Month: outubro 2014

Black Friday: dicas de segurança para compras on-line

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Publicado originalmente no site http://aurineybrito.jusbrasil.com.br/artigos/121937000/black-friday-dicas-de-seguranca-para-compras-on-line – em 09/2013 – Auriney Brito – www.aurineybrito.com.br

Sempre foi recomendável o alerta ao consumidor que busca e compra produtos pela internet. Neste final de ano, recomendamos que essa atenção seja redobrada para não sofrer ofensas ao patrimônio. Estatísticas demonstram um substancial aumento no número de vítimas de fraudes no comércio eletrônico, isso ocorreu, além de outros fatores, pelo crescimento do número de usuários de internet no Brasil (passamos os 110 milhões de usuários) e da facilidade e expansão do comércio eletrônico, também chamado e-commerce.

Especialistas afirmam que neste final de ano o comércio on-line irá movimentar mais de 3 bilhões de reais em compras, com um aumento de 25 % à marca do ano passado. A prática está popularizada, mas os consumidores ainda não estão 100% prontos para ela.

Essa sexta-feira, 29 de novembro, será negra para o comércio eletrônico. Acontecerá a famosa Black Friday, ocasião onde várias lojas passam 24 horas em promoção que alcançam até 80 % de desconto em seus produtos. Trata-se de uma programação da cultura norteamericana que acabou expandindo para a internet e consequentemente, para vários países, inclusive o Brasil.

O problema é que aqui, muitas lojas utilizaram a data para atrair os consumidores com publicidade enganosa, maquiagem de preços, vendas casadas e outras ofensa à relação de consumo, além do que, estelionatários e outros criminosos deixaram as ruas e partiram para o ciberespaço em busca de consumidores desavisados e sedentos por promoções tentadoras, vítimas perfeitas para as armadilhas dos bandidos da internet.

Por esta razão, preparamos 10 dicas para reduzir os riscos de sofrer danos durante a Black Friday e as compras de final de ano:

  1. NUNCA clique na promoção que chegar ao seu e-mail, ela pode lhe conduzir à uma página falsa idêntica à original onde serão furtados os seus dados de cartão de crédito, ou realizará a instalação de um vírus no seu computador, com o mesmo objetivo; Entre no site da empresa digitando o endereço diretamente do navegador.
  2. O SERASA disponibilizará gratuitamente a pesquisa de CNPJ das empresas que estarão participando das promoções. Consulte a existência e credibilidade da mesma antes de realizar sua compra.
  3. Não forneça seus dados de cartão de crédito por e-mail, mensagem ou telefone;
  4. Cadastre-se junto à operadora do cartão de crédito para receber mensagens com notificações imediatas sempre que uma compra for confirmada nele. Isso fará você identificar rapidamente uma possível clonagem ou uso desautorizado.
  5. Sempre salve a página da compra (print) e imprima os recibos de compra, guardando todos os dados do produto adquirido, data, e dados da empresa.
  6. Confira o preço do produto antes da promoção, algumas lojas aplicam golpes com falsas promoções. Essa foi uma das maiores reclamações no black friday do ano passado.
  7. A redução dos preços não exime a responsabilidade da empresa por vícios do produto ou serviço.
  8. A compra na promoção NÃO retira do consumidor o seu direito de arrependimento. Não importa o argumento da empresa, você tem o DIREITO de desistir da compra até sete dias depois da data que recebeu o produto comprado pela internet.
  9. Nunca realize compras através de computadores públicos. Use apenas uma máquina devidamente protegida para transações pela internet.
  10. Formule reclamações no site do PROCON e nos espaços de RECLAME AQUI que serão disponibilizados pela marca BLACK FRIDAY. Denuncie abusos das empresas nas redes sociais marcando os PROCONS da sua região.

 

Horta inteligente permite produzir alimentos em sacadas e terracos

Publicado originalmente no site Hypeness – Redação Hypeness

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Nós vivemos cercados de asfalto e poluição, mas temos a consciência de que reduzir o estresse, praticar exercícios físicos e alimentar-se com vegetais orgânicos faz bem. Sendo assim, é hora de transformar sua sacada, terraço ou janela em uma horta e aproveitar a produção de alimentos mesmo estando em um grande centro urbano. Para isso, foi criada a Noocity, uma empresa focada em desenvolver métodos e produtos que permitem o plantio fácil e rápido dos mais diversos tipos de vegetais.

A grande inovação fica por conta da tecnologia empregada na Growbed e nos Growpockets, dois dos produtos já disponíveis para venda: dentro de cada um deles, há um sistema inteligente desubirrigação. Além de precisar ser regada apenas a cada 15 dias, a horta inteligente economiza até 80% de água, em comparação a uma horta comum. Ao alimentar o sistema com água, esta é levada até as raízes por meio de pequenos vasos. Com isso, não se corre o risco de aguar as plantas em excesso, além de diminuir o processo de evaporação da água, reduzindo o desperdício.

Criada pelo brasileiro Pedro Monteiro e pelos portugueses José Ruivo e Samuel Rodrigues, a Noocity já começa a expandir seu conceito para além das residências. Em projeto recente, a empresa quer despertar em hotéis e restaurantes a possibilidade de criarem no local alguns dos alimentos consumidos nas refeições. Já para as escolas, a ideia da Noocity é trabalhar na linha conscientizadora, abrindo possibilidades e reflexões sobre sustentabilidade para os futuros cidadão do mundo.

Com um design simples, a Growbed e os Growpockets permitem que você tenha em casa seus próprios vegetais orgânicos. Além de ser super prático e saudável ter sua própria horta, a tecnologia empregada é sustentável e fácil de usar.

E então, o que você gostaria de plantar na sacada do seu apê?

Como funciona a Growbed

Montagem da Growbed

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Acesso na Mídia – Bancos avançam em cartões pré-pago

Publicado originalmente em Valor Econômico – Por: Felipe Marques

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Rentabilidade do pré-pago passa por economia com a redução de saques de correntistas e aumento da base de clientes

“Vai ser débito, crédito ou parcelado?” A depender da indústria de cartões, e de alguns dos maiores bancos do país, a clássica pergunta do lojista sobre a forma de pagamento com cartão vai ganhar uma quarta alternativa no ano que vem: o pré-pago.

Com popularidade crescente nos Estados Unidos, os cartões pré-pagos parecem ter entrado definitivamente no radar dos grandes bancos brasileiros. Até as credenciadoras, responsáveis por aceitar o cartão no varejo, vão reformular a interface de suas maquininhas para dar mais evidência ao produto a partir do ano que vem.

No último mês, dois movimentos deixaram em evidência a disposição dos bancos em avançar no pré-pago. A Caixa Econômica Federal comprou 49% do capital da Vale Presente, emissora de cartões pré-pagos controlada indiretamente pelo empresário Carlos Roberto Wizard Martins. Em seguida, o Santander anunciou que está em negociações para a compra de uma participação na Super, também de pré-pagos, que tem 180 mil contas de usuários. Nos dois casos, as compras têm como objetivo dar aos Bancos um ponto de partida para operar no segmento.

Tais movimentos mostram que a atenção dos bancos vai além dos cartões pré-pagos mais tradicionais, como o vale-refeição e alimentação (vouchers) ou os cartões de transporte (que substituíram a carta frete). Tem se manifestado em produtos pré-pagos que prometem ajudar a levar os Bancos à baixa renda não-bancarizada. A dúvida, porém, é se tal aposta vai se provar rentável como tem sido no caso do cartão de crédito.

O setor de pré-pagos no Brasil deve movimentar um volume financeiro de R$ 100 bilhões em 2014, incluindo na conta os vouchers e os cartões de transporte, um crescimento de 20% na comparação anual. Os dados são do Grupo Setorial Pré-Pagos (GSPP), estimados pela Euromonitor.

Entre as instituições financeiras que não saíram às compras no segmento, o Banco do Brasil emitiu cerca de 2 milhões de pré-pagos de uso geral – que passam em qualquer lojista. No fim de 2014, espera contar com 2,5 milhões de cartões, movimentando cerca de R$ 1,2 bilhão. Entre os alvos estão os correntistas do banco, que já têm um cartão de crédito, mas que sacam dinheiro para pagar prestadores de serviço. O correntista poderia pedir a emissão de um cartão em nome do prestador.

“É um produto em que a rentabilidade precisa ser pensada de forma mais ampla, não só olhando o pré-pago“, afirma Raul Moreira, diretor de cartões do BB. “É preciso considerar que traz mais base de clientes para o banco e que reduz os custos que temos com saques.” A lógica é que o pré-pago ajuda a criar um histórico comportamental do cliente, e possibilita oferta de produtos financeiros mais complexos.

Além de pré-pagos de uso geral, ainda pouco difundidos, o BB tem cartões de transporte e divide com o Bradesco sociedade na Alelo, que emite vouchers e outras modalidades de pré-pagos. O banco tem ainda uma parceria com a Oi. Se somado todo este universo, o BB deve encerrar 2014 movimentando cerca de R$ 11 bilhões nos pré-pagos.

No Bradesco, parceiro do BB na Alelo, a aposta em pré-pagos de bancarização se concentra na joint venture do banco com a operadora de telefonia Claro. “A ativação do produto ainda é bastante baixa, mas é uma evolução que leva tempo. Vai ser um processo cultural, de investir no potencial do cliente não bancarizado”, afirma Cesário Nakamura, diretor da Bradesco Cartões.

As bases para o avanço do mercado de pré-pagos, em especial os voltados para baixa renda, foram lançadas no fim de 2013, quando o Banco Central (BC) regulamentou o mercado de meios de pagamento. Além de estabelecer regras de governança, exigências de capital e outros requisitos para quem operar com pré-pagos, a autoridade monetária criou a conta de pagamento, espécie de conta corrente simplificada em que ficam armazenados os recursos do cartão.

O desenho da regulação, na visão do mercado, foi feliz ao permitir que, em contas de pagamento, o aporte mensal de recursos não supere o R$ 1,5 mil e que elas possam ser abertas apenas com o CPF do usuário. Processo mais simples que o da conta corrente, que exige comprovante de endereço para ser aberta. “A conta de pagamento é a nova fronteira da bancarização no Brasil e vai se consolidar como uma alternativa à conta corrente”, diz Moreira, do BB.

Para a Caixa, que fechou recentemente a compra da Vale Presente, o potencial de crescimento dos pré-pagos vai além da bancarização. “Segmentos de cartões presente, corporativos, cartões de premiação, mesada, entre outros, são nichos que tendem a apresentar crescimento relevante nos próximos anos”, afirma o diretor executivo de cartões do banco público, Mário Ferreira Neto.

Na instituição, os pré-pagos também podem ser um instrumento para pagamento de benefícios sociais. Ferreira também afirma que os pré-pagos vinculados ao celular – a Caixa é parceira da Tim nessa seara – ajudam a trazer para o banco um perfil mais jovem, “que usa serviços bancários sem precisar de um banco.”

Fora do universo dos bancos, o desafio é ganhar escala para rentabilizar a operação. É esse o cenário com que trabalha a Acesso, que emite um cartão pré-pago com bandeira MasterCard. A empresa tem atualmente 100 mil contas pré-pagas – e deve encerrar o ano com 120 mil. Para 2015, a meta é chegar a 300 mil contas, afirma seu presidente, Sérgio Kulikovsky.

Para Kulikovsky, os bancos têm mostrado mais interesse em competir no segmento de cartões pré-pagos emitidos para clientes de mais alta renda – seja para pagar funcionários, seja para as despesas domésticas. São cartões em que o tíquete de recargas é maior e o uso, mais frequente. “É um produto que acaba sendo mais rentável do que o pré-pago para baixa renda, em que as recargas não chegam a R$ 200″, afirma. Para atuar na base da pirâmide, o controle de custos é a chave, diz. Exemplo é o fato de a empresa ter apenas 40 funcionários.

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Grupo de teatro faz shows de comédia em que o público só paga o quanto ri

Publicado originalmente no site Hypeness – Redação Hypeness

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Em um buffet por quilo, você só paga o que come. Em um bar, por aquilo que bebe. E neste show de comédia, paga pelo que ri. Com o auxílio de câmeras com reconhecimento facial, o grupo espanhol de teatro independente TeatreNeu encontrou uma forma divertida de reconquistar a plateia, que andava afastada devido ao custo dos ingressos.

Em 2013, a Espanha aumentou em 13% os impostos sobre apresentações teatrais, o que acabou afastando muita gente da cena cultural – a queda chegou a 30%! Para valorizar o teatro e reconquistar o público, o TeatreNeu teve a ideia genial de cobrar por risada. O espetáculo é gratuito, porém, cada vez que você rir das piadas do palco, são cobrados 30 centavos de euro e a partir de 80 risadas, o preço é fixado em 24 euros (pouco mais de 70 reais). Justo? No final da apresentação, você pode ainda ver as imagens de cada risada, contabilizá-las e até mesmo compartilhá-las nas redes sociais.

O resultado foi tão bom que o TeatreNeu não só recuperou seu público como o aumentou. Agora, o sistema de câmeras está sendo estudado por outras companhias e até mesmo um aplicativo mobile foi criado para que você possa pagar por suas risadas sem precisar enfrentar a fila da bilheteria.

Dá uma olhada na apresentação abaixo:

Pay per Laugh | TeatreNeu from edududu on Vimeo.

 

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Empresa brasileira cria sistema que trata resíduos vindos do esgoto e que são usados pra economizar água e energia

Publicado originalmente no site Hypeness – Por: Vicente Carvalho

Algumas empresas brasileiras já despontam como grande propulsores de inovação e acesso a tecnologia verde, que já é aplicada em uma escala considerável por todo o país.

Uma delas é a Eco Telhado, que trabalha com soluções para infraestrutura verde, em que um dos produtos é o “Sistema Integrado Ecoesgoto“, que trata a água vinda de esgoto, os resíduos orgânicos das descargas sanitárias, papel higiênico e os restos de alimentos. Tudo isso vai direto para um vermifiltro à base de minhocas e micro-organismos aeróbios, onde as impurezas são digeridas, sem cheiro e sem resíduo de lodo.

A água fica com 90% de limpeza e é utilizada para irrigar o jardim vertical e do telhado verde (que já faz a captação de água de chuva), que ajudam muito na manutenção da temperatura adequada do ambiente. Além de tudo isso, o sistema ajuda a diminuir o consumo de energia elétrica, pois o telhado verde mantém a temperatura interna dos ambientes extremamente agradável, seja no frio ou no calor, além de substituir a coleta do lixo orgânico, assim como da rede pluvial.

Veja o vídeo onde é detalhado um pouco mais desse sistema e se surpreenda (ou não) com as potencialidades da tecnologia verde:


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Todas as fotos via Eco Telhado

Construa ou decore sua casa de um jeito econômico, sustentável e divertido

Publicado originalmente no site http://blogremobilia.com/tag/antes-e-depois-2/

Você está afim de mudar a cara da sua casa mas não quer gastar muito? Conheça o projeto Remobília e construa ou reforme sua casa de um jeito mais econômico, sustentável e divertido.

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A criação do Remobília surgiu no final de 2010.

O casal de designers Patricia Melo e Vinicius Yagui estava procurando a muito tempo um jeito mais econômico e sustentável para construir sua casa.

E foi quando ela folheava uma revista da Casa Cor de Santa Catarina e se deparou com o projeto da arquiteta Lívia Ferraro, que usava containers marítimos como estrutura para construir um sobrado super charmoso, que tudo começou.

Eles se apaixonaram pela ideia de cara, e quando começaram a pesquisar mais sobre o assunto, acabaram descobrindo um mundo de propostas voltadas ao conceito upcycling, que nada mais é do que pegar alguma coisa sem valor, considerada lixo, trabalhar sobre ela e criar uma nova função para aquele objeto, usando elementos de design e funcionalidade.

Acabaram criando assim um grande banco de ideias de decoração alternativa, sustentável, upcycle, divertida e criativa, para aplicar na sua casa.

Compartilhar esse conteúdo através de um blog foi algo que surgiu de forma espontânea e lógica, e sendo o projeto todo focado no conceito de criar um novo tipo de mobília, reciclada, renovada e redesenhada, nasceu o Remobília.

Apaixonados por design e decoração retrô, se dedicam a compartilhar ideias de como decorar a sua casa com personalidade, sendo sustentável.


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Passa lá e começe o projeto de seu novo cantinho legal. http://blogremobilia.com/

Como comprar pagando menos na Internet

Publicado originalmente no site Hypeness em 13/10/14 – Eme Viegas

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Se você tivesse que nomear as três melhores coisas da internet, quais seriam? A nossa lista teria algo como: 1) poder contatar com família e amigos à distância; 2) conhecer o que de melhor e mais inspirador se faz pelo mundo; 3) comprar (quase) tudo sem precisar sair de casa, ou sequer da frente da tela.

Talvez seja por conhecermos a vida e o trânsito em cidades como São Paulo, talvez seja preguiça ou, o mais provável, talvez seja vontade de ocupar o tempo com outras coisas bem mais legais. A verdade é que, se podemos comprar online, pra que perder tempo saindo de casa? É por isso que não dispensamos uma boa pesquisa em busca de achados ou descontos e oportunidades de compra na web.

Uma das mais badaladas do momento é o Méliuz, que, como se a internet já não facilitasse a sua vida, vem fazer ainda outra parte do trabalho pra você – ele disponibiliza gratuitamente cupons de desconto em várias lojas online pelo Brasil inteiro ou, dependendo da loja parceira, devolve parte do valor que você gastou nas compras (diretamente na sua conta bancária: o que é que se pode pedir mais?).

O Méliuz nasceu em 2011 com o objetivo de ser o maior site de descontos da América Latina e hoje já tem parceria com mais de 1200 lojas online de todo o país, ajudando os brasileiros a economizar. Funciona assim – cada vez que você escolher uma loja, seja de eletrodomésticos, roupa, beleza ou lazer, aparecerá o tipo de desconto a que tem direito, cupom ou reembolso de uma porcentagem do valor gasto. Tudo o que você precisa fazer é se cadastrar no site e fazer as compras sempre através do Méliuz, ao invés de comprar diretamente na loja.

Acesso na Mídia: Cartões pré-pagos podem chegar a 10% das transações em cinco anos

Publicado originalmente no site Pioneiro em 13/10/14 – Erik Farina erik.farina@zerohora.com.br

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Regulamentado no final do ano passado, produto é destinado à população sem conta bancária

No embalo da popularização dos pagamentos com cartão, que no primeiro trimestre do ano totalizaram R$ 223 bilhões no país, financeiras e bancos estão apostando em um novo serviço: o cartão pré-pago. Regulamentado no final do ano passado, o produto é destinado à população sem conta bancária ou interessada em controlar seus gastos com rigidez.

Nessa opção, o usuário não precisa de uma conta bancária, como no caso dos cartões de crédito; tem os valores que gasta descontados na hora, como se fosse um cartão de débito. A particularidade é que o cliente recarrega o plástico com dinheiro e pode gastar só o que deixou de saldo, sem risco de entrar no limite. Os pagamentos são feitos nas mesmas maquinhinhas que aceitam cartões de crédito e débito.

Como o pré-pago dispensa a abertura de uma conta bancária, a taxa mensal paga por esse serviço inexiste. Mas o cartão tem um custo. Dependendo do uso, pode sair até mais caro do que uma conta em banco.

— Metade da população brasileira ainda não tem conta bancária e encontra nos pré-pagos uma alternativa segura e prática de pagamento — afirma Bernardo Faria, diretor executivo da Acesso Card, empresa que vende cartões com bandeira Mastercard.

Conforme o Grupo Setorial de Pré-pagos (GSPP), entidade formada pelas empresas que oferecem esse produto, há potencial para que os pré-pagos correspondam a 10% dos pagamentos com plástico até 2020. A população desbancarizada é o principal alvo, mas não o único, explica Faria, que tem apenas 3% de seus negócios no Rio Grande do Sul — a maioria está concentrada no Sudeste e Nordeste. Os pré-pagos podem ser alternativa para pais pagarem e controlarem o uso da mesada aos filhos, por exemplo — há um site onde o usuário faz transferência, consulta saldo e extrato.

Talvez a principal vantagem do pré-pago seja o controle financeiro, pois a pessoa só utiliza o valor que abasteceu, sem entrar em limites que possam causar um transtorno na hora de acertar a fatura — avalia Alfredo Meneghetti Neto, especialista em finanças pessoais e professor de Economia da PUCRS.

Opções como cartão de crédito e cheque especial são os maiores condutores ao superendividamento, lembra Meneghetti, pois, além de oferecerem limites generosos, cobram juros que podem passar de 13% ao mês.

— Tem de se avaliar os custos e a facilidade de abastecimento para saber se o pré-pago vale a pena — sugere.

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Alternativa é mais comum nos EUA

A profusão dos pré-pagos é recente: começou neste ano, após o Banco Central (BC) determinar, no final de 2013, algumas regras para o uso, como exigência de identificação do usuário. Nem BC e nem a Associação Brasileira de Cartões de Crédito (Abecs) possuem dados deste mercado, mas especialistas explicam que as emissões e o valor movimentado ainda são muito baixos. A experiência mais próxima do brasileiro com meios de pagamento pré-pagos são cartões de viagem, como os travel money.

Os pré-pagos são oferecidos por alguns bancos (mesmo para quem não tenha conta) e empresas que atuam especificamente na venda desses produtos. Em alguns casos, podem ser encontrados em supermercados ou lojas de varejo, principalmente em São Paulo.

No Rio Grande do Sul, os números são ínfimos. Um dos principais mercados é os Estados Unidos. No ano passado, o Google anunciou no mercado americano um cartão pré-pago com acesso a fundos armazenados em contas Google Wallet, um aplicativo para dispositivos móveis e serviço online de pagamentos.

 

 

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