo uma pesquisa mundial divulgada nesta semana pelo PayPal.

Feito em parceria entre o PayPal e a consultoria Ipsos, o estudo mostra que os sites da China lideram a preferência dos brasileiros, respondendo por 31% das compras internacionais, um pouco à frente das lojas dos EUA, que aparecem com 28%. Logo atrás, mas com uma porcentagem bem menor, aparecem Hong Kong, com 7%, Japão, com 6%, Reino Unido, com 4%, e os vizinhos da Argentina, com 4%.

Frete grátis, custo mais baixo e pagamento seguro estão entre os maiores atrativos para os internautas brasileiros que fazem compras em sites estrangeiros, aponta o levantamento. Já o tempo de entrega, custo do frete e preocupações com alfândega e em não receber os itens são apontados como as principais barreiras para esse comércio além das fronteiras.

Brasil entre os maiores consumidores nos EUA

Apesar da preferência dos brasileiros por comprar em sites americanos, o Brasil é apenas o terceiro mercado que mais compra em sites dos EUA, respondendo por 7% dessa exportação online, ao lado de México, Rússia e Reino Unido, todos com o mesmo percentual. A China, com 33%, aparece na liderança, seguida pelo vizinho Canadá, com 11%.

Entre os itens mais buscados pelos brasileiros que compram em sites dos EUA estão artigos de roupa/vestuário, entretenimento e educação, brinquedos e hobbies, e viagens e transportes.

Hábitos do Brasil

Entre os 800 entrevistados no Brasil, 70% afirmaram ter feito pelo menos uma compra online nos últimos 12 meses. Dessa porcentagem, metade comprou apenas em sites nacionais e os 50% restantes em sites internacionais e também nacionais.

China e EUA “fechados”

Apesar de serem os “destinos” favoritos dos brasileiros e de muitos outros países para o comércio eletrônico internacional, China e EUA são basicamente fechados nesse quesito.

De acordo com o PayPal, a China teve o percentual mais baixo de consumidores que fazem compras internacionais:26%. Logo em seguida aparece os EUA com uma taxa um pouco maior, mas ainda baixa: 30%.

Metodologia do estudo

Realizado entre setembro e novembro de 2014, o levantamento entrevistou um total de 18 mil pessoas (todas com mais de 18 anos) em 22 países, com uma média de 800 pessoas por nação, incluindo o Brasil.

A lista de países cujos moradores foram entrevistados traz Reino Unido, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes Unidos, EUA, Canadá, Brasil, México, China, e Austrália.

Ano Novo? Hora de fazer um balanço das suas finanças pessoais

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Postado originalmente no site Minhas Economias em 04/12/2014

Final de ano é uma boa época para reflexões, planos e sonhos para o futuro!
Aproveite também para fazer um balanço das suas finanças pessoais, analisando não só as grandes conquistas, mas também os objetivos não completamente alcançados. Para isso, elaboramos algumas perguntas e atividades que podem lhe ajudar nesta ‘aventura’ do autoconhecimento!

“Arregace as mangas” e siga em frente!

1) “Você, neste ano, ganhou mais dinheiro do que gastou ?

Começamos com uma pergunta bem básica e simples, mas importantíssima para a sua saúde financeira. Se você não quiser continuar com a leitura, ao menos guarde muito bem esta pergunta para o resto da sua vida. Parece óbvio, mas é mais difícil do que parece. Para começar, você precisaria ter feito alguma espécie de controle de gastos e receitas durante o ano para responder corretamente esta pergunta. Afinal, não vale dizer: “Acho que gastei menos do que ganhei”. É muito fácil se enganar só fazendo as ‘contas de cabeça’.

De qualquer maneira, todos os controles, dicas, planejamentos e outras atividades que realizamos em busca de uma boa situação econômica, podem, no fim, ser resumidos em um só objetivo: Ganhar mais do que gastar. Pode-se até discutir o quanto a mais devem ser os nossos ganhos em relação aos nossos gastos, mas o mais importante continua a ser: você pode responder SIM à pegunta acima?

2) Você investiu o que poupou com “sabedoria”?

Se você respondeu SIM à primeira pergunta, significa que você tem algum dinheiro sobrando … que pode ser investido! E, para que o seu “suado” dinheiro venha a render bons dividendos, é preciso  investir com muita ‘sabedoria’. Mas, o que isto significa?

Significa que você deve definir bem os seus objetivos, entender muito bem quais as várias opções de investimento disponíveis no mercado financeiro, analisar os riscos, rentabilidades e taxas envolvidas em cada uma destas opções … e aí investir! Fácil, não?

Parece difícil mesmo, e infelizmente não há como deixá-lo muito simples. Mas, pense pelo lado bom: investir é a segunda melhor parte das suas finanças pessoais (a primeira, claro, é gastar …)! Assim, aproveite este momento, estude e colha os ‘frutos’ que você merece!

3) Você juntou algum dinheiro para a sua aposentadoria?

Não importa muito a sua idade (apesar de que quanto mais jovem, mais importante será esta pergunta), a questão da aposentadoria é algo que sempre deve estar entre os nossos objetivos financeiros (e de vida também, afinal, não adianta ter muito dinheiro sem ter uma boa saúde).

Você pode considerar esta atividade como algo muito similar ao item 2 acima: investir. A única diferença pode estar no tempo deste investimento. Em um investimento normal, você pode precisar do dinheiro em 2 anos, por exemplo, para trocar o carro. Já nos investimentos que visam a aposentadoria, os prazo são muito maiores e tem um objetivo específico: curtir a vida na “melhor idade”.

Os produtos financeiros para este tipo de investimento (aposentadoria) são também específicos, e muitos permitem benefícios ou diferimentos fiscais (deduções ou postergações no pagamento de seu Imposto de Renda). Por isso, aqui também é necessário muito estudo, auto-conhecimento e definição de objetivos.

4) Você juntou algum dinheiro para eventuais imprevistos?

Imprevistos são acontecimentos que realmente podem alterar totalmente nossa situação financeira, por isso este tema também está em nossas ‘perguntas importantes de Final de Ano’.

Por exemplo, a perda do emprego, um problema de saúde ou acidente mais grave pode nos tirar a capacidade de trabalhar e, consequentemente, de gerar receitas.

Nestes casos, se você não tiver uma reserva financeira que possa ser usada para pagar as despesas básicas (aluguel, luz, telefone, água, eventuais tratamentos médicos, etc.), provavelmente, você terá que recorrer a empréstimos que podem, no médio e longo prazo, gerar dívidas muito grandes.

Bem, se as suas respostas a estas perguntas foram todas ‘SIM’, parabéns! Você está no caminho certo.

Caso contrário, não desanime e defina um plano para mudar esta situação. Tenha sempre em mente estas 3 perguntas e busque, a cada dia do próximo ano, tomar decisões e mudar suas atitudes para que estas perguntas sejam respondidas com um sonoro ‘SIM’!

E, para finalizar, lembre-se que a felicidade em nossas vidas não depende apenas de nossa condição financeira. Assim, estenda esta reflexão para todos os aspectos de sua vida!
Caso queira comentar este e outros textos, por favor, encaminhe uma mensagem para contato@minhaseconomias.com.br